Auto Ajuda



A nossa realidade lentamente vai criando de forma Silenciosa ou hipócrita divisões e o egoísmo em demasia vai tomando conta de nós. É engraçado que mesmo sendo nós os supostos intelectuais e quiçá filhos de Deus, conseguimos dormir e acordar com a famosa desigualdade social. Mas o porque de tanto egoísmo?

Por exemplo: Antigamente o perfil de um bom rapaz ou boa menina passava relativamente em ter educação religiosa e saber a tabuada de cor, cozinhar e costurar (tudo bem sei que os tempos passaram agora há Globo, BBAfrica, bounce, malhação, sempre a subir, eu relativamente curto sempre a subir e bounce, tchilar , bla bla). Ok tudo bem, modernizar é bom, mas preservando a cultura e o bem-estar é sempre mas original.



Actualmente o perfil de um(a) jovem tem de ser de boa família ou ser rico(a), mesmo que não ostentando diploma tem de ter berço de ouro e não me venham cá dizer que não é isso! Desculpem-me lá, tudo menos cinismo, como se diz na gíria triste é ter mãe ou pai pobre mas burrice é ter marido pobre ou mulher parasita.



Os menos possibilitados são olhados como leprosos eternas pragas na qual ninguém quer contagiar-se sobretudo amar, afinal o amor não enche barriga.

É certo somos Angolanos por excelência privilegiados por Deus (doa a quem doer somos privilegiados, mas às vezes custa utilizar a inteligência acho que a cabeça doí para alguns) é Inadmissível o que se passa em Angola é incrível há facilidade que os estrangeiros de má-fé têm (repito estrangeiro de má fé, pessoas que nos atrasam o desenvolvimento eu quero afirmar que não sou xenófobo) saem dos seus países proliferam a sua religião aliciam as nossas irmãs e a nossa cultura, camuflam-se em negócios de pequenas cantinas para esconder a verdadeira origem obscura dos seus interesses (coitadas nossas irmãs pobres de espírito e paupérrimas são corrompidas com grãos míseros) para sobreviver, pergunto onde estão as pessoas de direito? O que se passa com a nossa massa cinzenta que só é aproveitada com farras e danças do cambwa, caldos do domingo, éden e fornicação (pessoal eu também curto tchilar e danço bem! Sou angolano, esta no sangue, mas vamos la acordar, estamos a perder a identidade e deixar a nossa terra morrer) até chinês já forma quadrilha em Angola e rouba carro (meu Deus o que se passa?)

Pergunto-me o que será de Angola daqui a 30 anos? É preciso começar a reflectir deixar as batotas de pagar gasosas para passar (desmoralizar os professores corruptos apresentado queixas à Policia). Deixar de mentir e aceitar um futuro melhor, é importante.Este é o perfil que nós jovens Angolanos devem ter, deixar o tribalismo, racismo e desigualdade social a parte, enterrar isso.Saber equilibrar tudo, sobretudo pensar no que será de nós daqui a uns anos baseando-se na nossa realidade POBRE de ESPÍRITO.Alguns pensam que vivendo o presente bajulando e bebendo ignorância é viver rápido. Não compatriotas, é preciso pensar no futuro e o futuro são nós VIVA ANGOLA.
Segunda, 27 Fevereiro 2012 20:26

Vamos falar sobre…Independência Financeira

Escrito por Drª Nara Nenganga

 

 

 

Vamos falar sobre…Independência Financeira

 


 

Se eu lhe deixar para onde vou com os miúdos?”, “ Odeio o meu chefe… mas preciso do dinheiro tenho mesmo de lhe aturar”, “ só porque pagam as minhas contas os meus pais não me querem respeitar, estou farta” “Pedi-lhe 100, deu-me 20 é sempre assim…”

 

Familiarizada com alguma destas frases? Claro que sim, em algum momento das nossas vidas dizemos frases como estas, porque desde o momento que somos concebidas até morrermos passamos por muitas situações de dependência e posso aqui afirmar, sem medo de errar, que muitas delas arrastam-se até a idade adulta.

