Modelo angolana realça utilização dos padrões africanos nas marcas mundiais

Modelo angolana realça utilização dos padrões africanos nas marcas mundiais

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Maria Borges

A modelo internacional angolana Maria Borges, em visita a Guiné-Bissau desde o passado dia 25, considerou que a avaliação do continente africano na área da moda é boa devido à utilização excessiva dos padrões de expressão africana nas marcas mundiais.
Durante um encontro quarta-feira com jornalistas, segundo a imprensa local, a Top Model angolana justificou a sua afirmação, referindo que a moda nasceu em África e os africanos são criadores da moda.

Maria Borges encontra-se em Bissau a convite da promotora Night Vision Company Events, em parceria com o Ministério do Turismo da Guiné-Bissau, e tem agendada para hoje (sexta-feira) a sua participação como convidada de honra no concurso “Miss Turismo 2018”.

Na ocasião, a modelo afirmou que o continente africano é jovem e está a crescer cada vez mais no domínio da moda, citando a Nigéria e África do Sul como países apontados com mais desenvolvimento na moda a nível da África.

Acrescentou que a Guiné-Bissau, Angola e o Senegal estão a subir cada vez mais neste domínio, assegurando que o seu objectivo principal é conhecer todos os cantos de África, passando assim a mensagem e os seus conhecimentos sobre a moda, que são poucos, mas fantásticos.

Maria Borges expressou a intenção de conhecer as Ilhas da Guiné-Bissau. “Ouve-se falar tanto da Guiné-Bissau ao ponto de não acreditarmos em algumas informações. Hoje estou aqui de corpo e alma e vi que a realidade é outra. Quero conhecer as ilhas, a gastronomia que é muito rica. Vou levá-la comigo a fim de promover a imagem do país”, confessou a modelo angolana.

Na Guiné-Bissau, país com 88 ilhas, 33 das quais habitadas, a modelo angolana visitou a ilha de Bubaque.

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