Prosa fictícia “A voz do Mar” vence 9.ª edição do prémio Quem...

Prosa fictícia “A voz do Mar” vence 9.ª edição do prémio Quem Me Dera Ser Onda

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Por: Stella Cortêz

Josemara Jesus Kamongo, de 17 anos, estudante do IMNE Marista, com a sua redacção da prosa fictícia “A Voz do Mar”, que por causa da narrativa em que apresentou momentos de surpresas para o leitor, fazendo com que o mesmo explorasse o valor simbólico do mar, venceu o primeiro lugar da 9.ª edição do prémio “Quem Me Dera Ser Onda”.

Já o segundo lugar foi para o trabalho “O Velho Chico e as Crianças da sua Aldeia”, de Irene Fernandes, de 14 anos de idade, também estudante, mas da escola pública número 1259. A escolha deste trabalho recai pelo facto de espalhar uma redacção bem cuidada com maior destaque para o uso da linguagem.

Por último, mas não menos importante foi a classificação do terceiro texto “A rola de Calomboloca”, da representante do Colégio Pitruca, Sandra da Conceição, de 16 anos. Trata-se de uma narrativa de uma viagem pela fauna e flora. Além dos três prémios, o júri atribuiu menções honrosas aos trabalhos “Menino desobediente” e “Coelho Preguiçoso” assinados por Evaldina Marinha e Jovánia Francisco, respectivamente.

Vale esclarecer que o concurso literário infanto-juvenil “Quem Me Dera Ser Onda” é um concurso nacional no domínio da prosa de ficção que visa homenagear o patrono do concurso, Manuel Rui Monteiro, estimular a criatividade literária das crianças e jovens, motivando os alunos para a pesquisa e gosto pela literatura angolana, contribuir para melhoria do ensino da Língua Portuguesa, identificar jovens talentosos e com habilidades no domínio da literatura, bem como criar oportunidades para trocas de experiências.

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