Carreira
Quinta, 21 Março 2013 22:41

Tekilla – Rico “Documentário”

Escrito por eddie pipocas
Rico

“Erro Perfeito” é o nome do álbum que Tekilla se prepara para lançar nas próximas semanas. Hoje no dia do seu aniversário brindou os fãs com este documentário que surge também como um trailer ao projecto que prepara o lançamento oficial.
Um documentário onde o cantor explica toda sua riqueza em valores, educação, conhecimento, paixão, talentos entre outros. Tivemos oportunidade de ouvir este projecto e ver alguns detalhes do mesmo, e o que podemos dizer é que vai valer a pena a espera, Tekilla trabalhou muito para a finalização deste álbum, todo o empenho e dedicação estarão demonstrados neste projecto.Fiquem atentos à novidade que vai valer a pena!
Erro Perfeito
Quarta, 06 Junho 2012 10:17

Mantorras com pensão vitalícia

Escrito por eddie pipocas

Mantorras não vai jogar mais futebol, mas tem o futuro devidamente acautelado. O seguro desportivo vai pagar ao ex-avançado uma pensão vitalícia de 130 mil euros por ano.

 

Ainda assim, o angolano terá oportunidade de se despedir dos adeptos da Luz e dos relvados a 18 de Julho, no Estádio da Luz, num jogo que será organizado pela Fundação Benfica e Fundação Luís Figo, do qual parte das receitas revertem a favor do Alto-comissário das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) .


Fonte: Record

Foto de : FERNANDO FERREIRA

Quarta, 07 Setembro 2011 06:01

Conheça a Vida e Obra do empresário Riquinho

Escrito por Sarchel Necesio

Da conversa que tive com ele da para ver  que não é  aquilo que se diz.  ele com jeito grande  e rude  de ser ele também consegue ser um gentleman.

 

 

 

 

 

Luandense, o empreendedor  Henrique Miguel "Riquinho" nasceu em 27  de Janeiro  de 1964. Desde muito cedo, Riquinho  desenvolveu visão global de negócios, fruto, em grande parte, da própria experiência de vida.

Riquinho sempre teve apetência para liderança  aos   8 anos já era comandante da base de pioneiros da horta do Cazenga, e aos 10 anos seu espírito  vitorioso era evidente   conquistou todas categorias minis infantis, iniciados júnior em atletismo  dos 60,80,100,150,300,400 metros  de Angola .

Depois de passar a infância em Angola, Foi estudar em cuba e no estagio viajou para outros países navegando em locais como Cuba, panamá, golfo do México, Canada e estados unidos e América do sul onde estudava Electrotecnia Naval. Aos 18 anos forma-se em Electrotecnia naval e tornava-se então pioneiro e primeiro oficial da marinha marcante em Angola. E participa na primeira troca de quadros portugueses  por angolanos  na Angonave.

 

Em 1982 estagia por ano na cabotang onde ficou destaco em vários navios no Lobito com várias viagens Luanda, Lobito, Cabinda e Soyo e concluiu com excelência e entra para Angonave como oficial de Electrotecnia  no sector de Maquinas.

Em 1983 e 1984 faz varias viagens para Europa em mais de 10 países.  Em 1985 Assume a chefia da área Electrotecnia dos navios   após dois anos como efetivo e  é graduado.  Ainda no mesmo ano é preso  durante 6 meses  num dos navios  de Angola  é preso  com toda tripulação  na Europa(na grande Crise da Angonave) .



Mas apesar desse percurso brilhante como cidadão e herói nacional  Riquinho    volta para Angola onde percebe que seu talento está em entreter multidões. E começa por dar as primeiras festas  que iria culminar com surgimento de uma discoteca  em 1986 .  Com o agravamento da crise da Angonave  ele abandona definitivamente  os serviços.

E depois disso começa-se a desenhar uma carreira de êxitos do Empresário Patrão da maior companhia de eventos de África. E Horizonte 3000 começa por confirmar o talento de Riquinho  em 1987, na altura era a maior discoteca da historia no subúrbio . e começa ai os anos de ouro  de uma empresa que mudou a forma de angolanos se divertirem.  Riquinho também foi inovador em relação a as festas temáticas ele 1989 começa a dar as primeiras festas temáticas como “Festa do Short”, Festa do Monte Libano, Festa da Sanzala, Festa do Musseque, Festa Coloridas, festas do Azul e Branco, Preto e Branco, Da saudade, do Maculusso, do Cruzeiro, da Cidade Alta.   Mas não parou por ai mais uma vez inova na realizações de concursos de beleza  e realiza o miss horizonte  3000 e miss Luanda  e faz o primeiro desfile de moda  com Kayaya Junior na altura era  um dos melhores  modelo  internacionais de sucesso de Angola e Portugal.  Em 1989 e 1990 realiza a sua primeira festa de  passagem de ano   e que até hoje é considerada a melhor de todos tempos em Angola  na fortaleza de 3000 mil pessoas em uma única noite.  Seguiram-se mais alguns show no mesmo local e cine tropical e 1990  do dia primeiro de janeiro  nasce  a empresa  que veio mudar a forma e hábitos dos angolanos no que a eventos diz respeito.   E dois meses depois surge a sua primeira grande produção  trás depois vários anos fora do Pais   e grande nome altura Paulo Flores realizando na época o melhor show na época no cine tropical com grande patrocínio de  Lena  Vargas  sua amiga na altura e Melo Xavier  o Grande patrocinador de eventos na altura.  Dai em diante nunca mais parou foi só grande realizações  e os números impressionam  mais de 1000  músicos  atuaram sob o selo da Casablanca e mais de 2500 espetáculos em  25 anos de existência.

 

Ele trouxe todos nomes de que você pode imaginar do cenário da musica nacional e internacional  a lista é interminável: Eduardo Paim, Juca, Tabanka DJazz, Mise, Oliver Ngoma, Livity, Kaoma, Lutchiana, Raça Negra, Bonga, Roberto Carlos, Júlio Iglesias,  50 cent, Akon,  Gil, Pato, Rei Webba,  Juventude AS, Só para contrariar, Alexandre Pires,  Ivete Sangalo, Zezé Dicamargo e Luciano, KlB,  Belo, Leonardo, Djavan, Cesária Évora, sisquo, G Unit, família Jackson, Waldemar Bastos, Cesar Augusto, Giliard, Don Kikas, Ssp, Joe, Shaggy, Já Rule, Ashanti, Jimmy  Cliff , Youssou ´Ndour , Daniela  Merceury , DZRT, Mariza, Eve  é uma lista que nunca mais acaba  e todos eles grandes nomes.  Graças a esses feitos Riquinho recebe da entidade máxima o certificado de reconhecimento pelos seus serviços prestados a nação em prol da cultura Angolana e em particular ao Presidente da Republica José Eduardo Dos Santos.   O Empresário é pioneiro  e único que teve em seus  eventos  o Presidente da Republica em  mais  de 20 eventos .   Nem a nível internacional um empresário conseguiu tal façanha.

A partir daí, começou a criar novas empresas (casa car, casa lar, casa real, jornais e revistas), ficando famoso no mundo empresarial pela inclinação para assumir riscos. Desenvolveu em suas empresas um “processo de empreender” que ele chama Visão 360º, que é no fundo um esquema com oito áreas (ou engenharias) que todo gestor deve ter em mente ao tomar suas decisões. São: engenharia de pessoas, financeira, jurídica, política, logística, ambiental e social, de marketing, Junto com as áreas, ele enumera algumas qualidades aconselháveis: transparência e ética, pensar grande, perseverança, fluidez, liderança, paixão, sorte, capital de risco, stop loss, dividir resultados, conectividade, humildade e meritocracia. Sofreu alguns reveses nos negócios mas sua capacidade em superar e empreender sempre deu a volta por cima.

Foi  um dos maiores doadores de patrocínios a jornalistas,  pequenos empresários, eventos extra Casablanca  e ações de caridade.  No campo social não ficou por ai presenteou em 2007 a seleção nacional de basquetebol e toda delegação com uma viatura como premio de conquista do titulo continental foram  30 viaturas  um feito para história, técnico da seleção  de handebol que teve um derrame cerebral e ficou impossibilitado de continuar a trabalhar na seleção de Angola   também teve a mão generosa de Riquinho  com oferta de uma viatura .o casal de cegos   paraolímpicos também receberam uma viatura . já instituto nacional da criança foram agraciados com um autocarro   e mesmo veiculo para todos comitês municipais do partido da qual ele milita.

