Saiba no que ele vai reparar exatamente na hora da paquera
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Sabe quando um homem olha para você, disfarça e olha de novo? É nesse segundo que ele decide se vai se aproximar, segundo a terapeuta Jackie Black, autora de Meeting Your Match. Saiba no que os homens costumam reparar primeiro na hora da paquera - e não tem nada a ver com bumbum grande e seios fartos.
1. O brilho do cabelo
Desde o tempo das cavernas, os homens adoram puxar fios fortes e saudáveis, que, na cabeça deles, são um sinal de fertilidade.
2. O formato da boca
Como prefere mulheres divertidas, a maioria dos gatos sabe distinguir um sorriso verdadeiro de outro amarelo. Precisa dizer qual faz mais sucesso?
3. Pele de bebê
Os homens associam pele bonita com astral lá em cima. Pode investir sem medo no creme antirrugas e em uma base cara. Vale a pena.
4. O timbre da voz
Eles adoram mulheres com voz mais aguda, como a de Grazi Massafera. Isso porque indica jovialidade e, ahã, qualidade reprodutiva.
5. Cintura de Ellen Rocche
De novo, pode culpar o instinto. Homens ficam loucos com mulheres de cintura fina e quadris largos, pois elas parecem mais férteis.
Conteúdo artificial
Cílios postiços, extensão no cabelo, invisible bra... Todos esses atributos de beleza gritam "FALSA" aos olhos masculinos. Use com moderação!
Fique atenta aos sinais do gato e identifique se ele quer só sexo ou algo sério
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Os gestos do homem ajudam você a desvendar se só pretende sair com você ou realmente deseja algo mais sério. Aprenda a identificar alguns sinais:
· No encontro, observe se, enquanto caminha em sua direção, ele se arruma. Vale até um simples ajeitar de roupa. "Isso demonstra preocupação em agradá-la", afirma Paulo Sergio Camargo, especialista em linguagem corporal.
· O pescoço dele geralmente fica um pouco avermelhado, as mãos suam e o moço parece mais agitado do que de costume. Afinal, considera você especial.
· Segundo Allan e Barbara Pease, autores do livro Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal, ao querer deixar claro o direito de posse sobre alguém, a pessoa toca na outra, transformando-a quase numa extensão do próprio corpo. Por isso, é um bom sinal o moço fazer questão de andar de mãos dadas ou abraçá-la em público.
· Outra maneira de saber se realmente quer um relacionamento: perceba não apenas seu discurso mas a movimentação de seu corpo ao expor sobre o tal tema. "Quando alguém está mentindo ou inseguro sobre suas afirmações, costuma coçar o nariz, ocultar a boca e olhar para cima à direita", revela Cardoso.
· Se o momento é de sinceridade, ele abre a mão e expõe a totalidade ou parte da palma para você.
Aprenda a identificar se seu namoro é uma cilada
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Ele jura amor eterno, mas vive magoando você... Cuidado - está na hora de descobrir se está vivendo uma relação tóxica e dar jeito nisso
Ciumento
Apesar de amoroso, implica com seus amigos. Detesta que você saia e simplesmente não confia em ninguém
Por que isso acontece?: Confundido com amor e zelo, o ciúme em excesso tende a ser destrutivo e está intimamente ligado à insegurança. "Não se trata de você dar motivos para desconfiança, mas da paranoia do outro, que seria possessivo em qualquer relação", diz psicóloga Cecília Zylberstajn.
Mãos à obra: se a competição dele impede você de fazer algo, há um problema grave. Procure, então, ajudá-lo a se sentir seguro, mas sem abaixar a cabeça para todas as exigências. "Não é fácil, pois ciumento sabe como ninguém se colocar como vítima", alerta a psicóloga Valéria Meirelles.
Competitivo
Apesar de carinhoso, seu homem não deixa de lembrá-la que ele ganha mais, que tem mais amigos, que estudou mais...
Por que isso acontece?: Em geral, o homem que deseja se sentir sempre por cima é inseguro. E ao colocar-se como melhor do que a parceira, ele garante a sensação de que jamais será deixado por ela.
Mãos à obra: "Um pouco de competitividade pode ser até bom, desde que signifique ter 'também' alguma conquista do outro", explica Cecília. Mas nada além disso, pois relação amorosa depende da cooperação. Por isso, se você acha que o rapaz vale a pena apesar desse "defeitinho de fábrica", pare de dar corda a esses comentários. Assim, ele não terá com quem competir.
