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Escritora Julieta Valentim apresenta metodologia para criação de bibliotecas em prisões

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Por: Leo Bernardo

Com o objectivo de apresentar uma metodologia para a criação de bibliotecas em prisões, este estudo, em obra literária, é um misto do tipo qualitativo e quantitativo, com métodos exploratório e descritivo. É também uma obra que tem como pesquisa de campo realizada a partir da aplicação de questionário e através da técnica de observação participativa. Ela traz também conceitos acerca de bibliotecas, importância de bibliotecas em prisões e a condição do preso, a priori, o estudo questiona a falta de bibliotecas em prisões.

Em declarações ao PLATINALINE, a escritora falou da real motivação para a concepção da obra e planos para o futuro. “Através dos objectivos espelhados nesta obra, perceberemos logo a ideia central, o trabalho é resultado de fim de curso ‘TFC’, que procura trazer em abordagem a análise investigativa, especificamente a questão ligada em torno da acessibilidade a bibliotecas em prisões, pois nos dias que correm, não é comum a ideia sobre a qual uma biblioteca pode ajudar na reabilitação mental dos reclusos, principalmente no nosso país, logo a importância desta pesquisa é de mostrar o benefício e a contribuição social da biblioteca e contribuir para a ressocialização dos presos”, disse.

A escritora revelou que o seu desejo é que a sociedade receba com maior satisfação essa obra e que possam extrair o melhor da mesma, lembrando que esta é a primeira obra de muitas previstas para os próximos tempos.

Para o futuro, Julieta Valentim contou: “Quero continuar a investigar na minha área de formação superior e de pós-graduação, para dar respostas aos demais problemas prementes na sociedade angolana, lançar no universo literário um romance guardado ou mesmo o meu diário de poesia, era segredo, mas acabei de revelar, tudo está na responsabilidade da Soletrar Editora, que gere os direitos autorais e, pelo que me consta, já há solicitações para Cabo Verde, de 20 exemplares, através da Aksum Livros, para uma livraria da cidade de França, em Brasil e Moçambique, este último para a Feira Internacional de Maputo, onde estarei, a convite daquela organização municipal, para falar sobre livros, bibliotecas e livrarias, novas linguagens e novas formas de fazer na era digital”, finalizou.

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