 

É de facto uma carteira de serviços e êxitos no campo profissional sem paralelo nesse universo  e acredita-se  poucas pessoas no mundo conseguem escrever um percurso brilhante  como o de Riquinho. O empresário explica o que motiva ajudar quem o solicita: Nunca passou fome a sua sensibilidade vem da sua humanidade apesar do jeito grosso que as vezes aparenta e mostra.   Desde muito cedo saiu de casa e ele teve que guiar a sua própria vida e essa experiência o fez ser uma pessoa sofredora e  crescer  com vida  sempre fez tudo muito precocemente desde ser pioneiro, estudar fora,  trabalhar cedo e ser sempre primeiro e melhor em tudo faz.

 

Mas por incrível que pareça é humilde.  E como recebeu patrocínios e apoios de outros para ser o mega empresário que é também o faz para de alguma maneira agradecer a quem o ajudou também.  E ainda continua mais com menor intensidade, pois tem ajuda de outros empresários amigos que partilha com eles os mesmo ideais.

Os músicos seus maiores fregueses já apoiou edição de discos já incluiu músicos em espetáculos com grandes nomes da musica. Fala-se mesmo que foi pai das carreiras de Paulo Flores, Yuri da cunha e Yanick estes dois últimos mesmo sem disco no mercado  realizou com eles mais de 100 espetáculos. Teve também  a mão na entrada definitiva de Waldemar Bastos   para Angola  na altura Waldemar Bastos era tido como uma pessoa não grata  e Riquinho com coragem trouxe a Angola  e levou ao palácio Presidencial para cantar e  emocionado ofereceu a sua coletânea de álbuns ao presidente da Republica  e historia repete-se em Bonga onde Riquinho foi mediador da reconciliação entre musico e Presidente da Republica e ainda cantou para partido que dizia-se que era adverso.

 

Casablanca

 

Com larga experiência na concepção e realização de eventos, a Casablanca é responsável pela produção de grandes eventos que se tornaram marcas conhecidas em todo  Angola  . Exemplos disso são o Réveillon Casablanca, os festivais da Paz,  galas anuais.   O grupo também é especializado na produção de shows .

E realizou vários grandes show em Portugal para celebrar a Paz.  Contratou 500 músicos internacionais, 1000 músicos nacionais, 1000 espetáculos internacionais , 1500 espetáculos nacionais é sem duvida é a maior empresa   de espetáculos de Angola e África e 3º melhor do mundo em Números.

Casa Real

 

O  Desporto  é essencial para uma melhor qualidade de vida assim como o conhecimento faz diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano para as crianças e adolescentes o esporte proporciona momentos riscos em sua aprendizagem. Ao praticar um  desporto  expressamos sentimentos, crenças, valores enfim nosso modo de sentir e perceber o mundo.

Os  desportos  coletivos e/ou individuais auxiliam a formação de conceitos básicos de cidadania os aspectos afetivos, sociais, cognitivos, culturais e biológicos do esporte muito contribuem para questionamento de situações e problemas.

E sabendo da importância do desporto acima descrito que  Em 2005  Henrique Miguel Riquinho surge no mercado com objetivo de cobrir uma lacuna que existia  no mercado na gestão desportiva e estória da casa Real é será sempre ligada com classificação de Angola Ao Mundial foi na gestão Riquinho que conseguimos tal façanha  e depois da classificação  leva uma delegação de 350 pessoas  ao mundial da Alemanha a maior delegação cultural e desportiva a sair de angola para estrangeiro de todos tempo em Angola  suportada por uma empresa privada . em 2007 começa logo com grande eventos desportivos e có organiza  o Afrobasket  em Angola e agosto do mesmo ano organiza a taça de África de clubes campeões  de basquetebol  e 2008 produz o Can de Handebol em 2008.  Neste mesmo ano assume a realização de dos principais jogos de futebol, handebol, hóquei   e basquetebol  e outras modalidades dos maiores clube de Angola    e das seleções nacionais.

CASA CAR

 

No campo empresarial desenvolveu a casa car empresa de gestão de transportes onde colaborou bastante nos transportes desportivos de clubes e varias seleções  nacionais.  Supriu uma grande necessidade transportes adequados para as organizações desportivas.  Fez grandes promoções de dezembro vendendo viaturas a preço de compra para juventude num total apoio a este setor vital da sociedade. Tornou banal a compra de carros novos e levou esses mesmos carros para os campos a fim impulsionar o regressos aos estádios do publico fã de desporto.  Não sendo o lucro comercial só seu grande objetivo.

 

CASA LAR

 

Henrique Miguel entrou também no ramo das construções dois grandes projetos tiveram destaque nomeadamente: Projecto Chave na mão e não saia do seu Kimbo projetos habitacionais de grande impacto.    O primeiro permitia o cidadão comum   com objetivo de construir família  ter na casalar o seu parceiro onde ele cuidava da casa e do seu carro coisas essenciais para quem vai começar uma família. E segundo ajudava o cidadão a ter um lar com qualidade sem no entanto sair do seu musseque ou seu bairro de origem.

Projetos esses que acredita-se que provavelmente  serão  implementados no projeto de 1 milhão de casas do Governo

 

CASA FONE

 

Por enquanto é uma pequena loja estratégica que vende telefones, material de informática, CDs de musicas nacionais e internacionais, e grande base da Casablanca para venda de bilhetes para show e da casa real para ingressos para eventos desportivos. É lá onde  também toda correspondência do grupo casarão vai parar  pela sua boa localização geográfica. E riquinho é ambicioso ele pretende criar  terceira operadora móvel do pais. Que segundo ele merece essa ter a licença já pedida a ao governo  e espera pelos contributo que fez ao pais ter essa recompensa .

 

CASA LIMPA: Empresa de limpeza e de produtos de limpeza que no futuro contara com uma fabrica de produtos de limpeza, sabonetes, pasta de dentes, shampoo e etc.

CASA DA COMIDA : Serviços  de gestão de cozinhas e alimentação e Take Away

CASA SEGURA-  serviços de proteção e segurança que já funciona internamente com seus assistentes no jogos e espetáculos mas vai tornar ela em empresa fazendo um serviço profissional.

Condecorações &  Reconhecimento

 

Riquinho também é grande nos prémios que recebe  e as condecorações e reconhecimentos são inúmeras veja algumas delas.

  • 1997. Louvor de reconhecimento feito pelo PR (ver Anexo )
  • 2004- Premio de espetáculo do Ano Busta Rhymes no Moda Luanda 2004  dado pela step model´s de  Karina Barbosa.  (Cine Tropical )
  • 2004 Premio Unitel o Maior cliente do Ano (relógio de ouro  da marca  Chopard ,  da loja Isabel dos santos do Hotel Tropico) gastos de mais 100 mil usd em chamadas telefônicas.
  • 2005- Medalha  de Angola 30 anos
  • 2006- Leão de ouro  FILDA, Maior promotora de espetáculos.
  • 2006 e 2007  – menção honrosa premio radio Luanda empresário do Ano
  • 2007. Louvor de reconhecimento do Fundo Lwini (1ª dama da Republica) { ver anexo}
  • 20O7. Louvor de Agradecimento. JMPLA, MPLA LUANDA.
  • 2007- Premio de maior promotor de espetáculos de África – No festival Pan-africano de musica em Brazaville/Kinshasa.
  • 2008-  varias notas de agradecimento , do Instituto Nacional do Sida VARIAS NOTAS DE, Professora Rosa Roque, Instituto Nacional da Criança e  outros.
  • 2009. Diploma de Mérito e Medalha dos 50 anos do Partido.

 

Outros feitos notáveis de realce e notabilidade em prol do Angola e do Estado  do Grupo Casarão

 

  • ida ao festival mundial da juventude e estudantes em Caracas Venezuela com uma delegação de 200 pessoas com custos todos pagos pelo empresário.
  • Realizou megas espetáculos em Portugal e no Brasil no Copacabana Palace. Este ultimo pela primeira vez fez gerencia do hotel colocar a bandeira de Angola no Hall de entrada. Um hotel onde só a elite  frequenta e com  bastante prestigio mundial. Já em Portugal a frente dele só organização do rock in rio supera e trouxe mais artistas  de renome  internacional do que ele em simultâneo.

 

  • ida ao mundial  de futebol com uma delegação de 350 pessoas entre músicos, desportistas, atores, misses, modelos, manequins,  cineastas, expositores, gastrônomos, escritores  e artistas das mais diversas áreas.
  • produção da maior obra discográfica de todos os tempos cd força Angola, no âmbito do mundial de Futebol,  com participação dos 20 melhores músicos Angolanos .100 mil copias distribuídas e vendidas para todo mundo.  Segundo a Billboard foi álbum depois do oficial da Fifa que mais vendeu.
  • Co- produziu  o Afrobasket  em 2007 em em 5 províncias
  • Produziu o can de Handebol em 2008 em 5 províncias
  • Organizou a taça dos clubes campões em 2 províncias
  • Mais  de 20 presenças do chefe do estado Angolano  em eventos Organizados e co-organizados pelo Senhor Henrique Miguel. ou musicos que foram cantar no palácio Presidencial

 

Veja alguns eventos em  que o presidente da republica de angola esteve presente.



