Por: Stella Cortez

Entre os vários projectos traçados por Costa Vilola, Cesalty Paulo, Tigre Chieta e Orlando Kikuassa, consta a preparação do espectáculo alusivo aos 18 anos de carreira do grupo Os Tuneza.

O humorista Costa Vilola, que observa 2020 como sendo um ano dramático para todos, começou por adiantar que o grupo traz na bagagem muitas novidades, entre as quais a nova temporada do talk show “No Cubico dos Tuneza”. “Será um programa com uma outra história, outra casa e outro contexto, com estreia para este ano, não posso adiantar muita coisa, entretanto, no momento certo, as pessoas obterão mais esclarecimentos”, informou.

Costa conta, ainda, que o grupo, em 2020, gravou uma nova música, já disponível nas plataformas digitais, mas que ainda não começou a ser promovida.

“Apesar das dificuldades enfrentadas no ano passado, não deixamos de trabalhar, conseguimos terminar a construção do roteiro do nosso filme com algumas histórias fictícias e outras reais, cujas gravações ainda não começaram, todavia, temos pretensão de estrear este ano ou no próximo. Também vem aí o blá blá blá, e no dia 3 de Março, realizaremos um mega espectáculo, porque o grupo completa 18 anos de existência, e nós faremos 18 de carreira humorística, vamos fazer um grandioso espectáculo ao nível daquilo que são os anos que percurso”, frisou.

Questionado se na referida comemoração Gilmário Vemba estará presente, Costa respondeu: “Não sei se sim ou não. O grupo não pensou nisso, estamos focados apenas em fazer o espectáculo com aquilo que temos, contudo, não é impossível, também não é difícil, mas isso não depende tão somente de nós.”

“Para todos os angolanos, 2020 foi um ano dramático, e cada um provou o sabor da desgraça, aconteceram muitas coisas inesperadas na minha vida, uma delas foi o passamento físico da minha irmã que sempre considerei mãe, tivemos de enterrá-la sem honras nem glórias, porque estávamos a viver o estado de emergência. Passei por toda essa situação sozinho, sem poder contar com a presença dos meus colegas e amigos, porque não podiam sair de casa. Depois fomos enfrentando outras dificuldades”, lamentou Costa Vilola.