 

Quando mais novas, somos ensinadas a sonhar com príncipes encantados que nos levam ao colo e cuidam de nós, na adolescência os rapazes dão o mundo para nos fazer as vontades, se formos daquelas abençoadas com o dom da beleza física então, os miminhos masculinos vão até bem mais tarde, mas não para sempre, daí que Katharine Hepburn tenha dito “Mulheres, se puderem escolher entre dinheiro e sex appeal, fiquem com o dinheiro. À medida que voçes envelhecerem o dinheiro se tornará o vosso sex appeal”. é preciso um aparato muito forte de valores e outros ensinamentos que vão para lá do “uma mulher tem de estar sempre bem” e do “estuda para amanhã ser alguém” para que as mulheres se livrem do carma da dependência financeira.

 

Em Angola, ainda é normal e recorrente vermos e ouvirmos mulheres a pedirem coisas a “amigos”, maridos, mama, papa, isto faz-me questionar se somos mulheres do século XXI ou no século XXI, pois a mulher do Século XXI é a Miss Indipendente, aquela que paga as suas contas sem pedir ajuda a ninguém é a mulher forte e destemida que quer ser financeiramente independente, em vez de parecer financeiramente abastada, a carregar malas de 7000 a 10 000 Dólares, para fazer inveja a colega de serviço que não as compra, porque inteligentemente tem um plano a longo prazo, de construir uma casa decente para criar os filhos que pretende ter dentro de dois anos. É triste e patético ver mulheres felizes porque conseguiram arrancar mais algum tostão do marido ou do “amigo” , comprar roupas e próteses capilares a crédito para depois quase pedir demissão do emprego por ter de fugir às moambeiras cobradoras. Etc, etc, etc. podia relatar aqui mais dez páginas de comportamentos deprimentes que presenciamos quase todos dias.

 

 

CHEGA… chega… chega… chega de papeis tristes, vamos parar e pensar, viver assim não dá, temos de montar um plano de vida que nos traga para as mãos o controlo remoto das nossas finanças, não podemos mais viajar duas vezes por ano e começar o ano a seguir sem dinheiro e sem conquistas no ano anterior, vamos assumir que não somos ricas e que ainda não podemos gastar balúrdios em roupas e malas da louis vuitton, vera wang Elie Saab, para algumas de nós (muitas) ainda não é o momento, a altura certa vai chegar, mas para tal temos de ser inteligentes e começar a trabalhar no nosso plano de vida, temos de ter um objectivo, uma meta, precisamos de saber o que queremos desta vida, não estou a falar de sonhar acordada, estou a falar de objectivo claro e preciso do tipo: ser dona de uma empresa, abrir a própria agência de viagens, criar uma fundação, viajar o mundo todo, viver na Europa para o resto da vida, não trabalhar nunca mais por conta de outrem. Seja qual for a sua meta tenha-a bem patente e trabalhe neste sentido, poupe dinheiro e invista em formação na área que pretende operar, se não tiver dinheiro para formação leia sobre o assunto, leia bastante, tudo que lhe aparecer afrente, afinal de contas é o seu passaporte para independência financeira e consequentemente para uma vida mais agradável e completa pois não vai mais odiar a mão que lhe dá de comer (mas que lhe humilha), converse com pessoas que trabalham no ramo que pretende actuar e não se iniba em pedir lições e dicas sobre os dos and dont's da área de actividade, rodeie-se de pessoas com a mesma atitude empreendedora e evite as companhias que lhe levarão de volta para o mundo das futilidades.

 

 

 

Se ainda não é financeiramente independente, estes e alguns outros passos de que vamos falar nesta  coluna vão lhe libertar desta vida de faz de contas que está a viver, e se pensa que já é financeiramente independente só porque trabalha muito e paga as contas sem ajuda, saiba que o conceito actual de independência financeira passa por ter dinheiro o suficiente para não ter de trabalhar para viver, e ter tempo livre para fazer as coisas que gosta sem se preocupar com horários de trabalho ou de trabalhadores.

Sinto-me honrada por escrever para vocês e espero ter feito algum sentido nas palavras que vos dirigi, fica aqui a promessa de outro encontro na próxima edição e o convite para contribuições à nossa coluna.

 

 

Lots of love.

Nara Nenganga

 

Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
você se juntará a nós
E o mundo será um só

Tem gente que não gosta desses momentos “emocionantes” em programas como o X Factor, que têm como objetivo revelar artistas desconhecidos com histórias de vida das mais variadas.