Isolador
Tem na ponta da língua uma desculpa para não sair. Se você decide ir sozinha, dá um jeito de fazê-la se sentir culpada
Por que isso acontece?: Tal postura pode ser um traço da personalidade, mas a psicóloga Valéria Meirelles ressalta que talvez sinalize problemas - a depressão, por exemplo. Fique atenta!
Mãos à obra: se o comportamento for recorrente, deixe claro que vocês precisam fazer programas diferentes de vez em quando para manter a relação viva. "O ideal é achar um meio-termo e não um programa que 'piore' o outro", detalha Cecília. Agora, caso isso agrave ainda mais a resistência do rapaz ao mundo exterior, é preciso procurar a ajuda de um especialista.
Depreciador
Faz questão de ressaltar suas gordurinhas, critica o seu cabelo, reclama que você fala alto ou baixo demais...
Por que isso acontece?: Tudo bem um parceiro preocupado com sua saúde e bem-estar tecer críticas... Desde que construtivas. As observações não podem jamais ter tom depreciativo ou humilhante. "Esse comportamento é uma estratégia inconsciente. Por meio dela, o homem faz a mulher acreditar que é realmente burra, feia ou gorda. Ela fica, então, grata por ter um par que - olha que bonzinho! - gosta dela mesmo assim", explica Cecília.
Mãos à obra: o ideal é cortar essa atitude já na primeira manifestação. "Quando ele fizer alguma crítica que ofenda ou incomode você, expresse sua insatisfação. Mostre que a intenção dele pode até ter sido boa, mas que a abordagem a magoou", defende Valéria. A mudança deve partir de você. Para a psicóloga Lana Harari, é preciso se valorizar antes de exigir mais respeito do parceiro. Então, não tema eventuais reações de bravura ou ameaças de deixá-la por isso. Se ele é preocupado com você, tentará nunca mais rebaixá-la novamente. Caso o diálogo não tenha efeito, avalie se vale a pena ficar nesse relacionamento que, acredite, só a fará sofrer.
( conteudo do site Viva Mais)
Dicas para você superar o fim de uma relação e recomeçar
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Ficar com esperanças de um ex vai voltar mesmo algum tempo depois do fim da relação pode ser uma grande cilada. O terapeuta Ailton Amélio, especialista em relacionamento, criou a "teoria do desapaixonamento". Segundo ele, para o amor existir, é preciso haver três bases: admiração pela pessoa, esperança de reciprocidade e insegurança. Para desapaixonar, ele trabalha de modo que esses três pilares sejam destruídos. Confira alguns dos truques que ele propõe para isso:
1. Desidealize o parceiro
"Quem ama tende a exagerar as qualidades do amado e a minimizar ou não focar seus defeitos", diz Ailton. Quando o relacionamento termina, é hora de questionar a forma como você vê as qualidades da pessoa. Dedique algum tempo para pensar e conversar sobre os defeitos dele!
2. Associe as boas lembranças com as ruins
Toda vez que lembrar de algo bom do relacionamento, que cause saudades, lembre-se de algo ruim que aconteceu. Assim você diminui a conotação positiva que seu ex tem para você!
3. Coloque a esperança à prova
Se você ainda acha que algo pode acontecer, vá conversar com ele e veja se tem fundamento, ou se você está imaginando coisas.
4. Nem tudo é sinal de amor
Cuidado com a forma como vê tudo o que ele faz. Não é porque ele ligou que quer ficar com você. Às vezes, seu ex quer apenas ser seu amigo e você não enxerga isso.
5. Não deixe que ele dê falsas esperanças
Se, apesar de deixar claro que não quer nada, ele continuar a criar expectativas, você deve agir. Diga a ele que esse comportamento faz mal para você.
6. Perceba que a culpa não foi sua
O fim do relacionamento pode deixar você com a autoestima baixa. Mas tente olhar racionalmente para os fatos e veja os motivos do fim. Os relacionamentos quase sempre terminam por incompatibilidade e não porque alguém errou. É essencial que você esteja com a autoestima elevada para dar a volta por cima.
7. Refaça a sua vida
O mais rapidamente possível, refaça os setores da sua vida que foram atingidos pelo fim do namoro. Coisas como vida sexual e econômica serão atingidas e o quanto antes você conseguir deixá-las bem resolvidas sem ele, melhor!
8. Reestruture a sua vida social
Se o relacionamento foi longo, é provável que vocês tenham muitos amigos em comum e que alguns se afastem. Tente criar o quanto antes um novo círculo de relações para não ficar sentindo falta do antigo.