 

Cultura

  • Ø  Giliard (Palácio  Presidencial) jardim da cidade alta
  • Ø  Alexandre Pires (Palácio  Presidencial) jardim da cidade alta
  • Ø  Djavan (Karl Marx )
  • Ø  Roberto Carlos (Cine Tropical )
  • Ø  JULIO IGLESIAS ( Cine Tropical )
  • Ø  Cesária Évora  ( Cine Tropical )
  • Ø  EVE (Cine Karl Marx )
  • Ø  Banda Revelação e Jose Augusto (Cine Karl Marx )
  • Ø Té Macedo  (Cine Atlântico )
  • Ø  Waldemar Bastos , Ângelo Boss. Don Kikas (Palácio  Presidencial) jardim da cidade alta

 

  • Desporto
  • Ø  Jogo de Futebol  -ANGOLA X ZAMBIA  (setembro 2006)
  • Ø  Final da taça de Angola  (novembro 2006)
  • Ø  Afrobasket de (Agosto 2007  )Cerimonia de abertura e de enceramento
  • Ø  Jogo de Futebol ANGOLA X QUENIA (outubro  2007)
  • Ø  Final da taça de Angola (novembro 2007)
  • Ø  Can de Handebol (Janeiro 2008 )
  • Ø  Final da taça de Angola (Novembro  2008 )
  • Ø  Final da taça Angola  (Novembro 2009)
  • Ø  Jogos dos Astros Com Pelé & Eusébio  (Janeiro  2010)
  • Ø  Jogo de Futebol de campeonato nacional 2010  entre 1º  De Agosto  VS Petro de Luanda( fevereiro )
  • Como já referi ao longo do texto é recorde  digno de estar no livros recordes (guineense book)  e diga-se de passagem é um feito quase imbatível desse angolano.

 

Ele conta ainda para os próximos anos Receber o premio nacional e da cultura, Reconhecimento no desporto, elevação  das casas reais e Casablanca a caráter  filantrópico  para poder contar com apoio do orçamento geral do estado.

A personalidade desperta as mais variadas percepções entre executivos e especialistas e publico Angolano, tais como aventureiro, agressivo, brilhante, ousado, exibicionista,  trabalhador,  megalomaníaco e visionário. Para Riquinho, dentro de 10 anos a Casablanca   será a primeira potência em relação ao showbiz mundial, para a qual pretende trabalhar como “um soldado no propósito de construir uma Angola  de primeiro mundo”.

Nos platina sabemos melhor do que ninguém das más ações do empresário em causa, sabemos também dos defeitos de personalidade do mesmo.  Mais quanto esse item não temos competência para julgar ninguém. A ideia desse artigo é mostrar ao universo platina de 166 países que existem pessoas  com  feitos único e extraordinário e nenhum facto estaria aqui  se não fosse verdade. Da mesma maneira que já o criticamos negativamente também  temos modéstia de criticar positivamente; E como seremos os primeiros a criticar se ele voltar cometer falhas.  Mais exemplos desses da  nossa Angola poderão ler e ver publicada as historias aqui na platina portanto desfrute com exclusividade  uma historia de superação e  conquistas desse Empresário.

 

1997. Louvor de reconhecimento feito pelo PR

 

 

 

 

 

2005. Louvor de reconhecimento do Fundo Lwini (1ª dama da Republica)

Segunda, 05 Setembro 2011 18:00

Rihanna "ROCNATION até morrer"

Escrito por Sarchel Necesio

O mistério em torno do próximo lançamento de Rihanna ainda não chegou ao fim, mas a cantora já desmentiu que o novo projeto seria o relançamento do álbum "LOUD". Durante uma conversa com fãs no Twitter, Rihanna, que foi vista na semana anterior saindo do estúdio de gravação, falou sobre novas músicas.

"Eu pensei no relançamento, mas 'LOUD' tem sua própria cara. E vocês trabalham tão duro que merecem algo totalmente novo", escreveu no microblog.

 

Rihanna aproveitou o Twitter e também desmentiu os boatos de que iria deixar de ser assessorada pela empresa de Jay-Z. "ROCNATION até morrer", compartilhou com seus seguidores.

 

Nesta terça-feira, duas campanhas de marketing arrancaram elogios e suspiros dos publicitários que participam do festival de Cannes – e faturaram os maiores prêmios do dia.

A primeira, que levou o prêmio máximo – chamado Grand Prix – na categoria Outdoor, foi feita pela agência nova-iorquina Droga5, para a Microsoft. A gigante digital precisava de uma ação que divulgasse ao público jovem o novo sistema de mapas de seu site de buscas, o Bing. Os publicitários da Droga5, então, souberam que o rapper Jay-Z iria lançar um livro e decidiram unir as duas coisas.

 

Foto: Divulgação

Outdoor no fundo da piscina: mais de R$ 1,7 bilhão em exposição na mídia para o Bing

As 320 páginas da auto-biografia do músico foram espalhadas por diversas cidades, de acordo com o contexto de cada passagem do texto. Assim, algumas viraram outdoors à beira-mar, outras foram parar em guetos de subúrbios – mas a campanha foi além do convencional. Certas páginas foram impressas também em fundos de piscina, tabelas de basquete, pratos de restaurantes, guitarras e até dentro de jaquetas de couro.

Os fãs encontravam as peças, fotografavam e montavam coletivamente o livro através de um site do Bing. No terceiro dia da campanha, a obra tinha sido completada. A repercussão na mídia gerou mais de R$ 1,7 bilhão em visibilidade gratuita para a marca. O livro, depois de lançado, foi direto para a lista dos mais vendidos. “É uma ideia sem limites, que levou muito além as fronteiras desse tipo de mídia”, diz o presidente do júri, Olivier Altmann, do grupo Publicis.

Diversos jurados teceram elogios e mesmo os jornalistas presentes à coletiva aplaudiram e se entusiasmaram – um deles disse que não é uma peça de propaganda, mas de arte. Uma repórter chinesa, porém, criticou o fato de que o rapper apareceu mais do que a marca que contratou a campanha. “Não vejo problema”, respondeu o jurado brasileiro Alan Strozemberg, da agência Z+. Ao ouvir que, devido a isso, poderia ter sido uma campanha de qualquer buscador, como o Google, Strozemberg explica: “Da mesma forma, o slogan ‘just do it’ poderia ter sido da Adidas. Quem fez primeiro foi o Bing, agora isso pertence a ele”.

 

Foto: Divulgação

O supermercado virtual coreano: "Mostra como as coisas serão", 

 

 

 

Na categoria Media, levou duas pratas – para a Talent/Semp Toshiba e JWT/Coca-Cola – e dois bronzes – para FNazca/Nike, com acampanha da República Popular do Corinthians, e para a Babel/Asics. Nas campanhas de Rádio, as agências nacionais ganharam três bronzes: Ogilvy/Motorola, JWT/91FM e JWT/Coca-Cola. Em Outdoor, o Brasil levou noves pratas (quatro para a AlmappBBDO, quatro para a Ogilvy e uma para a Publicis) e 26 bronzes (com destaques para a MOMA Propaganda, Z+ e AlmapBBDO).

Outro trabalho que gerou comoção foi o “supermercado impresso”, criado pela agência Cheil para a rede varejista Tesco – que na Coreia do Sul se chama HomePlus. Premiada com o Grand Prix da categoria Media, a ação tinha como desafio fazer as vendas aumentarem naquele país, sem que o número de lojas da cadeia fosse ampliado. Para isso, foram criadas reproduções impressas das prateleiras dos supermercados HomePlus e colocadas nas paredes do metrô de Seul. Quem passava, claro, podia fotografar um código de cada produto com o celular e ter as compras entregues em casa mais tarde.

A campanha conseguiu colocar a HomePlus em primeiro nas vendas online do país. Mas, nem por isso, gerou um aumento de tráfego espantoso – apenas 10 mil acessos de clientes, algo que redes como a Amazon certamente tiveram desde que você começou a ler esse texto. “Discutimos muito essa questão do resultado durante a availação”, diz o jurado brasileiro na categoria, Ezra Geld. “Mas achamos que o mais importante é que se tratava de um trabalho que mostrava como as coisas serão no futuro – e a decisão foi quase unânime”, afirma.

Mais dois trabalhos chamaram a atenção na categoria Media. Num deles, a WWF criou um tipo de extensão de arquivo digital de texto, o .wwf, que funciona como um .pdf (da Adobe), mas não pode ser impresso, salvando árvores. O outro foi uma iniciativa do grupo japonês Iwate, que colocou notícias felizes nos jornais do país – como nascimentos e casamentos – após os desastres naturais deste ano. “Os jornais só tinham notícia ruim, aquilo causava um grande trauma para o povo”, diz o jurado japonês da categoria, Keiichi Higuchi. “Precisávamos de boas notícias, e a campanha fez isso”. As duas ações foram premiadas com Leões de Ouro.

