Roberta Narciso em entrevista Exclusiva : "Não existem mulheres feias"

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Morena, 58 de cintura e 85 de anca, bem distribuídos pelos seus 1.80 cm de altura, são medidas que sagraram a jovem manequim angolana Roberta Narciso, entre as 15 finalistas do concurso internacional de moda Elite Model 2010, em Xangai. Proeza conquistada entre 71 candidatas, de 64 países.


Roberta Narciso, começa assim, aos 17 anos, uma prestigiada carreira internacional de manequim. Ela que na semana passada participou na Semana de Moda em Hong Kong, num desfile para a conceituada marca italiana Prada, A conquista de Roberta Narciso, na primeira edição do concurso nacional Elite Model Look 2010, e posterior participação no internacional Elite Model Look, serviu de incentivo para muitas adolescentes e jovens que almejem desfilar nas grandes passarelas internacionais . ela tornou-se na quarta negra, a semelhança de Naomi Campbell, Jourdan Dunn e Lyndsey Scott a fazer parte do casting da marca em toda a história da Prada. A Prada é uma das mais conceituadas marcas de grife do mundo

 

 

Platina Line: O que é para si o sucesso?

Roberta Narciso: É viver bem consigo mesmo. Tento encontrá-lo em todos os momentos.


P.L: O Elite Model Look é um grande desafio?

R.N: Foi um grande desafio e, sobretudo algo muito positivo na minha vida. Vencer o Elite em Angola e na final mundial ficar entre as 15 finalistas provocou uma mudança enorme na minha vida. Mudar de país e sair de casa dos meus pais pela primeira vez é o maior desafio que o concurso me trouxe realmente.

 

 

P.L: Que momento da sua carreira vai ficar para sempre na sua memória?

R.N: É difícil. Há vários momentos que nunca esquecerei, mas assim de repente ocorre-me a altura em que o meu nome foi dito na final do concurso em Angola.

 


P.L: Como é atualmente a sua vida?

R.N: Tenho uma vida normal, trabalho, estudo, encontro-me com os amigos nas redes sociais na internet e procuro fazer novos amigos onde vivo atualmente (Paris).

 

 


P.L: A cultura angolana está presente no seu dia a dia, de alguma maneira?

R.N: Evidente, não mudamos de país e abandonamos de imediato a nossa cultura. Ouço sempre música angolana, tento acompanhar as novidades que vão saindo e continuo a ter muitas saudades da comida da minha mãe.

 


P.L: Qual seria a primeira coisa que diria a Deus caso o encontrasse?

R.N: Obrigado, por me ajudar nos momentos em que mais preciso e por me proteger de todo o mal.

 

 


P.L: Considera-se uma mulher bonita?

R.N: Sim. Na verdade não existem mulheres feias, apenas cuidam pouco de si.


P.L: Qual foi a sua primeira impressão do mundo da moda?

R.N: Foi e continua a ser uma boa imagem, gosto de pertencer a este universo de trabalho.

 


P.L: Como é a vida de modelo?

R.N: É uma vida normal com momentos de muito trabalho e momentos mais calmos.


P.L: Quais são as suas principais características?

R.N: Simplicidade e naturalidade.


P.L: Sempre se sentiu bem com o seu aspecto ou já teve complexos?

R.N: Sempre me senti bem com o meu aspecto.

 


P.L: Houve algum momento muito mau na sua vida?

R.N: Felizmente não houve momentos “muito maus”.

 


P.L: Sente-se uma profissional bem remunerada?

R.N: Nesta fase da minha carreira estou a fazer e a preparar o meu futuro, espero que a parte material se resolva por si própria.

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