Fernando Samuel fala sobre o seu livro “Criminalidade Cibernética em Angola”

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Por: Edueni António

As redes sociais ganharam cada vez mais destaque no mundo moderno. Um espaço democrático que mudou a comunicação, porém tem se tornado numa autêntica dor de cabeça para as inúmeras pessoas que todos os dias sofrem ataques cibernéticos. A pensar em como as pessoas podem se prevenir de tais actos, o criminalista Fernando Samuel, tenciona no próximo ano disponibilizar o livro sobre criminalidade cibernética.

Com data de lançamento prevista para 2021, Fernando conta, em entrevista ao PLATINALINE, que a sua paixão pela informática foi descoberta aos 14 anos, por intermédio de seu tio, que o impulsionou a escrever o livro de 224 páginas.

“O meu tio era informático, este foi um dos motivos que me fez seguir com o sonho de compilar um livro, entretanto, como já tinha uma queda por investigação criminal, na primeira oportunidade que tive, só uni o útil ao agradável, ou seja, inscrevi-me no curso de ciências criminais. Por incrível que pareça, o tema do fim do curso intitulou o meu livro, pois, nos últimos anos em Angola, os crimes cibernéticos estão a crescer.”

Numa das páginas do livro, Fernando descreve o Crime Cibernético como sendo  uma actividade criminosa que tem como alvo pessoas individuais que fazem uso de um computador, uma rede de computadores ou um dispositivo conectado à rede.

“Não todos, mas a maioria dos crimes cibernéticos são cometidos por ciber criminosos ou hackers que querem ganhar dinheiro. O crime cibernético é realizado por pessoas ou organizações. Alguns cibercriminosos são organizados, usam técnicas avançadas e são altamente capacitados em termos técnicos. Outros são hackers novatos.”