‘Eu não me sinto viva se não estou criando algo’, diz Beyoncé

‘Eu não me sinto viva se não estou criando algo’, diz Beyoncé

Cantora admitiu que odeia ter 'muita estrutura' em sua vida, o que a faz se sentir sufocada, e que preferiria ter a liberdade de 'criar' em seu próprio ritmo

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A cantora – que tem a filha Blue Ivy, de 6 anos, e os gêmeos Rumi e Sir, de 13 meses de idade, com o marido Jay-Z – admitiu que odeia ter “muita estrutura” em sua vida, o que a faz se sentir sufocada, e que preferiria ter a liberdade de “criar” em seu próprio ritmo.
“Eu não gosto de muita estrutura. Eu gosto de ser livre. Eu não me sinto viva se não estou criando algo. Não estou feliz se não estou sonhando e transformando esse sonho em realidade. Não fico satisfeita se não estou melhorando, evoluindo, progredindo, inspirando, ensinando e aprendendo”, declarou.

A estrela sofreu várias dificuldades em seu passado, mas diz que “cada cicatriz” conta uma história e ela é “grata” por cada uma delas.

“Há muitas sombras em cada jornada. Nada é preto ou branco. Já passei pelo inferno e estou grata por todas as cicatrizes. Já experimentei traições e desilusões de várias formas. Tive decepções em parcerias de negócios, bem como pessoais, e todas elas me deixaram me sentindo negligenciada, perdida e vulnerável. Por tudo isso, aprendi a rir, chorar e crescer”, elaborou.
Beyoncé acredita que seu passado ajudou a moldá-la na mulher que é hoje, e hoje ela é uma mulher “mais sexy” e “mais poderosa” do que era há uma década

“Eu olho para a mulher que eu era aos 20 e poucos e vejo uma jovem crescendo em confiança, mas com a intenção de agradar a todos ao seu redor. Agora me sinto muito mais bonita, muito mais sexy, muito mais interessante, muito mais poderosa”, confessou.
E a beldade acredita que é “importante” que ela use seu sucesso para ajudar a abrir portas para os outros também, para que ela possa ajudar a derrubar as “barreiras culturais e sociais” que ela teve que superar.

Em entrevista à revista ‘Vogue’, ela acrescentou: “É importante para mim ajudar a abrir portas para artistas mais jovens. Existem tantas barreiras culturais e sociais no início que eu gosto de fazer o que posso para nivelar o campo de jogo, para apresentar um diferente ponto de vista a pessoas que sentem que suas vozes não importam”.

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