Escrevi uma vez num ensaio para a Penthouse que Elizabeth Taylor foi uma “pré-feminista” e que “ela detém um poder sexual que o feminismo não consegue explicar e tentou destruir”. E argumentei: “Através de estrelas como Taylor, pressentimos o impacto de mulheres lendárias como Dalila, Salomé e Helena de Tróia que sacudiram mundos. O feminismo tem tentado desvalorizar a mulher fatal como um libelo misógino, um estereótipo vetusto. Mas a mulher fatal exprime o antigo e eterno domínio feminino da esfera do sexual.”



Nessa altura, em 1992, Taylor ainda era subestimada como actriz. Ninguém a levava a sério – e ela até brincava com isso publicamente. Quando eu escrevi esse texto, Meryl Streep era constantemente aclamada como a maior actriz de todos os tempos. Eu rebelei-me em absoluto contra isso e lancei esse protesto por pensar que Taylor era realmente melhor actriz, embora Streep dominasse uma certa competência técnica.

 



À medida que a década foi avançando e as pessoas tiveram a oportunidade de ver os antigos filmes de Taylor nas televisões por cabo, começaram a vê-la de outra maneira e a sua força como actriz tornou-se evidente. Com o tempo – mas depois, claro, do auge da sua carreira –, Taylor conquistou finalmente o respeito de toda a gente.

 



Para mim, a importância de Taylor como actriz reside no facto de ela representar uma feminilidade que é hoje impossível de encontrar nas telas inglesas ou americanas. Essa feminilidade radicava na realidade hormonal – na vitalidade da Natureza. Ela era, por si só, um ataque em forma de gente ao pós-modernismo e ao pós-estruturalismo que afirmam que o género não passa de uma construção social.

 

 



Deixem-me dar um exemplo. Os Miúdos Estão Bem, de Lisa Cholodenko, é um filme fantástico, mas Julianne Moore e Annette Bening – que está lindamente e devia ter ganhado o Óscar pelo seu retrato prototípico de uma mulher de carreira da América contemporânea – surgem penosamente escanzeladas no ecrã. Trata-se do visual faminto padrão que é hoje projectado pelas estrelas de Hollywood: uma silhueta ossuda, anoréctica, esculpida a Pilates, que não tem nada a ver com a imagem das mulheres tal como a maioria das pessoas as vêem. Há quase alguma coisa de andróide nas representações de mulheres que nos estão a ser dadas por Hollywood.

 

 



Se Gwyneth Paltrow tivesse crescido nos anos 30, teria sido considerada um mono irremediavelmente desengraçado e detestaria a sua figura esgalgada. Mas não há nada nela que hoje não esteja a ser vendido às jovens americanas como ideal supremo. A imagem de Taylor foi, de início, uma continuação da de Ava Gardner. Eram senhoras de um vigor e de uma espontaneidade naturais, de um magnetismo animal, embora tanto uma como outra não dominassem, no princípio das suas carreiras, capacidades técnicas básicas, em particular a dicção. É por isso que as pessoas elogiam Streep: “Ah, ela faz os sotaques tão bem… Ah, a articulação dela é perfeita…” Mas ela não habita realmente as suas personagens, limita-se a vesti-las. Streep está sempre a mascarar-se. Mas é tão superficial. Vem tudo do cérebro, não do corpo ou do coração.

 



Richard Burton, de quem se dizia que sucederia a Laurence Olivier como o grande actor shakespeariano, comentava frequentemente que aprendera muito com Taylor sobre a forma de trabalhar com a câmara. A representação cinematográfica é extremamente sóbria. O mais pequeno pestanejar diz muito, e é aí que Taylor era muito superior a Streep. Streep está sempre a dar à manivela, a esforçar-se, exigindo que o público agradeça: “Vejam o que tenho de passar! Vejam o que faço por vocês!” Streep é uma boa actriz, é uma actriz inteligente, mas não chega aos calcanhares de Taylor na tela. Porque não tinha formação teatral como Streep, Taylor tinha debilidades vocais; quando falava mais alto tornava-se, por vezes, um pouco esganiçada – o que era perfeito para a Martha de Quem Tem Medo de Virginia Woolf, mas não tanto para Cleópatra. Mas era um fruto maduro, opulento, sumarento. Taylor tinha um imenso amor pela vida.

 

 



Adorava comer e beber, adorava ninharias e tinha um sentido de humor fantástico – dizia-se que as gargalhadas estridentes dela se ouviam a um quilómetro de distância. Era uma mulher básica e terra-a-terra que também era capaz de fazer de rainha se fosse preciso. As suas representações são indeléveis – por exemplo, aquele plano interminável no final deBruscamente no Verão Passado quando Catherine se recorda, finalmente, da forma como o seu primo gay, Sebastian, foi massacrado e canibalizado por um grupo de rapazes que queria engatar.

 



Taylor foi uma colossal deusa pagã para mim desde os meus 11 ou 12 anos. Tive o privilégio de a ver no seu auge. E a minha sensibilidade como feminista e crítica cultural foi fortemente influenciada por ela. Na América, durante os anos 50, as loiras eram o supremo ideal ariano. As atrevidas, como Doris Day, Debbie Reynolds e Sandra Dee, mandavam no galinheiro. E depois havia Taylor, com aquele visual étnico, morena, deslumbrante. Parecia ser judia, italiana, espanhola ou mesmo moura. Era verdadeiramente transcultural – uma resistência radical ao domínio das loiras rainhas de beleza dos liceus e cheerleaders. E depois a sua sensualidade indisfarçada naquele período de puritanismo: que ousadia! Andava com uns atrás dos outros.

 



A tragédia da morte do marido, o produtor Mike Todd, num desastre de avião – e, logo a seguir, rouba o cantor Eddie Fisher a Debbie Reynolds. Não há palavras que descrevam a satisfação que senti com a enorme humilhação que ela infligiu a Reynolds. Entretanto, acabei por respeitar tanto Reynolds como Doris Day que foram excelentes comediantes, mas na altura não as suportava. Representavam o ideal de menina bem-comportada e xaroposa que os pais e os professores e todas as referências culturais tentavam impor-me, a mim e aos jovens da minha geração. Taylor era má. Era uma rapariga mal-comportada. E eu adorava isso.

 

 



Havia nela algo de robusto quando comparada com os vulneráveis frangalhos emocionais que eram Marilyn Monroe e Rita Hayworth. Hayworth também projectava uma feminilidade abrasadora no ecrã, mas Taylor era rija. Tinha instinto de sobrevivência. E esse era outro dos seus trunfos: a forma como conseguia superar todas as tragédias pessoais e experiências de quase-morte e canalizar esse capital de sofrimento para a representação. Quem se pode esquecer de quando esteve quase a morrer de pneumonia em Londres, em 1961? Foi fotografada a ser levada de maca para o hospital, onde fez uma traqueotomia de urgência. Mas regressa rapidamente e ganha um Óscar com O Número do Amor.

 

 



Numa das grandes noites televisivas da minha vida, vi a cerimónia dos Óscares da Academia e rezei incessantemente para que ela ganhasse. Ela subiu ao palco, com o pescoço descoberto, sem uma ligadura, sem um penso rápido sequer a tapar a cicatriz, que estava à vista de todos, e disse, numa voz débil e emocionada: “Muito, muito obrigada.” Fiquei delirante! No dia a seguir, na escola, tive de fazer um esforço enorme para me concentrar. E depois aquelas gloriosas fotografias a cores na revista Look, com ela sentada numa festa, segurando serenamente o seu Óscar – deslumbrante!

 

 



O Número do Amor (em que Taylor encarna uma call girl de luxo de Manhattan) era a minha bíblia. Ela não o queria fazer e toda a vida o detestou, mas aquele filme representou tudo para mim na minha adolescência. A primeira cena dela no filme, numa combinação branca justíssima, é fantástica. O vestido jaz rasgado no chão, ela lava os dentes com uísque e, furiosa, escreve no espelho a bâton: “Não estou à venda!” Para mim, ela representava a mulher sensual na sua expressão máxima.

 

 



Há muito que as feministas acusam as sex symbols de Hollywood de serem objectos sexuais, meras mercadorias, passivas aos olhos dos homens – que disparate! E O Número do Amordemonstra-o. Há uma cena incrível num bar em que ela veste um elegante vestido preto e está a discutir com Laurence Harvey. Ele agarra-a pelo braço e ela espeta-lhe o salto agulha num pé. É homem versus mulher numa feroz luta entre iguais. Ele é forte, mas ela não lhe fica atrás. Essa cena mostra a força e a intensidade da heterossexualidade, com todas as suas tensões e conflitos. Mostra também como a cinematografia de Hollywood anda pelas ruas da amargura, como o sexo se tornou falso e fabricado.

