Alguns cuidados a ter com as crianças no uso das novas tecnologias

Alguns cuidados a ter com as crianças no uso das novas tecnologias

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Hoje vivemos numa verdadeira revolução digital e as crianças já fazem parte disso e é até espantoso para alguns pais a facilidade com que as crianças lidam com as novas tecnologias.

A internet, o smartphone e muitos novos equipamentos de tecnologia de informação estão a transformar os comportamentos e as formas de se relacionar com a família, com os amigos e com as novas possibilidades de viajar pelo mundo sem sair de casa.

Pesquisas afirmam que as novas tecnologias podem contribuir para o desenvolvimento e promover a aprendizagem das crianças. Por outro lado, a utilização excessiva destes meios, tanto no ambiente escolar como em casa, pode favorecer novos riscos à saúde para a geração da era digital.

Há, cada vez mais, crianças e adolescentes a entrarem no mundo digital, sem, no entanto, serem acompanhadas pelos seus encarregados de educação e muitas delas sem o conhecimento dos riscos e perigos que a internet oferece. Algumas crianças e adolescentes desafiam limites do uso das novas tecnologias e transgridem regras e horários; enfrentam crises de valores com os seus encarregados sobre o que é realmente importante no mundo das novas tecnologias e acabam por se tornar alvos do consumismo e da globalização digital.

Os riscos que as crianças e adolescentes correm com o uso das tecnologia incluem:
1- Sexting, a troca de mensagens eróticas entre crianças e adultos, que podem ter interesse em abusar das crianças;

2- As crianças podem participar de comunidades online que não lhes dão segurança;

3- Podem acabar por partilhar informações pessoais (fotos ou vídeos impróprios) e colocar em risco a sua própria segurança e dos seus familiares;

4- Exposição a jogos online violentos, tal como o famoso jogo da Baleia Azul, que causou algumas vítimas em alguns países.

Com mais tecnologias a fazer parte do nosso dia-a-dia, é papel dos pais estarem cientes dos riscos para aprenderem como limitar e controlar o acesso das crianças a essas tecnologias e proteger as crianças de possíveis riscos que possam prejudicar o seu normal desenvolvimento.

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