Às vezes a edição exagerada, a música dramática, os jurados forçando a barra para chorar e a supervalorização de um vida pouco convencional irritam um pouco. Poderiam se enquadrar aqui o vendedor de celular Paul Pots, que se revelou um espetacular cantor de ópera. E, claro, a inesquecível Susan Boyle, que encantou o mundo com uma voz bela que contrastava com sua aparência descuidada.

Mas há situações em que não há edição exagerada, música dramática ou jurados ultraemotivos que tirem a grandeza de uma história. A minha única certeza é que se tirassem todos os elementos da cena – o show, a plateia, os jurados e a família – e deixassem apenas o iraquiano Emmanuel contando a sua história, os ouvintes iriam se emocionar da mesma forma. Ainda mais cantando uma música como Imagine, de John Lennon.

O vídeo é um dos que  mais  foi partilhado  b esta semana. E, não poderia ser diferente, está aqui.

 



Um estudo americano avaliou 6,5 milhões de ocorrências de trânsito entre 1988 e 2007 nos Estados Unidos e comprovou: apesar de os homens passarem mais tempo à frente na direção, as mulheres se envolvem em mais acidentes do tipo

Apesar de passarem menos tempo ao volante, o estudo americano descobriu que as mulheres se envolvem em mais acidentes entre si

Apesar de passarem menos tempo ao volante, o estudo americano descobriu que as mulheres se envolvem em mais acidentes entre si (iStockphoto/ThinkStock)

Os homens dirigem melhor do que as mulheres? Impossível dizer. Mas um estudo americano mostra que, proporcionalmente, as mulheres têm mais chances de se envolver em um acidente com outra motorista do que os homens entre si. Cientistas da Universidade de Michigan analisaram 6,5 milhões de ocorrências de acidentes de trânsito nos Estados Unidos entre os anos de 1988 e 2007 e descobriram uma quantidade maior do que a esperada de acidentes entre duas mulheres no volante. O estudo foi publicado no periódico Traffic Injury Prevention.

 

Geralmente, os homens passam mais tempo no voltande (60%) do que as mulheres (40%). Por isso, Michael Sivak e Brandon Schoette, autores da pesquisa, esperavam que os acidentes envolvendo dois homens no controle do carro chegassem a 36,2% do total da amostra analisada, enquanto os acidentes provocados por duas mulheres chegariam a 15,8%. Homens e mulheres seriam responsáveis por 48% do total.

 


Contudo, os especialistas descobriram que os acidentes envolvendo duas motoristas chegaram a 20,5% do total, enquanto os homens foram responsáveis por 31,9%. Acidentes envolvendo os dois sexos ficaram em 47,6%, como esperado. Os autores do estudo não sabem dizer porque as mulheres se envolveram em mais acidentes do que os homens no período analisado.

 

 


Outra descoberta dos cientistas também mostra que as mulheres têm mais chances de bater em cruzamentos e junções de pistas.

( com veja)

 

Países em que as pessoas se sentem mais felizes tendem a apresentar índices mais altos de suicídio, segundo pesquisadores britânicos e americanos.

Os especialistas sugerem que a explicação para o fenômeno estaria na tendência dos seres humanos de se comparar uns aos outros.

Sentir-se infeliz em um ambiente onde a maioria das pessoas se sente feliz aumenta a sensação de infelicidade e a probabilidade de que a pessoa infeliz recorra ao suicídio, a equipe concluiu.

O estudo foi feito por especialistas da University of Warwick, na Grã-Bretanha, Hamilton College, em Nova York e do Federal Reserve Bank em San Francisco, Califórnia, e será publicado na revista científicaJournal of Economic Behavior & Organization.

Ele se baseia em dados internacionais e em informações coletadas nos Estados Unidos.

Nos EUA, os pesquisadores compararam dados obtidos a partir de depoimentos de 1,3 milhão de americanos selecionados de forma aleatória com depoimentos sobre suicídio obtidos a partir de uma outra amostra, também aleatória, com um milhão de americanos.

Paradoxo

Os resultados foram desconcertantes: muitos países com altos índices de felicidade felizes têm índices de suicídio altos.

Isso já foi observado anteriormente, mas em estudos feitos de forma isolada, como, por exemplo, na Dinamarca.

