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    Início»Especiais»Actualidade»Angola rende homenagem às vítimas do massacre da Baixa de Cassange
    Actualidade

    Angola rende homenagem às vítimas do massacre da Baixa de Cassange

    Platina LinePor Platina Line3 de Janeiro, 2021Sem comentários2 Minutos de Leitura
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    Esta segunda-feira, 4, é Dia de Celebração Nacional. Os angolanos recordam nesta data o massacre da Baixa de Cassange, um acontecimento que, há 60 anos, dizimou milhares de vidas de angolanos e marcou o início da contestação à ocupação colonial e à exploração dos naturais, sobretudo o desrespeito aos padrões básicos da vida humana.

    Em homenagem aos compatriotas assassinados pelo exército português na região da Baixa de Cassange, província de Malanje, foi instituído o 4 de Janeiro, Dia dos Mártires da Repressão Colonial.

    Tudo começou quando contratados da região da Baixa de Cassange, agastados com o trabalho forçado, paupérrimas condições laborais, rendimento salarial ínfimo, decidiram paralisar o cultivo de algodão para a empresa Cotonang.

    Estes trabalhadores eram retirados das suas aldeias e obrigados a cultivar algodão nos terrenos indicados pela Cotonang, Os únicos rendimentos dos agricultores apareciam no final de cada campanha com a venda obrigatória do algodão à Cotonang que estabelecia preços reduzidos e frequentemente comprava produtos de primeira classe a valores de segunda.

    A cada camponês era imposto o cultivo de um hectare sendo obrigado a vender toda a produção a preços estabelecidos pela Companhia Algodoeira.

    Por exemplo, um quilograma de algodão era comprado pela Cotonang a um escudo. Nesse momento, a administração colonial tinha subido o Imposto Geral Mínimo de 250 para 350 escudos.

    Isto significava que um camponês contratado, para pagar o Imposto Geral Mínimo, tinha que vender pelo menos dez sacos de 50 quilos de algodão, ou era obrigado a contrair dívidas para a amortização na colheita seguinte.

    Em 1961, a região tinha 150 mil habitantes e os campos de algodão quase 85 mil agricultores e suas famílias, todos coagidos a cultivar e vender algodão.

    A exploração laboral e opressão, aliada ao fim da II Segunda Guerra Mundial e à independência de países africanos, com destaque para o antigo Congo Belga, actual República Democrática do Congo (RDC), cujo território partilha uma fronteira de 2511 quilómetros com Angola, levaram ao surgimento de um amplo e forte movimento reivindicativo levado a cabo pelos camponeses dos centros agrícolas da Baixa de Cassange.

    Apesar de esta data ser considerada um marco importante da História de Angola, à luz de uma lei adoptada em 2011 pela Assembleia Nacional, o dia 4 de Janeiro deixou de ser feriado nacional e passou a Data de Celebração Nacional, o Dia dos Mártires da Repressão Colonial.

    vítimas do massacre da Baixa de Cassange
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