Casas do Kilamba são postas à venda

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A Sonangol Imobiliária anunciou ontem que mais de três mil apartamentos da nova Cidade do Kilamba são vendidos a partir de segunda-feira, dia 22. 

 


Uma nota da Sonangol Imobiliária informa que estão disponíveis 3.180 apartamentos do tipo T3 A, B, C e T5. As casas T3 A e B têm 110 metros quadrados, T3 C têm 120 e T5 têm 150 metros quadrados.
O documento refere que a sociedade Delta Imobiliária é a empresa contratada para a comercialização das casas e que também estão disponíveis lojas para a actividade comercial e terrenos para iniciativas públicas e privadas.

 


Os preços dos imóveis vão estar afixados em quatro postos de venda instalados na nova Cidade do Kilamba, assim como na rua Rainha Ginga, nº 6, esquerdo, na Mutamba, aonde se devem dirigir as entidades públicas e privadas que solicitaram compra de habitação na nova centralidade.
Uma lista tornada ontem pública informa que 41 entidades solicitaram a compra de apartamentos, onde se destacam os Ministérios do Ambiente, da Comunicação Social, da Justiça, da Energia e Águas, Saúde, Administração do Território, assim como as empresas Angop, Edições Novembro, Alfândegas, TAAG, TPA, Epal, Edel, ENE e Cimangola. 

 


A nova cidade, cujo projecto global contempla 710 edifícios, 24 creches, nove escolas primárias e oito secundárias e 50 quilómetros de estradas, constitui um elo de transição para a nova urbe de Luanda, que se vai situar junto à margem do rio Kwanza.

 

O projecto tem conclusão prevista para Outubro de 2012. Até lá, o empreiteiro deve entregar mais 595 edifícios, que correspondem a 16.822 apartamentos e 198 lojas.O acesso à nova cidade está facilitado pela primeira circular de Luanda, via com duas faixas de rodagem em cada sentido, cujo número pode ser aumentado, e separador central.


A Cidade do Kilamba constitui uma experiência piloto em relação ao modelo de gestão administrativa adoptado, que pode inspirar o processo de execução gradual das autarquias locais. Por isso, é dirigida por um presidente, que tem a responsabilidade de criar a gestão da nova centralidade, por intermédio de um regime organizativo e administrativo específico.

 

( com Jornal de Angola)