A nova pesquisa concluiu que várias nações - entre elas, Canadá, Estados Unidos, Islândia, Irlanda e Suíça - apresentam índices de felicidade relativamente altos e, também, altos índices de suicídio.

Variações culturais e na forma como as sociedades registram casos de suicídio dificultam a comparação de dados entre países diferentes.

Levando isso em conta, os cientistas optaram por comparar dados dentro de uma região geográfica: os Estados Unidos.

Do ponto de vista científico, segundo os pesquisadores, a vantagem de se comparar felicidade e índices de suicídio entre os diferentes Estados americanos é que fatores como formação cultural, instituições nacionais, linguagem e religião são relativamente constantes dentro de um único país.

A equipe disse que, embora haja diferenças entre os Estados, a população americana é mais homogênea do que amostras de nações diferentes.

Utah e Nova York

Os resultados observados nas comparações mais amplas entre os países se repetiram nas comparações entre diferentes Estados americanos.

Estados onde a população se declarou mais satisfeita com a vida apresentaram maior tendência a registrar índices mais altos de suicídio do que aqueles com médias menores de satisfação com a vida.

Por exemplo, os dados mostraram que Utah é o primeiro colocado no ranking dos Estados americanos em que as pessoas estão mais satisfeitos com a vida. Porém, ocupa o nono lugar na lista de Estados com maior índice de suicídios.

Já Nova York ficou em 45º no ranking da satisfação, mas tem o menor índice de suicídios no país.

Ajustes

Para tornar mais justas e homogêneas as comparações entre os Estados, os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, sexo, raça, nível educacional, renda, estado civil e situação profissional.

Após esses ajustes, a relação entre índice de felicidade e de suicídios se manteve, embora as posições de alguns países tenham se alterado levemente.

O Havaí, por exemplo, ficou em segundo lugar no ranking ajustado de satisfação com a vida, mas possui o quinto maior índice de suicídios no país.

Nova Jersey, por outro lado, ocupa a posição 47 no ranking de satisfação com a vida e tem um dos índices mais baixos de suicídio - coincidentemente, ocupa a posição 47 na lista.

"Pessoas descontentes em um lugar feliz podem sentir-se particularmente maltratadas pela vida", disse Andrew Oswald, da University of Warwick, um dos responsáveis pelo estudo.

"Esses contrastes sombrios podem aumentar o risco de suicídio. Se seres humanos sofrem mudanças de humor, os períodos de depressão podem ser mais toleráveis em um ambiente no qual outros humanos estão infelizes".

Outro autor do estudo, Stephen Wu, do Hamilton College, acrescentou:

"Este resultado é consistente com outras pesquisas que mostram que as pessoas julgam seu bem estar em comparação com outras à sua volta".

"Esse mesmo efeito foi demonstrado em relação a renda, desemprego, crime e obesidade".

 

 

com BBC 
Quarta, 23 Fevereiro 2011 04:04

Você é guiada pela cabeça ou pelo coração?

Escrito por Sarchel Necesio

Casar ou morar sozinha, continuar no emprego ou abrir um negócio próprio... Quem é que nunca se sentiu dividida entre a razão e o coração? Descubra o que guia suas decisões e tire o melhor de 2010 fazendo escolhas acertadas, prazerosas, inteligentes


Você é guiada pela cabeça ou pelo coração?

Decisões, decisões... Poucas gerações tiveram que lidar com tantas escolhas - e com tamanha liberdade para fazê-las - como a das mulheres de hoje. É excitante, mas também assustador. "Minha mãe vive me dizendo como sou sortuda", conta a advogada Ana, 25 anos. "Posso seguir a profissão que mais combina comigo, viajar pelo mundo, eleger o marido. Aliás, o Diogo e eu começamos a pensar em casamento..." Mas a moça confessa que não se sente tão abençoada assim. "Parte de mim às vezes sente, secretamente, inveja. Porque, apesar de amar a minha vida, acho tão complicado tomar decisões! Especialmente quando elas envolvem assuntos muito sérios, como o meu futuro com o Diogo."

