Vival Luís Domingos ou simplesmente Vivi, de 23 anos de idade, foi ontem condenado pelo Tribunal Provincial de Luanda, da 14.ª sessão – Benfica, a 17 anos de prisão maior, ainda ao pagamento de 70 mil kwanzas de taxa de justiça e dois milhões de kwanzas de indemnização à família de Érica Patrícia Basílio, por ter ficado provada a autoria do crime contra a jovem, cujo cometimento deu-se com recurso a uma arma branca, faca, durante o réveillon de 2019-2020, na Ilha do Mussulo.

Com provas como as declarações do réu, em que confirma a autoria do crime, o auto-exame do cadáver, a autópsia, como as declarações de Daniela Pacheco, testemunha e amiga da vítima, que condena o cidadão de nome Vivaldo Luís Domingos de tentativa de abuso e agressão física, que terminou com o homicídio de Érica, o Tribunal de primeira instância condenou o jovem.

A festa de passagem de ano 2019-2020, no Mussulo, foi trágica para a família Basílio, porquanto a sua filha, Érica Patrícia Basílio, que estudava Engenharia no Reino Unido, Inglaterra, após ser-lhe desferido um golpe de faca, quando lutava contra indivíduos que a tentavam abusar sexualmente.

Apesar do encerramento do caso, durante as sessões de julgamento, surgiram algumas dúvidas sobre a autoria do crime bem como a presença do réu no local do crime, tudo porque Vivaldo ultrajava na audiência calções brancos com marcas de sangue e chinelas.

Fonte: Jornal O PAÍS

Por: Leo Bernardo