 



Já não há erotismo verdadeiro. O Número do Amor ressuma erotismo, dada a distância psicológica e a atracção animal entre homem e mulher. Os homens de negócios do filme estão todos de uniforme com os seus fatos pretos. São uma horda de lacaios idênticos e sem identidade. Têm riqueza, têm poder, mas não são nada quando comparados com ela. O filme capta na perfeição as complexidades e as batalhas da sexualidade – que se perderam todas nesta nossa era de fácil gender-bending. Hoje em dia tornou-se tudo tão brando, tão chato.

 



Não há dúvida de que a era das grandes rainhas do cinema chegou ao fim. Sharon Stone teve o seu momento solar em Instinto Fatal. Não apenas na famosa cena de interrogatório na esquadra, mas ela mandava no sexo e na câmara em todo o filme. Foi um desempenho espectacular – mas, depois, o filme como que se autodestrói. Na altura, tive um breve momento de esperança: será que o sexo à maneira de Hollywood está finalmente de volta? Mas não. Nunca mais conseguiram nada de tão bom para Stone e a oportunidade desvaneceu-se.

 



Angelina Jolie esteve espantosa em Gia, filme em que faz o papel da modelo bissexual Gia Carangi, que morreu de sida. Tinha a sensualidade e a energia animal de Ava Gardner, que praticamente ninguém conseguiu até hoje replicar. Mas, depois de se ter tornado imensamente famosa no mundo inteiro, Jolie decidiu tornar-se uma grande humanitária. De repente, pensa que é embaixadora das Nações Unidas para toda a miséria humana do planeta. Tudo se torna high concept e em breve terá uma colecção multi-racial de filhos. O resultado é o esbatimento total da sua imagem artística. De certa forma, Jolie tem o problema de ser uma estrela na era dos paparazzi – em que se é muito mais acossado do que até Taylor foi, em que quase não existe um lugar na Terra onde se possa pensar sossegado.

 



Assim, Jolie tornou-se defensiva e dissimulada e hoje há algo de demasiado calculado e manipulador na sua imagem pública – e ela é menos interessante do que já foi. Claro que não há ninguém a escrever grandes papéis para ela. Jolie obtém papéis em filmes de aventuras, como Lara Croft em Tomb Raider, em que uma mulher contemporânea tem de mostrar que é rija e que consegue andar à porrada com os homens. Mas não tenho a certeza de que conseguisse dar conta de papéis que Taylor interpretou tão bem, como Gata em Telhado de Zinco Quente. Há descontracção no cerne do estilo de representação de Taylor – e em Elizabeth Taylor, a mulher –, ao passo que se sente sempre uma certa cautela ou tensão em Jolie.

 



Vivemos num período em que tudo, tanto o corpo como o espírito, tem de estar em boas condições. E isso deve-se, em parte, ao facto de estarmos na era pós-grandes estúdios. Taylor foi uma criação do velho sistema de estúdios de Hollywood. Na verdade, foi uma das suas últimas grandes produções. E num estúdio era-se muito protegido enquanto se crescia. Era um ambiente familiar que algumas pessoas (como Katharine Hepburn e Bette Davis) achavam claustrofóbico. Mas foi fundamental para alguém como Taylor. Jolie, pelo contrário, teve uma vida dura, instável, cheia de altos e baixos. É rija, é uma sobrevivente, é um pouco cínica. Em Taylor nunca se sente cinismo. Ela é cínica quando tem de dar essa faceta, como em Quem Tem Medo de Virginia Woolf, mas ela própria não o é. Nunca houve um grama de cinismo nela. Ao que toda a gente diz, era uma mulher calorosa e maternal.

 

 



E há outra coisa: todas as estrelas acumulam filhos, recrutando exércitos de amas. Apesar de todos os seus filhos, ninguém diria de Jolie que é maternal. A maternalidade de Taylor, porém, é fundamental para o seu poder heterossexual. Ela era capaz de controlar os homens. Ela gostava de homens. E os homens gostavam dela. Havia química entre ela e os homens, e essa química derivava do seu instinto maternal. Há anos que escrevo sobre isto, em parte porque vi a actuação de Taylor na tela e fora dela. A mulher heterossexual feliz e bem sucedida sente ternura e instinto maternal em relação aos homens, mas isso perdeu-se completamente na nossa era feminista. Hoje, as mulheres dizem aos homens: tens de ser o meu companheiro e tens de ser igual a uma mulher; tens de ser o meu melhor amigo e ouvir-me tagarelar. Por outras palavras, as mulheres já não gostam bem dos homens; elas querem que os homens se comportem como se fossem mulheres.

 

 



Taylor gostava de homens e os homens gostavam de estar com ela porque sentiam isso. Mas não era uma pessoa fácil. Respondia na mesma moeda. Tinha discussões de partir tudo com Burton, e adorava-as. Nunca nenhum homem mandou nela. Nem por um segundo.



Exclusivo Sunday Times  .  Tradução de Maria Eugénia Colaço

 

* Camille Paglia é professora de Humanidades e Estudos dos Media na Universidade das Artes de Filadélfia. Pode ler-se a versão original deste artigo em Salon.com. Publicado com autorização.

Respondem pelo apelido de Bloomberg, Hilton, Lauren, Fendi, Arnault..., têm entre 25 e 35 anos e fazem parte das well born, o clã hiperselecto das jovens e belas herdeiras. Mais do que um simples rótulo, este estatuto está-lhes inscrito no ADN: o pai ou o avô fizeram fortuna no petróleo, nos media, no sector imobiliário, na moda ou na indústria do luxo.

Compete-lhes viverem com esse pedigree. E é aí que as coisas se tornam interessantes. Porque a herdeira é um espécimen em vias de mutação. Bastaram três décadas para redefinir muito claramente a distribuição das cartas. Se ontem ela se contentava em brincar às bonecas de salão, em se pavonear na ponte de um qualquer iate esperando ajuizadamente que um homem a desposasse, hoje ela muda de postura.

Um vento de independência sopra sobre a herdeira da nova geração. Seja na arte de brincar com os nervos do pessoal da imprensa (Paris, és tu?) ou na arte de fazer negócio, a ociosidade já não é opção. Ivanka Trump juntou-se ao grupo familiar no ano passado, Dylan Lauren tornou-se rainha dos bombons além-fronteiras, Delfina Delettrez Fendi presenteia umas happy few com as suas jóias extravagantes. Em suma, a herdeira mostra no dia-a-dia que, mais do que um pedigree fora do comum, tem desejos e talento. A prova das quatro.




A WORKING GIRL AMERICANA
Georgina Bloomberg
, filha de Michael Bloomberg, fundador da Bloomberg L.P. (uma sociedade de informações financeiras) e Presidente da Câmara de Nova Iorque desde 2002.

Dylan Lauren, filha do estilista Ralph Lauren.
Amanda Hearst, bisneta de William Randolph Hearst, grande magnata da imprensa escrita.
Paris e Nicky Hilton, bisnetas de Conrad Hilton, fundador da cadeia de hotéis Hilton.
Hayley Bloomingdale, trineta do criador dos armazéns Bloomingdale’s.
Olympia e Fiona Scarry, netas de Richard Scarry, célebre autor e ilustrador de livros para crianças.

Cabeça de lista
Ivanka Trump
. Filha do magnata do sector imobiliário Donald Trump, encarna a perfeita herdeira à americana, nomeada, aos 29 anos, vice-presidente do departamento de desenvolvimento e aquisições da empresa familiar, a Trump Organisation. Como Ivanka é também uma rapariga sofisticada que se sabe pôr ao mesmo nível dos nobodies como nós, publicou no ano passado um best-seller além-fronteiras, The Trump Card.
Uma bíblia para quem sonha viver como uma herdeira... sem o ser.

Sinais particulares
working girl tem acentuado gosto pelos negócios, pelas cotações da bolsa. Depois de ter passado pelas universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos, ou se junta à indústria da família ou se lança a solo. É o caso de Dylan Lauren, que criou a sua empresa de candys há cinco anos. Um passatempo de menina rica a precisar de sensações fortes? Errado. A sua Dylan’s Candy Bar é hoje a maior insígnia de bombons do mundo. E os negócios correm-lhe nas veias, digo-vos eu.

Look
Entediante! A herdeira made in USA é... perfeita. Tão perfeita que se torna enfadonha. Tudo está sob controlo. Uma madeixa louca? As slim um pouco coçadas? O perfecto um pouco rebelde? “O que é isso?” Prefere apostar nos básicos. Acrescentemos-lhe um penteado em banana preso com quatro ganchos, uma maquilhagem exagerada, brincos-pérola, e está completa a panóplia.


