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    Yuri Simão afirma não conhecer Gerilson Insrael como artista e pessoa

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    “Não estou a ser pejorativo com o rapaz”

    Com a franqueza que o caracteriza, o comunicólogo e líder da Nova Energia, empresa responsável pela realização do Show do Mês, Yuri Simão, assegurou, durante uma entrevista cedida ao programa “Diálogo Cultural”, emitido na Televisão Pública de Angola, não conhecer artistas como Gerilson Insrael e Preto Show.

    “Não conheço a pessoa, o músico também não, por tudo quanto é mais sagrado, não estou a ser pejorativo ao rapaz, devo ter ouvido alguma música de certeza absoluta, no entanto, não consigo diferenciar o Gerilson, Lawilca, então não conheço a obra dele”, disse o produtor que de seguida foi questionado se conhece o Filho do Zua e, tranquilamente retorquiu.

    “Vi alguns ensaios dele, porque estamos na mesma sala de ensaios, nunca assisti um espectáculo dele, havia uma música dele acho que é a Saia Dela, achei a letra tão esquisita, não danço, mas sei quem é o cantor”, Yuri Simão justificando que, actualmente tem uma opinião sobre o grupo O2 que anteriormente não tinha, acrescentando que cada vez mais ouve rádio com pouca frequência, sublinhando que na sua playlist não tem determinados estilos musicais.

    “Ouço as vezes Anna Joyce, conheci a mesma num evento, o meu filho já referenciou o Rui Orlando como sendo um grande cantor, e tive que ir ouvir as suas músicas, o Republicano também me insistiu a fazer o mesmo e constatei coisas interessantes do rapaz, musicalmente não conheço o Preto Show, gosto da Ary, para mim a Yola Semedo é das melhores vozes de Angola”, destacou.

    Dos vários assuntos abordados, entre os quais, o desentendimento que a sua empresa teve com Matias Damásio, isto em 2018, o homem, que desde muito cedo gostou de organizar eventos, cuja citação “De angolanos para angolanos” identifica o seu projecto Show do Mês, apresentou a sua visão em relação a Paulo Flores e Yuri da Cunha, que segundo descreveu tratam-se de excelentes cantores e intérpretes.

    Quanto ao prémio cultura e arte atribuído ao ícone Filipe Mukenga, Yuri Simão salientou:

    “Merecido, tal como já faz falta um prémio ao Samangwana, igualmente aos 60 anos de carreira de Calabeto, e aos 52 anos de Pedrito. Já faz falta um prémio nacional de cultura e arte aos Kiezos, aos Jovens do Prenda, e acho que antes deles morrerem, ao invés de depois darem menções honrosas, deviam abrir uma carteira para cinco músicos e dar prémio pelo reconhecimento de tudo o que eles já nos deram”.

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