Globo apresenta “Vade Retro”, série que apresenta, de forma bem humorada, a...

Globo apresenta “Vade Retro”, série que apresenta, de forma bem humorada, a luta do bem contra o mal

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Celeste (Monica Iozzi) e Abel (Tony Ramos)

Com Mônica Iozzi e Tony Ramos como protagonistas, a trama estreia no dia 27 de Abril, depois de ‘A Força do Querer’

A luta do bem contra o mal é algo que acompanha os homens há muito tempo. Como resistir às tentações da vida fácil, deixando de lado importantes questões éticas? Esses são alguns dos temas que ‘Vade Retro’, nova comédia da Globo, traz para os telespectadores de Angola e Moçambique a partir dia 27 de Abril.

A trama apresenta, de um lado, Celeste (Monica Iozzi), uma doce e ingénua advogada, e, do outro lado, Abel Zebu (Tony Ramos), um empresário milionário, misterioso e sem escrúpulos. Celeste passa por um momento que não é lá dos melhores, pois para além da crise de clientes que se passa no escritório de advogados em que trabalha, ela ainda tem de aguentar a mãe hospedada na sua casa, por um período maior do que o previsto. Nem o relacionamento com o namorado, Davi (Juliano Cazarré), traz suspiros à moça. Mas a chegada de Abel Zebu à sua vida, um ser praticamente diabólico – humano ou sobrenatural? – tem tudo para chocalhar o seu dia-a-dia.

À primeira vista, a imagem que se tem de Abel (Tony Ramos) é a de um homem elegante, confiante, inteligente e bem-falante. O seu fato é sempre muito bem cortado, o cabelo e a barba alinhados, anel de ouro, lenço no bolso. Um homem distinto e bem-sucedido, porém, com uma maior aproximação, percebe-se que o seu sobrenome Zebu tem muito mais a dizer sobre ele do que se pode imaginar. Na verdade, Abel Zebu é um empresário milionário, com negócios de moral duvidosa, com alto poder de sedução e que costuma safar-se de qualquer obstáculo. As leis e práticas de boa convivência são completamente ignoradas: ele anda em velocidade acima do permitido, fecha a porta do elevador mesmo que tenha alguém a chegar, estaciona em lugares de idosos e por aí vai, fazendo coisas que até o diabo duvida. Abel tem ainda uma acidez voraz nas palavras e diz, sem pudor, verdades tão cruas quanto o seu senso de humor.

O poder e os pequenos prazeres apresentados pelo empresário – que não se preocupa em esconder a sua metodologia nada política de conseguir o que quer – atiçam Celeste, que sucumbe e aceita ser a sua advogada no processo de divórcio do milionário. O dia-a-dia perto deste homem mostra-se um tanto diferente, às vezes até meio misterioso. Ignorando um desvio de conduta ou outro do cliente, Celeste passa a gostar dessa nova fase da sua vida. “Para falar de maneira geral, a Celeste é uma pessoa boa, tem valores, tem ética, mas é ambiciosa. A grande questão é o quanto a gente cede às tentações da vida. Por mais que seja correcta e generosa, ela acaba por se perder. Às vezes, a vaidade cega”, comenta Monica Iozzi, sobre o seu primeiro protagonismo na televisão.
É então para se livrar tanto da esposa como de alguns problemas nos seus negócios que Abel usa a manipulável advogada para que sirva principalmente de laranja nos seus obscuros esquemas de lavagem de dinheiro. Os seus diabólicos planos envolvem também usar a inocência e a juventude da moça para gerar um filho – um anti-cristo, talvez. Com artimanhas que não sabemos se são deste mundo, Abel Zebu promete despertar impressões controversas em quem o conhece.

O texto foi escrito por Alexandre Machado e Fernanda Young e com a criatividade da direcção artística de Mauro Mendonça Filho, a série ainda tem no seu elenco nomes como Maria Luísa Mendonça, Cecília Homem de Mello, Maria Casadevall, Juliano Cazarré e Luciana Paes.

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