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Novo Talento: Mizzy Stunna pretende trabalhar muito para que o seu trabalho seja reconhecido

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Por: Iraneth da Cruz

Rap e R&B são os estilos que fascinam o jovem talentoso Hamilton Guilherme, de nome artístico “Mizzy Stunna”, nascido em Luanda, aos 02 de Fevereiro. A sua paixão pela música começou as 16 anos de idade por influência dos seus tios, fase em que dormia e acordava a ouvir Rap.

O jovem canta desde 2009 e também é produtor musical. Questionado sobre a produtora com a qual trabalha, Mizzy Stunna contou que não tem produtora, mas tem um estúdio profissional e alguns amigos, que lhe dão motivação para as coisas acontecerem.

O músico disse que os artistas de referência que tem são Heavy C, Dji Tafinha, Yanick Afroman, mas a sua principal referência é o “LLEUZZY”, pela forma como se identificam nas suas músicas e passam um ao outro um nível de aprendizagem muito diferente pelas vibes e sonoridades únicas. E a nível internacional, gosta de ouvir Drake, Kanye West, Travis Scoot e Tory Lanez. “Sempre contei com os meus familiares, eles sempre me apoiaram e deram um suporte no que faço. Apesar das quebras e desistências por falta de optimismo, eles sempre estiveram lá”, contou o artista.

Mizzy Stunna disse ainda que ele mesmo é que compõe e cria as suas próprias músicas com ajustes de outras pessoas em instrumentos adicionais. Recentemente, o artista lançou uma música intitulada “A.T.B”, “Agira” e em Janeiro disponibilizará uma outra música de estilo diferente.

https://www.mediafire.com/download/r03mcmu8nmfmdko 

Helder Pedrohttp://www.afacc16.org
HÉLDER PEDRO, DE COBRADOR DE TÁXI A PROMESSA DA TV NACIONAL Há alguns meses que a televisão nacional ganhou um novo rosto. Hélder Pedro é o “platinado” que todos os sábados apresenta o mais recente programa de televisão sobre o jet7 angolano, no canal Jango Magic, da operadora DStv. A voz naturalmente colocada e a dicção não deixam margem para dúvidas de que a vocação radiofónica está-lhe no ADN. Apesar de ter optado por estudar Ciências Físicas e Biológicas no ensino médio, Hélder era apelidado pelos colegas de o “Bartolomeu da sala”, numa clara comparação a Ernesto Bartolomeu, famoso apresentador do telejornal da TPA 1. Várias foram as vezes que o jovem ouviu dizer que estava a perder-se no curso errado, porque “tinha um grande potencial para o jornalismo”, disse em entrevista à BANTUMEN. Num teste às suas capacidades, em 2008, decidiu criar a Rádio One, onde o seu quarto era o estúdio e os vizinhos a audiência. Uma coluna no terraço e estava criada a primeira rádio a ser emitida no município de Cacuaco. “Tudo o que eu falasse, as pessoas que viviam nos arredores da casa ouviam. O programa da Rádio One começava às 18 horas e tinha como convidados os meus irmãos e primo. O projecto surge com o intuito de entreter as noites da nossa vizinhança, uma vez que havia muita bandidagem no bairro e a zona era muito silenciosa.” Mas antes de chegar às televisões do país através do semanal “Platinando”, as curvas e contra-curvas da vida de Hélder levaram-no a ser pedreiro, cobrador de táxi, taxista e segurança num quintal do pai. Mas a perseverança está-lhe impressa no caracter. Em 2012, o “Bartolomeu da sala” conseguiu chegar à redação da Platina Line, através do pai que conhecia um dos funcionários da empresa. “Por ser bom e talentoso, passei no casting. Comecei como repórter, passei de seguida a fazer o programa de rádio na Kairós e fui promovido mais tarde para apresentador de TV, fazendo até hoje o programa “Platinando” com a minha colega Rosa de Sousa.” Um ano mais tarde, a responsabilidade do jovem trabalhador-estudante tornou-se demasiado pesada e foi necessário optar entre as várias actividades que desenvolvia ao mesmo tempo. “Estudava na Utanga do Capolo, fazia o curso de Electrónica e Telecomunicações e era difícil conciliar os estudos, serviço de táxi “não personalizado” e a Platina Line. Larguei o táxi e os estudos por falta de apoio, pois nessa altura o meu pai já não tinha condições para sustentar os meus estudos. E eu que sempre pensei que ser estudante universitário fosse um mar de rosas e que fosse principalmente fácil pagar as propinas, enganei-me!” Depois de dois anos dedicados à comunicação, Hélder decide voltar a estudar e é actualmente aluno da Universidade Independente de Angola, no curso de Ciências da Comunicação. Numa breve análise à liberdade de expressão dos meios de comunicação nacionais, Hélder Pedro diz que a “Platina Line veio revolucionar a comunicação social em Angola, em particular o mundo do entretenimento. Mas, como infelizmente a nossa sociedade ainda não tem uma mente tão aberta neste campo, encaramos certas informações como abusos contra identidade, o que impossibilita a liberdade de comunicação e muitas vezes de expressão. Como resultado, muitos jornalistas, comunicólogos e não só, vêem-se na obrigação de omitirem determinadas informações”, explica. Entre o online e a TV não consegue designar um preferido e garante que as duas categorias têm as suas vantagens. No entanto, os seus objectivos centram-se em chegar à cadeira de pivô de telejornal e, quem sabe, ser o sucessor do ídolo Ernesto Bartolomeu.
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