Dicas para saber se a pessoa está te traindo
Nem sempre podemos ter certeza absoluta de algo, ou precisamos de uma confirmação para saber se nossa desconfiança é verdadeira.
Celular
Derrote os vilões do seu romance e turbine a relação
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A rotina, temida inimiga da vida sexual, pode afetar outras áreas do relacionamento. No início do namoro, o casal quer aproveitar cada oportunidade de transar e ficar juntinho. "Já quando moram sob o mesmo teto, esses momentos tornam-se corriqueiros. A facilidade diminui o empenho em fazer de cada encontro algo especial", justifica a terapeuta de casal Marina Vasconcellos. E, no dia a dia, podem adiar conversas importantes e não esclarecer mal-entendidos, abrindo espaço para mágoas, confirma João Borzinho, terapeuta sexual.
O que fazer?
Para driblar a monotonia é preciso inovar na cama e também fora dela. "Reservem um tempo para namorar, sair e se divertir juntos. E não dispensem o beijo na boca", defende a psicóloga Carmen Cerqueira César. Ter e conceder momentos de individualidade também ajuda. "Deixe-o tomar aquele chopinho com os amigos sem fazer cara feia", alerta João. Assim, sentirá saudade e mais desejo de encontrá-lo.
O vilão do tempo
Quando a paixão dá lugar ao amor e o namorico vira relacionamento estável, alguns conflitos podem aparecer. "Em uma relação longa, o companheirismo muitas vezes fala mais alto. Há um envolvimento maior, e você se preocupa com o bem-estar do outro, compartilha problemas..." afirma Marina. Por isso, o jogo de sedução e o gostoso clima de romance entre os dois ficam um pouco esquecidos. A segurança de uma relação pode acomodar e eliminar o friozinho na barriga.
O que fazer?
Planeje uma viagem ou reserve um final de semana só para vocês (se for preciso, mande a criançada para a casa da avó!). Dessa forma, podem compartilhar experiências especiais e abrir espaço para se apaixonarem de novo, relembrando, assim, os motivos que uniram vocês. "Separe um dia por semana ou tenha, a cada 15 dias, um encontro com seu amado. Pode ser um jantar romântico, um cineminha e - por que não? - terminar a noite em um motel", sugere Marina.
Aprenda a superar a dor de um relacionamento ruim e abra-se para o amor novamente
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Se você já passou por situações doloridas no amor não significa que todas as suas próximas experiências serão traumáticas. A psicóloga e psicanalista Renata Lommez dá dicas de como transformar o medo de se machucar em coragem de amar, ao escolher um homem. Veja as dicas:
Questione-se
As decepções criam crenças erradas, do tipo: "os homens são todos iguais" e "só atraio cafajeste". Segundo a psicóloga Nelly Penteado, um jeito de mudar essas crenças é questioná-las. Então, pergunte-se e pense: "Por que será que só atraio cafajestes? Será que nunca houve um cara bacana, sério, 'afinzão' de mim - e quem não deu bola pra ele fui eu?". "Será que todos os homens são iguais mesmo? Não existem pelo menos alguns diferentes? Cadê eles?".
Mude de atitude
Algumas mulheres só sentem atração por homens complicados. É seu caso? Então, sabendo disso, proponha-se a passar reto por esses tipos da próxima vez. Não caia mais na ilusão de que, um dia, você poderá mudá-los.
Fique de olhos abertos sempre
Ele mente sem motivo? Não cumpre promessas? Vive espichando os olhos para outras mulheres? Fique ligada a esses sinais e, se sentir que já esteve nesse filme, caia fora antes de se envolver demais.
Reveja seu comportamento
Se nas relações anteriores, por exemplo, você foi possessiva demais, tente ser mais flexível desta vez.
( com Maxima)
3 atitudes simples para garantir uma relação feliz
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Muitos rompimentos poderiam ser evitados se os casais fizessem pequenas mudanças no vocabulário e pedissem desculpas antes da discussão virar briga. Essa é a conclusão da advogada americana Laurie Puhn, autora do livro Fight Less, Love More (Brigue Menos, Ame Mais), ainda sem tradução para o português. Se você pisou na bola com ele, siga estes passos:
Exclua o "mas" do vocabulário
Essa palavra dá a entender que você está tentando se livrar da culpa. Um termo melhor? Porque. "Identifique a causa do problema para que vocês possam discuti-lo de forma construtiva, sem apontar culpados", sugere a terapeuta Márcia Atik. Se o seu parceiro estiver chateado com você, diga "me desculpe porque eu te magoei".
