Fechar O Menu

    Subscrever as actualizações

    Receba as últimas notícias

    O que está em alta

    Políticas Macroeconómicas na era de João Lourenço são um sucesso

    3 de Fevereiro, 2026

    Primeira edição da Conferência da Mãe Atípica deixa impacto positivo em Angola

    2 de Fevereiro, 2026

    Patrícia Gonçalves: a jovem líder que está a transformar a Jetour e a Soueast em Angola

    29 de Janeiro, 2026
    Facebook Instagram YouTube
    Facebook X (Twitter) Instagram
    PlatinaLine
    • PlatinaLine
    • Famosos

      Passaporte angolano ocupa a 79.ª posição no ranking mundial dos mais poderosos em 2026

      23 de Janeiro, 2026

      Jéssica Romero destaca papel da FAST na afirmação da nova indústria têxtil angolana

      22 de Janeiro, 2026

      Gena de Carvalho e IUKI Cookie saem em defesa de Mariana Rodrigues

      12 de Janeiro, 2026

      Diplomata Elias Chimuco participa em encontro de alto nível na África do Sul

      9 de Janeiro, 2026

      Lesliana Pereira assume produção executiva da nova novela “Os Donos do Silêncio” na TV Girassol

      7 de Janeiro, 2026
    • Música
    • Em Foco
    • Lifestyle
    • Desporto
    • Galeria
    • Contacto
    PlatinaLine
    Início»Lifestyle»Viagens e Roteiros Turísticos»Viajar como rei
    Viagens e Roteiros Turísticos

    Viajar como rei

    Rosa De SousaPor Rosa De Sousa8 de Janeiro, 2011Sem comentários6 Minutos de Leitura
    Facebook Twitter Pinterest O LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte E-mail
    partilhar
    Facebook Twitter O LinkedIn Pinterest E-mail

     

    A magia daqueles cruzeiros de sonho retratados por Hollywood, em enormes iates com incríveis suítes e salões, segue existindo hoje graças a uma frota de navios, como o “Queen Elizabeth”, onde se respeita ao máximo o luxo, o dinheiro e a beleza daquelas grandes excursões de antigamente

      Divulgação

    O Queen Elizabeth tem 294 metros de comprimento
      Divulgação

    Rainha Elizabeth durante o batismo do navio que leva seu nome

    “Deus abençoe o ‘Queen Elizabeth’ e todos aqueles que naveguem nele”. Com estas palavras, a rainha da Inglaterra inaugurou no último dia 12 um dos maiores transatlânticos do mundo, a última aquisição da empresa Cunard, uma frota de elite composta pelos navios mais potentes e modernos, nos quais, na tentativa de recuperar os grandes cruzeiros de antigamente, cuidam dos mínimos detalhes.São tempos de cruzeiros. Desde Carolina de Mônaco e seu atraente Pachá, até Belén Esteban subindo de burro até um alto povoado durante uma escala em seu cruzeiro, há muitas formas de fazer um cruzeiro, e algumas não têm nada a ver com os gigantes navios que parecem arranha-céus dispostos na horizontal.

    Um navio de fina estampa
    Nada a ver com a estampa que ilumina o recém-inaugurado “Queen Elizabeth”, que chega para substituir o já aposentado “Elizabeth 2”, o “Queen Mary 2” e o “Queen Victoria” e que tem 294 metros de comprimento, 32,25 metros de largura e uma capacidade de deslocamento de 99 mil toneladas, ao custo de US$ 1,1 bilhão.

    As passagens foram postas à venda em 1 de abril e esgotaram em menos de meia hora. E isto levando em conta que o preço da diária para as suítes de classes superiores oscila entre US$ 7 mil e US$ 14 mil dólares por pessoa. Um pequeno inciso: para 2 mil passageiros há quase 1 mil tripulantes.

    Isto é viajar como reis, ou como se transportar aos anos dourados dos transatlânticos, quando centenas de filmes eram rodados nesses navios de sonho onde havia tempo e lugar para tudo, incluindo o romance dos protagonistas. 

