Leitura Obrigatória: 25 de junho: Três anos sem Michael Jackson

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Desde o dia 25 de junho de 2009, quando a morte de Michael Jackson surpreendeu o mundo, as vendas dos produtos que levam sua voz e imagem multiplicaram-se e pagaram as dívidas que o atormentavam em vida, ao mesmo tempo em que as causas da parada cardíaca que sofreu eram  ainda discutidas nos tribunais. A morte de Michael foi tratada como assassinato. Doutor Murray, médico pessoal do artista, foi condenado a 4 anos de prisão, pena máxima para um caso de homicídio culposo (sem a intenção de matar).

Os Três anos de morte de Michael Jackson passou num ápice, que muitos ainda se questionam e duvidam: já fez 3 anos?

Essa velocidade aparente do tempo, mostrou que Michael Jackson é (ou foi) dono de uma  personalidade forte que lhe permitiu transformar 1.095  dias de  3 anos   comum em apenas 1 mês de 30 dias, isto relativo a mente de quem até hoje o tem como verdadeiro ídolo.

Porem  o legado deixado por Michael Jackson será eternamente revisitado por quem ainda não nasceu e tudo porque o seu dom, a sua arte, foi consumido por todos os residentes do planeta terra e não só, mesmo até os que se ausentam em missão espacial à Lua, estes, também se apossam de seus sucessos para um tranquilo lazer lá em cima.  Logo, a qualidade especial de sua natureza no campo do entretenimento lhe fez obreiro e, por isso digno do reinado que gozou em enquanto vivo.

 

O mundo prega a ideia que não é possível agradar gregos e troianos, e nem essa ordem de pensamento Mesmo os que não se simpatizavam com seus ideais, reconheceram o talento de quem finalmente mudou a mente americana quanto ao poder da música negra, na MTV. Como já ninguém coloca em causa  de todos esses pressupostos, aliás de alguma forma repetitivos, de todo modo importantes para um singelo esclarecimento.

vale uma vez mais aqui lembrar que há 3  ano acontecia o inesperado, quando todos os canais mundiais de televisão haviam interrompido a emissão com o habitual “breaking news”, para noticiarem que a saúde de Michael Jackson corria perigo. Perplexos, muitos dos telespectadores rezavam para que coisa pior não ocorresse ao astro pop, pois as imagens provenientes do coração de Los Angeles denunciavam o caso, como sendo deveras preocupante.

Em Angola houve quem não dormisse, preferindo, no entanto acompanhar as emissões na íntegra, para não ser surpreendido, horas depois, com rumores. Apesar disso, persistiam as dúvidas se Michael Jackson havia morrido ou não? Porém, perto das 23 (hora legal de Angola), eis que chegava então a informação oficial de que o organismo de Michael Jackson não resistira ao tremendo choque cardíaco, acabando então por sucumbir hora e meia depois de ter dado entrada no Hospital Universitário Ronald Reagan em Los Angeles. O comportamento psicológico e mental   de cada um de nós, naquele momento, era indescritível porquanto pessoas sentiam a sua dor cada um a sua forma, de acordo com a importância que dava ao artista. Em suma, o infortúnio caiu como que o fechar de uma cortina negra e ainda hoje sentimos imenso a sua falta, pelo vazio que deixou no mundo da música.

 

Em vida, o drama definia o destino do menino prodígio com voz angelical convertido em “superstar” pelo empenho do pai linha dura, Joe Jackson, que inclusive horas depois do falecimento de seu filho, aos 50 anos em Beverly Hills, afirmava: “É preciso lembrar o grande artista”.

Dívidas estimadas em 500 milhões de dólares, viagens pelo mundo em companhia de seus três filhos mascarados e a expectativa de sua grande volta era o contexto no qual sobrevivia o artista, caído em desgraça por duas acusações de abuso contra menores que mancharam sua reputação e o obrigaram a se esconder em meio a excentricidades.

Mas a morte deu a ele o dom de “ressuscitar” artisticamente entre fãs do mundo inteiro, que em Los Angeles (Califórnia, oeste) poderão na sexta-feira visitar o cemitério Forest Law, a nordesde da cidade, para depositar flores, mas sem, entretanto, entrarem no mausoléu onde se encontra o músico, explicou um policia a   Agencia AFP.

Após sua morte, foi iniciada uma investigação sobre as causas do falecimento do cantor, que apontaram imediatamente 
para seu médico pessoal, Conrad Murray, um homem também endividado que, quando recebeu o pedido de Jackson para que cuidasse de sua saúde no início de 2009, viu um contrato lucrativo que permitiria acabar com seus problemas financeiros.

Atualmente, Murray foi considerado culpado e condenado de homicídio culposo, após uma autópsia determinar que Jackson faleceu por uma overdose de anestésicos injetados vinte minutos antes de morrer sob os cuidados do médico.

O clã Jackson, mostrando-se unido nas batalhas judiciais referentes à morte de seu filho e irmão mais famoso, começou seu giro pelos tribunais de Los Angeles em julho para determinar quem cuidaria de Prince Michael, Paris e Blanket, os filhos de 13, 12 e 8 anos do músico.

A princípio, pareceu que a mãe biológica das duas crianças mais velhas, Debbie Rowe, ex-mulher de Jackson, pediria a custódia das crianças que apenas havia visto, mas rapidamente foi acordado que eles ficariam sob a tutela de Katherine Jackson, a avó de 80 anos que os levou para viver em sua casa em Encino, subúrbio de Los Angeles.

Para o filho mais novo apareceram em diversos tablóides diferentes mulheres reclamando a maternidade, cuja identidade nunca foi divulgada. Além disso, o silêncio dos Jackson murchou rapidamente as especulações sobre processos judiciais intermináveis que determinassem o futuro das crianças, que recebem uma mesada de 60 mil dólares da herança.

Com três  da morte de Jackson, seu legado gerou lucros que chegam a 1,017 bilhão de dólares, segundo os cálculos da Billboard, citando os estúdios de música, cinema e a corporação AEG, responsável por organizar a volta do artista.

As músicas “Billie Jean” e “I’ll be there” foram descobertas por jovens que perderam a Jacksonmania dos anos 80 e que redescobriram, com a morte do cantor, os hits dos 40 anos de carreira do Rei do Pop.

Miguel Neto jornalista Angolano  disse o seguinte sobre a morte do astro:  creio que com o passar dos anos, há-de ser pior, pela saudade que nos irá consumir o espírito e amargurar a alma. E porque é grande a minha cumplicidade pelas suas obras, sempre tive Michael Jackson como um mentor à distância, aliás, desde os meus 12 anos que o ouvia.

E com disse a sua filha no seu funeral que ele o melhor pai que alguém poderia imaginar. Ele é para mim o maior exemplo de criatividade, inovação, amor, e personalidade que alguém poderia ter. Ele foi só uma criança incompreendida

 


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