QG (Quality Group) Shopping
Pontos de referência? A Quinta Avenida e a Madison Avenue, que percorre em sabrinas Michael Kors quando a limusina da família não se encontra à esquina à sua espera. Uma sorte a sua loja preferida, Bergdorf Goodman, ficar a apenas alguns quarteirões da sua penthouse no Upper East Side.

Criadores preferidos
Diane von Furstenberg para tudo, Jimmy Choo para os escarpins, Ralph Lauren para um estilo chique descontraído, Tory Burch para os acessórios, Tiffany&Co e David Yurman para as jóias.






A FRANCESA AMBICIOSA
Lorraine Ricard
, neta de Paul Ricard.
Prisca Courtin, neta de Jacques Courtin Clarins.
Jessica Sebaoun-Darty, filha de Isabelle Darty, herdeira Darty. Casou em 2008 com Jean Sarkozy. 
Athina Onassis. Esta jovem franco-grega é a única herdeira do famoso armador.

Cabeça de lista
Delphine Arnault. Aos 35 anos, ela tem tudo a seu favor. Um físico de modelo e um cérebro sempre alerta. Em 2001, junta-se à empresa da família. É actualmente directora-geral adjunta da Dior e membro do Conselho de Administração da LVMH. Do pai herdou a discrição, a humanidade, a determinação e um verdadeiro sentido do luxo.

Sinais particulares
A discrição. A herdeira francesa não dá azo a falatórios. É o desgosto do pessoal da imprensa. O seu segredo? Ser empreendedora. Juntar-se ao grupo da família e trabalhar. Ambiciosa e determinada: são estes os principais traços de personalidade desta rapariga do Cac 40 (índice bolsista). Orgulhosa também, porque em nada renega as suas origens. E tem orgulho no património da família, no sucesso dos seus antepassados. Está, pois, traçado o seu destino: participar nesta bela aventura.

Look
Clássico sofisticado. Aposta na sobriedade e na simplicidade. Gosta de bons materiais. É a encarnação do anti-bling-bling. Um look discreto que corresponde ao seu temperamento de low profile ambiciosa.

QG Shopping
A rua de Passy em todos os sentidos. As galerias de Franck et Fils já não têm segredos para elas. O Montaigne Market continua incontornável para se chegar a criadores mais actuais. Para uma beauty pause, Dior Institut, na Plaza Athénée (ou o spa Clarins, no Royal Monceau). Louca por arte contemporânea, atravessa o Sena para ir às galerias da margem esquerda.

Criadores preferidos
Dior evidentemente, roupa e acessórios. E os outros clássicos da elegância: Hermès para os lenços de pescoço, Chanel para o famoso casaquinho de tailleur, Gaia Repossi para as jóias, Chloé para os sapatos, Vuitton para as estolas.




A INGLESA EXCÊNTRICA
Holly Branson
, filha de sir Richard Branson, criador da Virgin.
Tamara Ecclestone, filha do patrono da Fórmula 1, Bernie Ecclestone.
Sofia Barclay, filha de Aidan Barclay, presidente do Telegraph Media Group, e neta de sir David Barclay.
Mary Olivia Charteris, filha de Catherine Guinness e sobrinha de Daphne Guinness, herdeira da bebida com o mesmo nome.
Sophia Fermor-Hesketh, filha de lord Alexander Hesketh. 

Cabeça de lista
Lady Eloise Anson. Filha do fotógrafo lord Patrick Lichfield, primo da rainha Elisabeth II, é imprevisível até no corte de cabelo. Brinca ora aos modelos, ora aos profissionais de maquilhagem, ora às actrizes ou aos rostos de uma marca. É amiga do príncipe William.

Sinais particulares
A Brit girl tem o seu quê de loucura. Ora trash, ora rebelde, lady ou punky... Algumas estudam comédia ou história de arte ao passo que outras tentam a pediatria. Aliás, não é raro que a herdeira britânica faça tudo isso ao mesmo tempo. É inútil procurar uma lógica, porque não existe. Idem no que toca ao sítio onde vive: oscila entre Londres, Nova Iorque, Genebra e Paris. É uma ave bastante instável e muito independente. Voar com as suas próprias asas, é disso que gosta (mas no avião do papá!).

Look
Inesperado, à semelhança do seu temperamento. A herdeira britânica foge às convenções e aos códigos. Só faz o que quer. Isso traduz-se em conjugar estampados improváveis, vestidos de alças no Inverno, peúgas de lã em pleno Verão... Não adianta procurar uma lógica na moda delas, porque não existe.

QG Shopping
Liberty, evidentemente, sobretudo depois de esta loja chiquérrima ter sido remodelada. Pavoneia-se também por Kensington, enfia-se pela Mount Street e detém-se chez Lanvin, Azzaro e Louboutin. Herdeira ou não, adora o vintage e vagueia também pelos lados da Brick Lanepara para conseguir algumas belas velharias. Paragem obrigatória no Dover Street Market, o correspondente londrino do le Colette, onde não raro nos cruzamos com Daphne Guinness.

Criadores preferidos
Ingleses um pouco bizarros como Matthew Williamson, Giles Deacon, Gareth Pugh, Henry Holland. Gosta também do classicismo de Max Mara e de Burberry.




A ITALIANA, A FANÁTICA DA MOSA
Bianca Brandolini d’Adda, filha do conde Ruy Brandolini d’Adda.
Delfina Delettrez Fendi, bisneta de Adele e Edoardo Fendi, fundadores da casa de alta-costura.
Allegra Versace, filha de Donatella Versace e sobrinha de Gianni Versace.
Beatrice Trussardi, bisneta do fundador da Trussardi.

Cabeça de lista
Margherita Missoni, neta de Rosita e Ottavio Missoni, criadores da ilustre casa de costura. Aos 27 anos, é ela a embaixadora da marca da família, como também do mais recente perfume da casa. No ano passado, Angela, sua mãe, nomeou-a directora artística do departamento de acessórios da marca. Na sequência disso ela assinou a sua primeira colecção de malas, baptizadas com os nomes LSD, Euge, Coco B e Tats, em homenagem às suas amigas Lauren Santo Domingo, Eugenie Niarchos, Coco Brandolini e Tatiana Santo Domingo. Que nata... Normal para uma fanática da moda!
La bella ragazza não esquece o seu sonho de criança: ser actriz.
Prossegue, portanto, com os seus cursos de arte dramática em Nova Iorque.

Sinais particulares
Um espírito boémio. A herdeira italiana é uma artista, uma faz-tudo, modelo, desenhadora e actriz nas horas vagas. De uma maneira geral tem bastante jeito de mãos. Não é, portanto, raro que se lance na criação. É o caso de Delfina Delettrez Fendi. Há três anos que cria a sua própria marca de jóias de inspiração “Tim burtonesca” e tornou-se a menina querida dos críticos de moda. Outro sinal distintivo: a herdeira italiana é uma aguerrida socialite.

Look
Extremamente cuidado, com muito estilo. Esta rapariga é uma fanática da moda. Ela cresceu entre máquinas de costura, croquis, protótipos, tecidos. Resultado? Sabe melhor do que ninguém como usar os estampados, dosear o leopardo, atar uma estola..., tudo isso com uma desenvoltura desconcertante. O seu segredo: retomar criações vintage da casa Fendi. Quando o apelido é Fendi ou Missoni, não há nada a fazer.

QG Shopping
Peças únicas, dito de outra forma a garantia de nunca usar a mesma indumentária que a vizinha. Para umas compras actuais, ir direita à Luna&L’Altra em Roma e ao 10 Corso Como em Milão.

Criadores preferidos
Todos cujo nome acabe em “i” ou em “a”: Gucci, Missoni, Fendi, Cavalli, Prada, Zanotti, Valli... Chauvinista, a herdeira italiana?

NEGROS DESTINOS
Más companhias, toxicodependência, mortes misteriosas...
A cobiçada vida das herdeiras transforma-se por vezes numa tragédia.
Barbara Hutton. Neta do fundador da cadeia de grandes armazéns Woolworth, herda, em 1933, aos 21 anos, 150 milhões de dólares. Barbara tem seis anos quando a mãe se suicida.

A rapariguinha introvertida e instável viria a tornar-se um avisado elemento do jet-set. Casou sete vezes, uma das quais com Gary Grant. O seu único filho morreu em 1972 num acidente de avião. Barbara nunca mais se recompõe. Acabou os seus dias sozinha, numa suite do Beverly Hills Hotel, entre garrafas e barbitúricos.

Diane Barrière-Desseigne. Em 1995, o bimotor particular que a transporta de Saint-Tropez para La Baule cai. Aos 38 anos, a filha adoptiva de Lucien Barrière sai deste acidente com vida mas gravemente ferida. Fica tetraplégica. Morre em 2001.