 

 

O amor e o dinheiro

Sejamos francas: decidir implica, necessariamente, abrir mão do restante, fechar a porta das outras tantas possibilidades. E isso dá um medo! A ponto de impedir que qualquer uma de nós encare um novo emprego ou até assuma um compromisso sério no altar. Ana está vivendo esse dilema. "Meu coração diz que amo o meu namorado. Meus pais aprovam... Mas ganho muito mais do que o Diogo, o que, na visão dos meus familiares, pode virar um problema. É horrível, odeio admitir: às vezes, quando brigamos, a razão me leva a questionar se no futuro também vou concordar com eles."

 

O anjo e o diabinho

Quem é que já não se viu superdividida? Mas, acredite, esse beco tem saída. Primeiro, é preciso entender o mecanismo por trás das escolhas. Os cientistas explicam que elas desencadeiam uma série de reações químicas no cérebro. Chegaram a essa conclusão depois de analisarem exatamente o que acontece nessa parte do corpo na hora H utilizando imagens feitas por ressonância magnética. Medindo os níveis de oxigênio no sangue, dá para ver quais áreas estão em maior atividade. Sendo assim, toda vez que você usa a razão (analisa objetivamente prós e contras de uma questão, considera as consequências boas e ruins...), aciona o lado esquerdo: o do raciocínio, da análise. Se age com o coração - ouve a sua voz interior, leva em consideração seus sonhos e presta atenção na forma como se sente ao avaliar as opções -, estimula a parte direita. E olha só que fato curioso: o professor de psicologia de Harvard Joshua Greene fez vários estudos que comprovaram existir uma explicação neurológica para nos sentirmos na encruzilhada da lógica e da emoção. É que as duas áreas do cérebro competem para ver quem domina o pedaço! Outro fator que influencia a forma de tomar decisões é a personalidade. Quem se deixa levar mais pelas sensações tende a ser sociável, curioso e compassivo. Já a razão fala mais alto para os que gostam de planejar, organizar e sintetizar informações

 

O ponto de equilíbrio

Verdade que, por ser uma questão complexa, fazer escolhas acertadas nem sempre é instantâneo. Mas essa habilidade se aprende e deve ser exercitada como um músculo, para ficar forte. A especialista em desenvolvimento de autoestima Barbara Scogings esclarece que, da adolescência até os 20 e poucos anos, você é guiada mais pelo coração. Como ainda não tem maturidade suficiente, tende a ser impulsiva e precisa que alguém a ajude a botar os pés no chão. Por volta dos 30, já é capaz de balancear os dois ingredientes. E aí sente a necessidade de identificar para qual dos dois lados pende a sua balança. Só assim poderá botar mais peso, conscientemente, na parte necessária. Se for difícil, vale pedir ajuda àquela amiga que é o seu oposto: se, por exemplo, a sensibilidade fala mais alto, consulte a mais racional da turma. Funciona!

 

A voz do coração

Na hora de fazer pequenas escolhas, a maioria de nós usa a cabeça, segundo uma pesquisa da Universidade de Amsterdã, na Holanda. Já nas decisões importantes - casar, financiar o apê -, a tendência é se deixar levar pelo sentimento. Para nossa sorte, outra pesquisa, liderada pelo psicólogo Jamin Halberstadt na Universidade de Otago, na Nova Zelândia, comprovou que as resoluções intuitivas têm mais chances de dar certo do que as analíticas. Mas, afinal de contas, a quem recorrer? Os especialistas orientam: avalie racionalmente cada situação, pesando as consequências, e depois dê o veredito com o coração! É que, quando você faz algo com paixão, se sente mais realizada, disposta e feliz. Sem buscar a perfeição - vivemos em um mundo imperfeito, lembra? - nem fugir de decidir, deixando a vida em stand by. Apertar o play do seu poder de decisão é uma ótima meta para 2010!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Terça, 22 Fevereiro 2011 03:58

O que os outros sabem sobre você

Escrito por Sarchel Necesio

Não há ninguém no mundo que a conheça melhor do que você mesma, certo? Errado. Talvez não tenha uma visão tão clara de qual carreira combina melhor com a sua personalidade; de como se sente, lá no fundinho da alma, em relação ao namorado... acredite, seus amigos (e também seus familiares) têm as respostas

 

Já aconteceu de você se apaixonar por algo ou alguém que jamais havia chamado a sua atenção? Talvez quando uma amiga apresentou o irmão dela, que não fazia seu tipo mas conquistou seu coração. Ou quando ela insistiu que a acompanhasse na aula de gastronomia e, voilà, seu hobby virou preparar comidinhas incríveis. Chega a parecer estranho... Ainda mais se olhar a questão sob o seguinte ângulo: outra pessoa sabia, mais do que você mesma, o que a agrada! “É difícil ter uma visão clara de quem realmente somos”, explica o psicólogo Sam Gosling, autor de Snoop: What Your Stuff Says about You (Bisbilhotar: o que suas coisas dizem sobre você). Pois saiba que é possível descobrir muito sobre seu íntimo aprendendo a decifrar as pistas que estão à sua volta.

