Georges Chicoti entre as 100 personalidades mais respeitadas de África: “Foi uma notícia que me apanhou de surpresa”

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Por: Stella Cortêz 

Honrado por integrar a lista que destingue as 100 personalidades mais respeitadas do continente africano, Georges Rebelo Chicoti, antigo Ministro das Relações Exteriores, falou em entrevista ao PLATINALINE sobre a representatividade que tem esta distinção para o seu percurso profissional, bem como outras actividades laborais.

A desempenhar o cargo de Secretário Geral do Grupo África, Caraíbas e Pacífico, Chicoti começou por dizer que a notícia o apanhou de surpresa, porém fica bastante lisonjeado em saber que os seus trabalhos têm sido acompanhados por todos.

“Não sei como e quais são os critérios adoptados por eles para se chegar a esta distinção, mas provavelmente, deve sim ter alguma ligação com o meu percurso profissional, primeiro, porque entre várias funções, fui Ministro das Relações Exteriores, Embaixador de Angola em Bruxelas e agora sou Secretário Geral da Organização dos Estados de África, Caribe e Pacífico, constituído por setenta e nove países. E nestes meses em que estou nesta função tenho trabalhado muito no interesse dos países, para questões de desenvolvimento na luta contra a pobreza e, possivelmente, qualquer uma dessas ideias tenha valido algum mérito para ser reconhecido a este nível”, contou.

Sobre a opinião que tem em relação ao estado actual da geração angolana, o antigo Ministro das Relações Exteriores defende que tem sido deixado um legado para que as novas gerações trabalhem para uma Angola melhor.

“Acredito que as pessoas da minha geração viveram um período de sacrifício, como sabem, nós somos as pessoas que atingimos os vinte anos ou um pouco mais durante a independência de Angola, em que o país entrou para um período de guerra de vários anos, mas acho que actualmente nós temos um grande legado a deixar para as novas gerações, que é de trabalharem para o bem do país, acredito que temos uma nova geração com o presidente João Lourenço, Angola entrou para uma era diferente e de novos desafios. Creio que hoje Angola é bastante apreciada por tudo aquilo quanto conseguiu fazer, particularmente nestes últimos dois anos”, finalizou.

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