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    Investigação sobre morte de Jorge Valério aponta existência de “um terceiro grupo” Diz Klub K

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    Segundo Site Club k na sua edicão de Segunda feira, aponta que  As  motivações que levaram a demora por parte das  autoridades judiciais angolanas, em  apresentar os supostos autores do crime contra o jovem Jorge Valério Coelho da Cruz “Tucho” em Tribunal  é associada  a detalhes da  investigação que  estarão contra os quatros jovens detidos e que ao mesmo tempo apontam para  existência de   um “terceiro grupo” que terá protagonizado o assassinato.

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    A conclusão preliminar das autoridades  é baseada com dados que constam nos autos obtidos através de mensagens telefônicas, comportamento e localização dos acusados no dia do crime e antecedentes que  resultaram na  aproximação  de  grupo um  identificado como “os da Pedra”, cujos integrantes  vivem nos arredores da Sagrada Família.

    De acordo com a pericia, os quatros  jovens detidos, encontravam-se no dia do crime nas suas casas. Poderiam ter ordenado o assassinato. Porem, rastreamento dos seus  telefones indicam que quando se anunciou nas redes sociais o desaparecimento de Jorge Coelho, um dos  rapazes, neste caso o Adilson Monteiro terá se mostrado “surpreso” e comunicado que o malogrado estava a ser dado como desaparecido mas que desejava que aparecesse para não ficar conotado ao paradeiro do malogrado.

    Um dos detidos  identificado por “Lelas”, estava no Sumbe, a assistir o festival do FestiSumbe com a família,  quando o crime  aconteceu.  As autoridades acreditam que em condições normais, a reação dos jovens da sua faixa etária, seria meter-se em fuga. No caso destes foram os familiares  que os levaram a polícia para apuração do caso.  Um dos detidos, Luís Miguel  que é filho de um tenente general da procuradoria militar, foi levado a esquadra pelo próprio pai, a fim de ver o assunto esclarecido. Adilson Monteiro, o líder do grupo terá sido,  o único que foi “preso” pelos familiares da vitima. Adilson  cujo pai é falecido,  vive com uma avo de cerca de 70 anos que por sinal é irmã do general Roberto Leal “Ngongo”.

    Segundo dados das investigações,  o malogrado Jorge Coelho  teve nos últimos 15 dias antes de falecer,   participou em pelo menos  quatro sessões de  confronto com o grupo de Adilson Monteiro  precipitado por causa de uma rapariga identificada por Jessica Amor.  No segundo confronto,  Adilson  levou quatro elementos para ir ao encontro de Jorge Coelho para ajustes de contas mas os elementos não intervieram  tendo deixado os dois lutarem visto que  o malogrado encontrava-se sozinho e sem grupo.  Consta porem que no quarto confronto, o malogrado Jorge teria solicitado aos préstimos do  grupo da sagrada família   “os da pedra” para irem  ajustar as contas com a facção  de  Adilson Monteiro. Quando os “da Pedra” vão ao encontro de Adilson,  o assunto fica resolvido sem sobressaltos porque um dos elementos do grupo da Sagrada Família,   era conhecido de um jovem identificado por  “Mause” que se encontrava com Adilson Monteiro.  Dias depois, Adilson comunicou aos amigos que a briga com Jorge Coelho teria sido já ultrapassada por intermédio de “Mause” que era amigo dos  “O da Pedra”.

    As autoridades policiais terão notado que o grupo da “Pedra” terá se disponibilizado a confrontar-se com a ala de Adilson Monteiro após terem lhes prometido a quantia de 25 mil kwanzas.  A pericia procura no  entanto ter resposta  até que ponto  um “terceiro grupo”   com a característica  dos  “ da pedra” terão  atentado contra o malogrado  por motivações que se desconhecem. Entendem que por   os desentendimento com o grupo de Adilson Monteiro terem ocorrido naquele mesmo espaço de tempo, estes jovem foram inicialmente apontados como os principais suspeitas e que a não ida dos mesmos ao Tribunal  deve-se porque as evidencias apontam para uma outra historia que coloca de parte,  os detidos.

    Os quatros detidos foram igualmente observados por uma equipa de psicólogos que concluem que pelos métodos que a  Polícia usa para investigação, os quatros jovens sob custodia das autoridades  não possuem “astucia” para dobrar as  autoridades durante 28 dias de detenção.

    As autoridades segundo explicações optam   por  manter os jovens ainda detidos  visto que em liberdade seria perigoso para eles  tendo em conta que a sociedade  ficou com a idéia formatada que os mesmos é que terão cometido o crime. O  caso esta  nas mãos  dos advogados. Os detidos tem a sua defesa assegurada pelo  advogado Sergio Raimundo   enquanto que pela parte do malogrado, os familiares teriam contactado  inicialmente a advogada  Paula Godinho.

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