Um tema que tem vindo a ganhar cada vez mais espaço no debate público em Angola foi abordado, nesta terça-feira, pelo antropólogo Filipe Vidal, pelo activista social Eduardo Kialanda (T@lib&m) e pelo sociólogo Jeremias Nanga, durante o programa Dia Alegre, da rádio Platina FM 96.8.
Filipe Vidal definiu a ancestralidade como a ligação que os indivíduos mantêm com o plano invisível da vivência dos povos, indo muito além de uma simples herança biológica ou histórica.
Para Eduardo Kialanda, conhecido por T@lib&m, a ancestralidade representa a conexão com as pessoas que nos antecederam no tempo e no espaço, com o objectivo de resgatar valores e conhecimentos que se perderam ao longo do tempo.
Já o sociólogo Jeremias Nanga destacou a ancestralidade como um dos aspectos fundamentais para a compreensão da identidade cultural, sublinhando a sua importância na percepção clara da cultura de um determinado povo.
Por: Eud Saquetumba