Robin Whitehead. Era neta de Teddy Goldsmith, o fundador da revista The Ecologist. Aos 27 anos, em Janeiro passado, a jovem fotógrafa britânica é encontrada morta por overdose em casa de um amigo, quando filmava um documentário sobre Pete Doherty.

Christina Onassis. Filha do armador grego multimilionário Aristóteles Onassis. Nascida em 1950, em Nova Iorque, terá sofrido bastante com os amores tumultuados dos seus pais. Reconhecida pelas suas qualidades de businesswoman, mãe de uma filha, Athina (com Thierry Roussel), Christina trabalhou na empresa da família. Entre 1973 e 1975, perde sucessivamente o irmão, a mãe e o pai. Difícil mudar de rumo. Conhecida pela sua dependência das drogas, morre prematuramente aos 37 anos, em Buenos Aires, de ataque cardíaco.
Terça, 12 Abril 2011 17:32

COMO COMEÇAR UM NOVO NEGÓCIO

Escrito por Filomena Sebastiao

 

Para tornar um negócio em realidade é necessário ter perfil de empreendedor (ex.: ser optimista, batalhador, criativo e aberto a novas experiȇncias etc.) conhecer a realidade do mercado e ter um plano de negócio bem extruturado. O plano de negocio traudz-se num documento extruturado que define os passos a serem dados de maneiras a alcançar os objeticvos traçados pela empresa à ser criada e métodos de resolução dos problemas. Vocȇ precisa ter infromações necessarias para a criação da empresa, não esquecendo que todo e qualquer negócio, seja ele pequeno ou grande deve ter uma base bem firme em que se define claramente os objectives e a forma para os alcançar antes mesmo de assinar qualquer contrato.

 

 


É de admitir que montar um negócio nao é tarefa simples, exige muitas habilidades e conhecimentos por parte do empreendedor, muitas actividades a serem executadas pela sua eventual equipe e tarefas que se encadeiam: e necesario entender o Mercado, os clientes que se deseja conquistar e planejar bem o negócio. Um bom planejamento ira ajudar muito quando os primeiros obstáculos surgirem.

 


-          Os bancos em Angola observam cautelosamente seu plano de negócio ao decidirem se devem ou não autorizar o financiamento ou empréstimo, portanto para conseguires o empréstimo bancário deve constar no teu plano de negócio os principais criterios para determinação do sucesso do negócio.

 

 


Muita gente ha que decide montar o proprio negócio e prefere fazȇ-lo em casa para diminuir gastos, entre outras vantagens trabalhar em casa   por conta propria permite um certo conforto, economia de tempo e de dinhero, nao perderas tempo no engarrafamento nem gastarás combustivel ou pagando taxi, mas vocȇ precisa ter muita desciplina para não comprometer a actividade produtiva, teras que delimitar o espaço físico entre a casa e o trabalho e tomar cuidado para não haver interferȇncia no dia-a-dia do negócio, nem deves estar 24h por dia a desposição dos clientes, visto que, clientes ha que por saberem que e ai a tua morada irão bater-te a porta fora do horario normal de expediente. Algum tempo atras trabalhar em casa era algo restrito a actividades com: costura, artesanato etc. mas hoje inclui tambem promoção de eventos, pequenas lojas, salão de beleza e boutiques, mas atenção se pretendente que o seu negócio funcione em casa verifique se é permitido pois, a legalização do negócio e um dos primeiros passos a ser dado.

 

 

 

Outro factor importante e a localização do mesmo, devemos conhecer o perfil económico da área, isto é, saber se a população que ai reside tem condições financeira para comprar o nosso produto ou pagar os nossos serviços, a quantidade de pessoas que precisam dos nossos bens e serviços, verificar se ja existe o mesmo negócio de maneiras a estarmos atentos com a concorrȇncia, outro ponto importante e o lugar para os clientes estacionarem visto que o nosso pais tem problemas de parque de estacioname nto. O mundo de negócios em Angola oferece muitas oportunidades devido a estabilidade politica e o crescimento económico que vem se registando nos ultimos tempos, que outro hora não se verificava, mas seria uma mas valia se o governo criasse mecanismos no sentido de ajudar cada vez mais a camada juvenil, uma vez que estes demonstram vontade em criar investimentos que terão como repercussão directa ou indirecta no desenvolvimento do país( no próximo artigo falarei detalhadamente sobre o que o governo deve fazer).

 

DICAS PARA O NOVO EMPREENDEDOR

  1. Antes de mas pesquise o mercado e identifica o que os clientes procuram;
  2. Comece trabalhando em tempo parcial e continue com o seu emprego, porque seu salario ajudara financeiramente seu negócio;
  3. Deves ter em conta que o mundo de negócios é um mundo dificil, não se aprende do dia para noite:
  4. Trabalhe em casa de maneiras a reduzir gastos;
  5. Preste serviço ou venda produtos de qualidade em quantidade suficiente para satisfazer a procura;
  6. Venda produtos de sucesso ou inicie negócio semelhante a negócios bem sucedidos ja existentes;
  7. Ser criativo e aceitar riscos porque todo negócio é um risco;
  8. Tenha uma forte estratégia de marketing. Uma boa gestão considera estratégia de marketing, fluxo de caixa controlado e passa por muita criatividade e inovação;
  9. Seu sucesso dependera do tempo e empenho que prestaras ao negócio aprendendo e consertando os erros;

 

 

 

 

Não existe formula para chegar a oportunidade perfeita, temos que manter a mente aberta a novas possibilidades manter-se informado sobre a área em que queremos atuar e não negar imediatamente ideas que temos quando surgir o primeiro obstáculo.

 


-          O empreendedor precisa ter visão para identificar e aproveitar oportunidades, não é necessario ter dom para desenvolver essas habilidades, basta estar atento ao Mercado procurando identificar possíveis ameaças assim como a concorrȇncia directa ou indirecta não deixando passar momentos favoráveis para investor e crescer.

 


Nesta ordem de ideas apraz-me dizer que o verdadeiro empreendedor é aquele que tem a capacidade de combinar os recursos materias e financeiros com as oportunidades.

 

O cantor Carlos Burity realizará, no próximo dia oito de Abril, no Cine Atlântico, em Luanda, o último de três shows que marcam os 40 anos de carreira artística, período em que colocou quatro discos compactos (cd) no mercado.

 


O facto foi dado a conhecer hoje, quarta-feira à Angop, nesta cidade, pelo director de produção e operações da "LS – Republicano", Guelmo Cruz, lembrando que os primeiros espectáculos aconteceram nos dias oito e nove deste mês, na Casa 70 e visou saudar igualmente o mês da mulher.

 


Guelmo Cruz avançou que o último show desta comemoração acontece em Abril, também para saudar os nove anos de paz e reconciliação nacional (a assinalar-se segunda-feira, 4 de Abril) e a juventude angolana (14 de Abril).

 


Informou que para a actividade foram convidados músicos nacionais: Daniel Nascimento, Matias Damásio e Pérola, que vão actuar com o suporte da Banda Maravilha.

 


"Como estamos a assinalar um feito deste grande músico, os artistas convidados vão, para além das suas letras, interpretar durante o espectáculo algumas músicas de Carlos Burity", sublinhou o promotor.

 


Em seu entender, Burity é um dos músicos com carreira brilhante em Angola, não só pela maneira com interpreta as composições, como pelo contributo que tem dado na valorização do Semba e das línguas nacionais.

 


Carlos Fernandes Burity Gaspar nasceu em Luanda, no dia 14 de Novembro de 1952, e viveu parte da adolescência no Moxico onde integra, em 1968, a formação pop–rock “Cinco mais um”, com Catarino Bárber e José Agostinho, o último do Duo “Missosso, com Filipe Mukenga.

 

Próximo das turmas e da movimentação dos grupos de Carnaval luandenses, Carlos Burity já era, no princípio dos anos 70, figura de cartaz na Sede Social de São Paulo, importante centro cultural e de recreação da cidade de Luanda, alinhando, como vocal, em agrupamentos musicais consagrados: Kiezos, Negoleiros do Ritmo, África Show e Águias-reais.

Sexta, 28 Janeiro 2011 15:36

Gabriela Antunes a Nossa Professora

Escrito por Sarchel Necesio

 

“... Virei o cubo e vi o Sol. Sol GRANDE, bonito, amigo quente. Que eu conhecia tão bem por o ver todos os dias. Que eu conhecia tão bem porque era ele que aquecia o meu corpo, quando me estirava preguiçosa na areia dura, grossa e meiga da praia... Que eu conhecia tão bem. Mas afinal, eu não sabia que o Sol já tinha vivido com a terra na mesma casa. É verdade: há muitos, muitos anos, tantos que ninguém mais se lembra, o Sol e a Terra viviam juntos na mesma casa. Casa que era uma nuvem de gases. Devia ser bem lindo uma casa-nuvem-gás... Mas devido à tal força de gravidade que um cientista descobriu na nossa época mas que já existia no passado, a casa, ou seja, a nuvem contraiu-se... Contraiu-se tanto, que provocou uma série de fenómenos, fenómenos tais, que o hidrogénio, aquele corpo simples e gasoso que arde e existe na água, por exemplo, o hidrogénio que existia na casa do Sol e da Terra transformou-se em Hélio. Vocês sabem, aquele corpo muito simples, também gasoso que eu sei que se põe nos balões para eles subirem bem alto”.