Engula o orgulho
Não importa quão insignificante algo possa ser para você, valorize o sentimento do parceiro e, se preciso, admita o seu erro. Revele que você enxerga e compreende o lado dele.
Mostre que vai mudar
Explique como pretende evitar que o mesmo erro aconteça novamente. Isso traz segurança, confiança e cumplicidade para o casal.

Um grande número de pessoas irá concordar que ninguém muda. Eu também irei concordar em partes, mostrando a exceção e quando isso pode ocorrer.
Quais fatores podem ser responsáveis pela mudança de comportamento e pensamento de alguém? Existe uma mudança brusca?
Uma mudança possível
Freud dizia que existem alguns fatores que podem determinar uma transformação pessoal, sendo eles: um grande amor, o sofrimento, religião e psicanálise.
Focando em um grande amor e no sofrimento, podemos ter bons exemplos de pessoas que ficaram bastante diferentes depois de ter vivido um tipo de experiência assim, bem forte.
Para que alguém mude a forma de ser, é necessário um choque. Vamos ter em mente que não estamos falando de mudanças bruscas da água para o vinho, mas de mudanças suaves na forma de pensar e agir, como lições tomadas.
Seguindo a lógica, se você tem uma experiência ruim com alguma coisa, por um determinado motivo, é mais provável que você evite repetir o erro para que aquilo não ocorra novamente.
Quando não se há "perdas" relativamente relevantes, você tende a cometer o erro novamente, se aquilo for um hábito ou vício.
Seu filho tem mais de 5 anos e ainda faz xixi na cama a noite? Não dê bronca. Em vez de repreensão, ele precisa de tratamento
Não dá para dormir na casa do amigo. Viajar com a escola, então, nem pensar. É dura a vida da criança que não consegue se controlar e acaba sempre fazendo xixi na cama. Essas crianças, na verdade, sofrem de enurese noturna. Mesmo que este problema fique restrito à vida doméstica, molhar a cama é sempre um drama. "A família anseia por uma solução, a criança sente a pressão e fica com a auto-estima abalada", observa Abram Topczewski, neuropediatra, de São Paulo.
É um erro imaginar que o pequeno tem preguiça de se levantar para ir ao banheiro. "Em geral odescontrole é físico", aponta o urologista Laercio Pachelli. Há pouco descobriu-se que 70% das crianças que apresentam o problema têm doses insuficientes de hormônio antidiurético circulando no sangue na madrugada. "O normal é as taxas subirem nesse período para diminuir a produção de xixi, facilitando seu armazenamento até a manhã seguinte", conta Pachelli. Como isso não acontece, a bexiga se enche além da conta. Aí fica difícil mesmo segurar.

Em casos assim, geralmente se receita um remédio à base de desmopressina. "Ele imita a ação do hormônio, reduzindo a quantidade de urina", diz Pachelli. Mas existem outras causas para as quais esse não é o remédio. Às vezes o vazamento noturno ocorre porque a bexiga se contrai antes de ficar cheia, deixando escapar algumas gotas do seu conteúdo. "Aí é indicado outro remédio para diminuir essa contração", diz a nefrologista Rejane Meneses, do Paraná.
O intrigante é que a criança enurética nunca acorda com vontade de urinar, mesmo com a bexiga estourando. Por quê? "O cérebro dela não recebe a mensagem de que esse reservatório está cheio, o que a faria despertar", responde o médico Jayme Murahovschi. A falta de comunicação se deve a uma imaturidade do sistema nervoso. "Com a idade, o autocontrole passa a funcionar direito", tranquiliza o especialista. Entretanto, para livrar a criança do embaraço, recomenda-se iniciar o tratamento a partir dos 4 anos - apesar de alguns pediatras só considerarem enurese noturna pra valer aqueles casos de maiores de 5.
A enurese noturna pode ter origem emocional. "Se a criança voltar a molhar a cama após seis meses sem apresentar esse problema, é sinal de que a causa do escape não é física", explica o neuropediatra Abram Topczewski. "No caso, o tratamento deve ser psicoterápico." Mas os pais podem dar sua contribuição:
· Não o castigue nem o trate com palavras perjorativas, como "mijão".
· Nem pense em fazê-lo usar fralda.
· Durante o dia, incentive-o a beber bastante líquido e a segurar o xixi. Isso ajudará a identificar a sensação de bexiga cheia.
· Corte as bebidas duas horas antes de levá-lo para dormir.