    Naqueles tempos em que Marilyn Monroe dava pulinhos diante de um diadema de diamantes ou em que Audrey Hepburn era solicitada na cobertura para que ajudasse a colocar o chapéu em Humphrey Bogart, o objetivo primário da viagem era ligar dois continentes. Agora, graças à velocidade de outros meios, as empresas não dão tanta importância à rapidez, mas sim ao tamanho, ao excelente serviço, ao luxo e aos pequenos detalhes para com os viajantes. 

    Os grandes transatlânticos da empresa Cunard são inspirados nos primeiros navios de luxo alemães de antes da Primeira Guerra Mundial. Assim foi introduzido o conceito de luxo na navegação marinha, na qual figura a maldição do “Titanic”, mas também o Mauretania. 
    O “Queen Mary”, o primeiro destes grandes navios da empresa Cunard, está atracado nos Estados Unidos servindo de atração turística com guias especializados. Há entre os visitantes interessados em atividades paranormais, já que os grandes navios são considerados um dos ambientes com mais incidência deste tipo de fenômenos. 

    O esplendor de um imenso hall cercado por nobres degraus
    Tanto o “Queen Mary 2” como o “Queen Victoria” e o “Queen Elizabeth” contam com um imenso e impressionante hall, com sua clássica “Royal Arcade”, a escada que cerca a arcada central e que é um símbolo desta frota e do seu luxo peculiar. 

    Outra das particularidades comuns a toda a frota é o culto ao relaxamento do corpo, com instalações e serviços à altura de qualquer centro especializado. Mas o “Queen Elizabeth” possui, além disso, uma ampla biblioteca envolta totalmente por madeiras nobres, ao estilo britânico e com uma grande quantidade e variedade de títulos clássicos e novidades editoriais. 
    A cobertura para jogos é uma imensa sala com teto transparente, o que provoca a sensação de estar ao ar livre para praticar todos os esportes tradicionais ingleses, desde o críquete ao pádel. 

    A mesma sensação de sentir-se ao ar livre, mas desta vez ar-condicionado, é encontrada no “Garden Lounge”, um lugar espaçoso e relaxante, inspirado nas clássicas estufas inglesas e relaxante a qualquer hora do dia ou da noite.

    Espetacular é a palavra que sempre acompanha os grandes teatros destes navios, onde se pode assistir desde a obras de teatro até a dança, balé, grandes musicais e etc. O Royal Court Theatre do “Elizabeth 2” não podia ser uma exceção e ali se celebra todos os dias uma produção feita sob medida para este lugar e para seu público. 

    E assim, detalhe a detalhe, vai sendo conjugada toda a série de atrações para os viajantes, que podem começar com “O Chá da Tarde”, boa ideia para uma jornada britânica em um navio à altura de suas majestades. Para isso, há o “Queen’s Room”, sala cercada por quadros. 

    Ser britânico e não ter um clube parece algo estranho. E é. Em qualquer destes grandes navios há um ou vários espaços dispostos para uma tranquila conversa e música suave. E no “Elizabeth 2” encontramos o Yacht Clube, o Clube Commodore e o Bar Midships, nomeado assim por ser um popular local de reunião no “Queen Elizabeth” original. 

    No mais puro estilo de um pub inglês há o Golden Lion Pub, perfeito para se tomar as famosas pints e desfrutar de uma típica comida de taverna, com salsichas acompanhadas de purê ou as clássicas “fish and chips”. 

    Cada um em sua própria casa
    As classes de alojamentos são muito variadas. Pode-se encontrar desde uma suíte interna, ou seja, sem acesso à luz natural, a uma exterior iluminada por uma clarabóia, passando pela que tem uma varanda externa e é considerada básica. Mas a partir daqui, tudo pode melhorar. Até chegar ao apartamento de 137 metros quadrados com dormitório na parte de cima, varanda grande e dois banheiros de mármore. O número de estrelas da suíte vai de acordo com a restrição ao acesso das diferentes zonas do navio. 

    Assim, enquanto o Britannia é o restaurante principal de cada transatlântico, existem pequenas “cantinas” para os que têm pacotes especiais. O mesmo ocorre com alguns pequenos bares.

    No navio existe ainda toda uma área dedicada aos animais de estimação, sob a supervisão do chefe do canil. Antes de começar a viagem é preciso revisar o programa para conhecer os numerosos eventos que serão realizados durante a travessia, já que há aqueles que exigem traje formal. Há também os eventos onde a roupa pode ser informal e outros pensados para ir de maneira casual.