Excerto da pág. 16, in «O Cubo Amarelo», UEA, 1991.


Maria Gabriela Antunes Cardoso da Silva Antunes, nasceu no planalto central, Huambo, a 8 de Julho de 1937. Em Lisboa fez o curso superior de Filologia Germânica, na Faculdade de Letras, em Dezembro de 1961, ano da grande efervescência nacionalista. Integrou o grupo da Casa dos Estudantes do Império. Em Angola, na sua terra natal, deu aulas de língua inglesa na Escola Sarmento Rodrigues. Em Luanda, fez a pós graduação (1973/74) em pedagogia e didáctica da língua Inglesa.

 


Foi Directora da Escola Vicente Ferreira/ 1º de Maio, onde leccionou português e Inglês e, paralelamente, também exerceu actividades docentes no Instituto Comercial de Luanda e num outro Colégio Vasco da Gama, sendo que para além das línguas já referenciadas leccionou também o alemão. Graças aos seus dotes intelectuais, em 7 de Março de 1983, é nomeada Directora da Biblioteca Nacional de Angola, e, simultaneamente, coordena o curso médio de jornalismo, cargo que acumula com a docência da cadeira de “Arte e Literatura Angolana” e Português.

 


Gabriela Antunes escolheu como opção a literatura infantil “porque não havia nenhum livro para elas que lhes falasse das suas coisas, das suas terras, belezas e gentes”. Sobre o que se deve escrever para crianças, na sua comunicação lida no Seminário Sobre Literatura Angolana, evento que decorreu de 21 a 25 de Junho de 1999, G.A. apresenta os seus conceitos sobre o que se deve escrever para crianças, começando por referir que qualquer "tema pode ser dado a uma criança: homens e bichos falando em conjunto, flores que dançam e se comportam como crianças, viagens fantásticas, sonhos, e o mar, a lua, a vida, a morte, o nosso mundo, o mundo dos outros... tudo pode ser dado a uma criança, desde que escrito numa linguagem simples, ilustrada e bem adaptada à idade da criança que lê e à sua realidade. O desenvolvimento do tema deve ter em conta a faixa etária e os conhecimentos do pequeno leitor, se quisermos que ele sinta prazer com o que lê (ou lhe contam) e possa interessar-se pelo livro"

 


“E numa tarde, o cágado que regressava de férias em casa do primo, viu que havia uma total mudança na sua mata. E foi ter com um grupo de mais velhos que falavam debaixo de uma árvore. Perguntou-lhes o que se passava. E ficou a saber tudo...tudo o que acontecera. E o cágado pensou. Pensou e depois disse-lhes: “Meus amigos, vocês já mostraram que não querem mais este rei. Já o castigaram. Já mostraram, também, que podem e sabem governar a mata. Todos em conjunto! Mas se deixarmos o leão morrer nestas condições, seremos tão cruéis como ele. Vamos dar-lhe água, comida e tratar dele. Depois mandámo-lo para um local onde ele ainda possa ser útil... Mas não devemos deixá-lo morrer assim. Isso não!... E todos concordaram com as palavras sábias do velho cágado que já conhecera três reis-Kibala, o rei-leão, o pai deste rei... e o avô deste rei...”.

 


Excerto in “Kibala o Rei Leão”, INALD, 1982.

 


Já na figura de ensaísta, Gabriela Antunes é peremptória ao afirmar que Manuel Rui foi o "primeiro a escrever e publicar para as crianças numa Angola independente.", e como prova apresenta o livro «A Caixa», um conto que traz à luz os conflitos internos: "...Kito, menino fugido à guerra da Kibala, onde o pai morrera e que se refugia num bairro suburbano de Luanda com a mãe, onde recebe de outras crianças as primeiras lições de solidariedade, amizade, amor e de política, até., mas já numa visão mais crítica a professora interroga-se se "uma linguagem popular com desvios a tudo o que é boa gramática portuguesa e que leva muitos a perguntar se devem escrever frases como «Mas o Kito, no tempo dele de quatro anos de idade uma hora é já tempo de fazer saudade...» em obras para crianças", e não deixa de perguntar se a "criança angolana fala assim?".

 


E sobre o seu próprio labor literário, com grande acento egocêntrico, a professora não deixou de falar sobre o seu espaço temático: "O desejo de um mundo melhor para todos, a vida em comunidade, o amor e respeito pelos outros, pela natureza e pelo livro", são os destaques na obra da professora.

 


Com angústia, a Gaby, como é chamada no circulo mais restrito dos amigos, conclui que "os pais não compram livros, as crianças não lêem e poucos, se nenhuns, são os professores que levam um livro para a escola, para com ele ajudarem a criança a criar hábitos de leitura".

Gabriela Antunes é docente universitária, professora do Instituto Superior P. De Angola (ISPRA), assessora do Ministério da Educação e Cultura e nos actuais órgãos de direcção da UEA (Nov/2001-Nov/2003) desempenha a função de Secretária das Relações Exteriores.

A Prof. Gabriela Antunes é poliglota, domina sete línguas diferentes, faz traduções simultâneas em conferências internacionais e de brochuras diversas.

 


GA, publicou em livro os contos “A Águia, a Rola, as Galinhas e os 50 Lweis” (1982), “Luhuna o Menino que Não Conhecia Flor-viva” (1983), “Kibala o rei Leão” (1983), “A Abelha e o Passáro” (1982), “O Castigo do Dragão Glutão” (1983), “O Jardim do Quim” conto incluído na colectânea intitulada Lutchila e Outras estórias (1985), “O João e o Cão” e por último o livro “Estórias Velhas Roupa Nova” (1988) e diversos contos infantis publicados nos jornais.

 


A ensaísta Maria de Fátima Medeiros, especializada em literaturas africanas de expressão portuguesa, sobre a sua obra «Luhuna o menino que não conhecia flor-viva» (folheto de apenas 15 pp.) tece as seguintes considerações críticas: “Mancha gráfica convidativa; texto leve, entre a voz do narrador e as falas de Luhuna, conta a estória de um menino que abandona a casa e a família para procurar algo - uma flor - que não conhecia, mas de que já tinha ouvido falar, nos livros. Parte assim em busca de um ideal, desse sonho que está sempre “longe, muito longe””, e mais longe vai na caracterização da escrita de Gabriela Antunes quando garante que o texto foi vestido “com roupagem simples de uma narrativa leve vamos descobrir uma preocupação da autora constantemente revelada: a mensagem social sempre presente, para lá de qualquer efabulação. Entre o saborear das palavras encontramos permanentemente a pedagoga, nesse querer abrir os corações dos mais novos para os ideais de uma sociedade em construção”,Maria Medeiros sobre a peculiaridade da sua narrativa garante que é “feita de frases curtas, repetidas, dando ao conjunto um ritmo cadenciado, quase marcha, como o caminhar de Luhuna através do deserto. Um dos recursos estilísticos frequentemente explorados por Gabriela Antunes é o paralelismo”.

 


No texto curto «A Águia, a Rola, as galinhas e os 50 Lwei», primeiro texto narrativo da escritora membro da UEA, a ensaísta destaca a “relação do narrador/autor com o leitor. Gabriela interpela-o, fala com ele, ouve-lhe as perguntas, introdu-lo quase como outra personagem, atitude que vai repetir e alargar em O castigo do Dragão Glutão”, e sobre a linguagem a “autora mete-nos no texto, torna-nos actuantes, inquiridores da narrativa, partindo o leitor-personagem para desenvolver a sua-nossa estória… De novo e com maior apuramento estilístico damos conta do paralelismo permanente, na repetição cadenciada e em ritmo constante da chegada do dragão à aldeia, noite após noite… Recorrendo a uma linguagem bastante sensorial, a narradora dá-nos conta das noites calmas de luar, do calor e do frio que todos sentiram e do medo”

 


Maria Medeiros, em guisa de conclusão, remata que “Gabriela Antunes dominava  o português com mestria. Ao contrário de alguns escritores do seu país - como Luandino ou Manuel Rui - não o angolanizou. A norma europeia prevalece, apesar de, aqui e além, recorrer a algumas expressões regionais (mujimbos, fugi, bué), destacando-se o vocabulário onomástico”.

Pág. 1 de 2

Facebook

PLATINA_DASO_165X406-01
64493_638325756194551_488808156_n
© Platina Line 2013 | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por Publichess