 

Passado revelador

Primeiro, tente se lembrar dos comentários que seus amigos faziam na escola, dos elogios e das críticas a seu respeito, das mensagens que escreviam no seu caderno. Que imagem eles tinham de você? Também ajuda olhar os posts antigos do Facebook e do Orkut, prestando atenção nos adjetivos usados para descrevê-la. “É que não temos certeza de nossas habilidades e fraquezas até a adolescência porque não existe base de comparação”, diz Sam. “Por exemplo, você começa a se mostrar uma excelente escritora. Mas, como colocar as ideias no papel é algo natural, acha que todo mundo tem a mesma facilidade.” Outro jeito de tirar proveito do passado é recorrendo à lembrança de amigos de infância e familiares. Vale perguntar qual a história favorita deles a seu respeito. Isso pode trazer à tona momentos que haviam se perdido na sua memória. Talvez sua mãe ressalte como você insistia em amarrar o cadarço do sapato sem a ajuda de ninguém — sinal de que, desde cedo, é independente. Ou o paquera comente que percebeu logo no primeiro encontro como é autoconfiante. Afinal, explicou ao garçom como preparar seu drinque.

 

Comentários do bem

Se alguém disser algo sobre a sua personalidade que, na sua visão, não tem absolutamente nada a ver, não fique brava — mas sim curiosa! “É natural se fechar diante de opiniões que divergem da imagem que criamos de nós mesmos”, diz o psicólogo. “Porém, agindo assim perdemos informações valiosas sobre quem somos.” Da próxima vez, tente entender as razões do comentário, peça mais detalhes. Digamos que uma amiga observe: “Seu homem ideal é do tipo caseiro!” E você, baladeira, não consegue imaginar essa hipótese. Só que ela pode ter percebido um desejo seu: o de sossegar e encontrar alguém que pense em formar uma família, que priorize o convívio mais íntimo. Talvez esteja aí a resposta para a pergunta: “Por que só me envolvo com os caras errados?”

 

Leitura de pensamentos

Descobrir o que os outros pensam a nosso respeito é uma tarefa difícil — geralmente, eles são muito educados e cuidadosos para falar. “Por não se sentirem confortáveis para apontar defeitos, discordar, dizem o que queremos ouvir”, opina Simine Vazire, diretora do laboratório da personalidade e do autoconhecimento da Universidade de Washington, nos EUA. Portanto, é preciso encontrar um jeito eficiente de saber a verdade. Por exemplo, fazendo perguntas indiretas e casuais: “Se minha vida virasse um filme, que atriz poderia interpretar meu papel?”; “Estou pensando em ir para Londres em vez do Nordeste. Acha uma boa para mim?”; “Consegue me imaginar trabalhando como estilista?” Claro, ninguém está livre de cometer erros. Por isso, não dá para ouvir conselhos e cegamente segui-los, ignorando sua intuição e seus sentimentos. É fundamental colocar tudo na balança antes de tomar qualquer atitude.

 

De olhos e ouvidos abertos

Outra técnica que funciona é ficar atenta a expressões enfáticas usadas para defini-la: “Você sempre faz isso, nunca gosta daquilo”, por exemplo. Nas palavras de Simine, elas mostram traços marcantes da sua personalidade. E também prestar atenção no seu papel no dia a dia dessas pessoas próximas. Quando uma amiga está em crise, busca seu apoio ou recorre a outra da turma? Se o chefe tem um projeto urgente, é na sua mesa que esse desafio vai parar? Essa análise pode levá-la a descobrir se é boa ouvinte, se trabalha bem sob pressão.