    Nota da redação: havia um erro de informação da Agência Efe nesta matéria, que foi corrigido. Segue nota a agência.

    Realmente houve na reportagem o erro apontado por alguns leitores. O maior transatlântico do mundo não é o “Queen Elizabeth”. O título pertence atualmente ao “Oasis of The Seas”, da empresa Royal Caribbean. 

    Alteramos o texto trocando a expressão “maior transatlântico do mundo” por “um dos maiores transatlânticos do mundo”. 

    fONTE: Agência Efe

    Por Mercedes Cerviño, da EFE

    partilhar. Facebook Twitter Pinterest O LinkedIn Tumblr WhatsApp E-mail
    Artigo AnteriorO salário anual de Jobs em 2010: US$ 1
    Próximo Artigo Rick Ross já em Angola posta fotos de Angola
    Rosa De Sousa

    Relacionados Posts

    Agentes de Viagem Internacional conhecem Parque Nacional da Kissama

    15 de Novembro, 2024

    TAAG disponibiliza voo Directo Luanda – Porto no natal e ano novo

    26 de Junho, 2024

    “Angola na Lista de Destinos Imperdíveis para Visitar da CNN Travel em 2024”

    2 de Janeiro, 2024

    Cidadãos da CPLP e G20 isentos de pagamento de visto de turismo e negócios para Angola 

    14 de Julho, 2023
    Deixe Uma Resposta Cancelar Resposta

    Platina Line
    As nossas escolhas

    Políticas Macroeconómicas na era de João Lourenço são um sucesso

    3 de Fevereiro, 2026

    Primeira edição da Conferência da Mãe Atípica deixa impacto positivo em Angola

    2 de Fevereiro, 2026

    Patrícia Gonçalves: a jovem líder que está a transformar a Jetour e a Soueast em Angola

    29 de Janeiro, 2026

    UNITEL realiza grande final da 10.ª edição do GO Challenge no CCTA

    29 de Janeiro, 2026
    • Facebook
    • Instagram
    • YouTube
    Mundo
    * Mundo

    Trump agradece a Corina Machado oferta de medalha do Nobel: “um gesto maravilhoso”

    Por Osvaldo16 de Janeiro, 20260

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a líder da oposição da Venezuela,…

    Líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, oferece medalha do Nobel a Trump

    16 de Janeiro, 2026

    Barbeiro africano chama atenção na internet ao cortar cabelo com ferramentas inusitadas: ferro de engomar, catanas e pás

    5 de Janeiro, 2026

    “Sinto até pena”, diz Xuxa ao negar pacto e rebater críticas antigas

    29 de Dezembro, 2025

    Subscrever as actualizações

    Receba as últimas notícias

    O Platina Line é um portal angolano dedicado a informação, educação e entretenimento. Ele oferece conteúdos sobre diversas áreas, incluindo cultura, música, moda, celebridades e novidades, com foco na língua portuguesa.

    O portal busca informar e entreter angolanos e outros interessados, com foco em notícias e entretenimento.

    Email: pauta@platinaline.com
    Call Center: 226 448 315

    Facebook Instagram YouTube
    Nossas escolhas

    Políticas Macroeconómicas na era de João Lourenço são um sucesso

    3 de Fevereiro, 2026

    Primeira edição da Conferência da Mãe Atípica deixa impacto positivo em Angola

    2 de Fevereiro, 2026

    Patrícia Gonçalves: a jovem líder que está a transformar a Jetour e a Soueast em Angola

    29 de Janeiro, 2026
    Novos comentários
    • Vlatiniqui Lino em Shakira chora e manda indireta para Piqué em clipe após separação: ‘me deixou’
    • Delcio em Empresário Angolano aposta na produção nacional e na criação de empregos para os jovens
    • Marcos em LS & Republicano celebra 22 anos de existência com ofertas de vários prémios
    • Bocolo Daniel em Unji – DELL Angola dedica-se à importação e distribuição de produtos e serviços Dell
    © Todos os Direitos Reservados. Platina Line 2026
    • Desenvolvido Por :
    • Willsite

    Digite acima e pressione Enter para a pesquisa. Pressione Esc 'cancelar'.