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    Vitória Strada fala da sua estreia na TV Globo na novela “Tempo de Amar”

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    Por: Iraneth da Cruz

     

    Aos 20 anos de idade, a actriz brasileira Vitória Strada dá vida à protagonista Maria Vitória na nova novela da Globo “Tempo de Amar”.

     

    Vitória, que entrou no lugar de Bruna Marquezine, é actriz e modelo desde os 12 anos de idade. Antes da estreia na TV, a actriz já tinha feito dois filmes: “Real Beleza”, de Jorge Furtado, em 2013, e “O Filme Da Minha Vida”, de Selton Mello.

    Maria Vitória ( Vitória Strada )Maria Vitória ( Vitória Strada )

    Platinaline: Como define a novela Tempo de Amar?

    Vitória Strada: Tempo de Amar é uma novela que expressa muito o amor sem o problema do tempo e da distância e também que o amor pode acontecer independente de todas as vontades contra ele.

     

    Platinaline: Fale-nos do seu personagem?

    Vitória Strada: O meu personagem é a Maria Vitória e ela é muito forte, determinada e guerreira e acredito que muito disso tenha que ver com o facto de ela ter sido criada só pelo pai e tem de ter uma força para enfrentar essa ausência da mãe. No início da novela, ela apaixona-se pelo Inácio. Eles apaixonam-se à primeira vista e nem eles sabem explicar como, mas acontece. O Inácio vai para o Brasil, ela apoia a ida dele ao país para batalhar pelo trabalho dele. Quando ele vai, ela descobre que está grávida e, a partir desse ponto, começam a acontecer uma série de conflitos na trama.

     

    Platinaline: Como é a relação dela com o pai e com a mulher que ajudou a criá-la, Delfina (Letícia Sabatella)?

    Vitória Strada:  Ela e o pai são melhores amigos. Os dois têm uma personalidade forte, às vezes entram em embate, mas logo se resolvem e têm uma amizade muito forte. Ele criou-a com certa liberdade e muitas pessoas comentam que ela foi criada sem algum limite, mas ela sabe o que ela quer e como batalhar por isso. Ela foi criada com a ajuda de Delfina, que é como se fosse uma governanta da casa, uma empregada que tem certo poder lá dentro, que tem uma filha, a Tereza, que também é muito amiga da Maria Vitória. A relação dela com a Delfina é um pouco complicada, porque nem chega perto à figura de uma mãe, mas, ao mesmo tempo, existe um carinho. Mas ao longo da história, a Delfina vai fazendo algumas coisas contra a Maria Vitória no intuito de defender sua filha.

     

    Maria Vitória (Vitória Strada) no convento.
    Maria Vitória (Vitória Strada) no convento.

    Platinaline: O Fernão vai atrapalhar o romance da Maria Vitória com o Inácio?

    Vitória Strada: Eles foram criados juntos desde a infância, então existe uma forte amizade. As famílias de ambos deixaram quase certo que eles iam casar quando ela fizesse 18 anos. Só que a Maria Vitória não quer. Ela conhece todas as facetas do Fernão e sabe que ele tem um lado bom e um outro lado muito duro. O Fernão não aceita perder e não aceita que as coisas não sejam do jeito que ele quer. Ela gosta muito dele, mas não quer se casar com ele.

     

    PL: A Maria Vitória vive momentos distintos. Em Morros Verdes quando se apaixona pelo Inácio, depois vai para um convento, em que ela está presa de certa forma e depois a ida dela para o Rio, uma mudança de país. Como é que está a construir essa personagem com estas nuances tão grandes?

    VS: Comecei a construir a personagem a partir da força dela. Ela tem momentos muito distintos mesmo, mas em todos eles mostram a força que tem. Ela é muito solar, começa na novela a mostrar toda a alegria de viver e a força de batalhar pelo que ela quer. No segundo momento, ela vai para um convento depois de descobrir a gravidez e o pai expulsa-lhe de casa. O primeiro conflito é enfrentar o pai tendo uma reacção muito brusca com ela. Ela sente que não tem ninguém, mas se restabelece com a força dela.  A partir desses momentos, ela irá enfrentar outros desafios para reencontrar Inácio.

     

    Maria Vitória (Vitória Strada) no convento.
    Maria Vitória (Vitória Strada) no convento.

    PL: Como foi a preparação para a sua primeira personagem numa novela?  

    VS: A preparação foi óptima! Eu conversei com o Jayme Monjardim para, antes de todo mundo, começar a preparação para que pudesse ser mais intensa. Quem me preparou foi a fonoaudióloga Leila Mendes. Ao longo da novela, a personagem se mostra várias facetas, então é assim que a gente compõe. Esse período foi muito bom para entrar na história da Maria Vitória.

     

    PL: Como foram as gravações no Sul, na sua terra?

    VS: Foram óptimos! O Sul é muito bairrista e isso é muito bom porque a recepção não só comigo, que sou de lá, mas com todo o mundo foi muito boa! A gente gravou em lugares lindos e, com certeza, o público vai se apaixonar.

    Vitória StradaVitória Strada

    PL: Como é contracenar com o Tony Ramos, que é uma referência na teledramaturgia?

    VS: É maravilhoso! Uma experiência incrível! O Tony é um exemplo como actor e eu já o admirava antes de o conhecer! É um exemplo também como pessoa e ensina-nos muito todos os dias.

     

    PL: Como está a ser o ritmo de gravações?

    VS: O ritmo de gravações está a ser muito intenso, mas, ao mesmo tempo, é aquele cansaço que é prazeroso, porque estou a fazer o que eu amo. Comecei a gravar antes de todo o mundo, a primeira semana de gravações foi uma parte só com a minha personagem praticamente. Foi a semana mais difícil, mais intensa. Foi bom começar pelo momento mais difícil.

     Vitoria StradaVitoria Strada

    PL: Qual é a expectativa por ser a primeira novela e a primeira protagonista?

    VS: Gravar a novela está a ser a realização de um sonho e o contacto com toda a equipa está a ser muito bom! Sempre quis trabalhar com o Jayme Monjardim e tornamos-nos numa família nas gravações. As minhas expectativas são as melhores, porque a história é linda e estou rodeada de actores incríveis.

     

    PL: É natural de Porto Alegre, mas está a viver no Rio. O que sente mais falta da sua terra natal?

    VS: Sem dúvida alguma eu sinto mais falta é da minha família! Sou filha única e meus pais são, além de meus pais, os meus melhores amigos mesmo. Eu sinto muito a falta deles, mas eu já tinha morado sozinha antes, então, para eles, não foi tão difícil assim. A gente sempre sente saudade, mas foi tranquilo porque já morei mais longe.

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