No fim das contas, terá uma visão mais clara de quem realmente é — com todos os defeitos e qualidades. E, assim, aumentar suas chances de conquistar uma vida plena, um emprego recompensador, um amor para durar.

 

eu amor vai durar?

Por incrível que pareça, seus amigos sabem dizer, melhor do que você, quanto tempo seu relacionamento vai durar. Quem garante é o pesquisador Christopher Agnew, professor de ciências psicológicas da Purdue University, nos EUA. Mas existem jeitos de se apoderar dessa informação antes de qualquer um. Os especialistas recomendam:

Decifrar as fotos de vocês dois: Tente tomar certo distanciamento emocional e olhar as imagens como se você fosse uma de suas amigas. Note se transpiram felicidade ou apenas sorriem para a câmera.

Avaliar o que você não conta aos outros: Sabe aquelas informações sobre o seu namoro que você prefere manter em segredo? O gato troca você pelo futebol duas vezes por semana, faz um mês que não transam, as brigas viraram frequentes. Todas elas são sinais de alerta — e devem ser analisadas objetivamente.

Tomar como base casais de amigos: Claro, ninguém precisa se comportar da mesma forma que os outros, como se houvesse um padrão a seguir. Só procure tirar proveito de uma observação criteriosa: você e seu eleito são mais ou menos carinhosos que os casais de amigos?

Interpretar sua própria linguagem corporal: Quem está ao redor tem pistas sobre a saúde do seu namoro porque olha como os dois interagem fisicamente. Para você, é mais difícil perceber, a menos que faça um esforço consciente. Os sinais de sintonia total são: seus pés apontam sempre em direção aos dele; quando estão de mãos dadas, seguram firmemente; prestam atenção nos movimentos um do outro e às vezes se antecipam — o gato olha para o relógio e sua reação imediata é dizer “Já está tarde, não?”

Checar antigos e-mails: Saber como vocês se comunicam é uma das indicações mais importantes. Veja se a conversa flui, se sabem o momento exato de ouvir e de falar. Também ajuda olhar as mensagens que costumavam trocar, comparando-as com as atuais.

 

Autoconhecimento na prática

Nem sempre é fácil reconhecer os sinais que seus amigos dão. Para ajudála, o terapeuta holístico Ivan Trilha, autor de Mentalize e Realize Agora (ProLíbera), ensina este exercício: escolha um objeto, de preferência aquele que menos desperta seu interesse. Pode ser uma folha, um lápis. Com ele nas mãos, sente-se, respire fundo e só então comece a observá-lo. Note as nuances de cor, tamanho, peso, temperatura, textura, cheiro. Depois, feche os olhos e lembre-se de tudo o que viu, sem fazer esforço. Com a prática, treinará seu olhar e seus sentidos.

 

 

Fonte> revista Nova 

 

 

 

 

Sexta, 21 Janeiro 2011 23:56

O poder do Sorriso

Escrito por Sarchel Necesio
bom humor é uma vitória sobre o medo e a insegurança. O sorriso sublinha a beleza e a simpatia, torna-nos mais sedutoras e interessantes socialmente, facilita a comunicação e sobretudo a relação. O sorriso tem um poder extraordinário e para prová-lo temos o eterno sorriso de Mona Lisa, carregado de sedução.
Segunda, 17 Janeiro 2011 02:37

Atitudes que fazem dele um 'homem de verdade'

Escrito por Sarchel Necesio

Homens de verdade sabem demonstrar suas emoções verdadeiramente

Virou mania no Twitter. As mulheres - e homens também - estão postando mensagens no serviço de microblogging sobre as atitudes que fazem um integrante do sexo masculino ser 'homem de verdade', em vez de apenas participar da categoria 'menino imaturo'. 

Sexta, 07 Janeiro 2011 23:26

Pessoas distraídas são mais criativas

Escrito por Sarchel Necesio

h0201201101 Pessoas distraídas são mais criativasHugh Laurie (à esq.) interpreta Gregory House, e Robert Sean Leonard é o médico James Wilson, em cena de “House”

Ricardo Bonalume Neto

Quem diria: se distrair pode ser a melhor maneira de resolver um problema difícil de forma criativa.

“Distração” costumava ter uma conotação negativa em estudos médicos; por exemplo, pesquisas que mostram o maior risco de causar um acidente de carro ao se distrair falando ao celular.

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