Apresentadora do programa Tá Bater do canal ZAP Viva Sandra Gomes mostra o seu outro  lado

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Apresentadora do programa Tá Bater do canal ZAP Viva Sandra Gomes, partilhou parte de si em uma introvertida conversa.

Qual é a sua ideologia de vida para alcançar a paz e bem-estar emocional?

Aceito-me como sou e não me estresso com o que não depende de mim.

Qual é o segredo para manter a forma física sempre impecável?

Se contar, deixaria de ser segredo. Mas a genética ajuda-me muito…

Visto que não sou refém de padrões, tanto do ponto de vista da beleza, pensamentos, objectivos e etc. Posso dizer que, a caixa é uma prisão que muitas vezes privam as aspirações de várias mulheres.

Porquê apelidou-se “Barbie Fora da Caixa”?

O nome “Barbie fora da caixa” é o meu alter ego. Sou eu a dizer aos jovens para sonharem, perseguir os mesmos até alcança-los.

Sente-se obrigada a viver de aparências para mostrar um personagem que cative os seus fãs e seguidores?

Não. Por isso, me nomeei “Barbie Fora da Caixa”. Ao ser educada com uma boa base de valores morais e cívicos, fui sempre incentivada a não viver de aparência. Com isso, nem a fama poderá me transformar. Sou uma jovem como qualquer outra, tenho momentos bons e maus, mas continuo o meu percurso de cabeça erguida.

É o tipo de pessoa que se deixa levar pelas emoções, quando atingida por uma paixão arrebatadora?

Em situações arrebatadoras, mentalizo o velho ditado de que diz: “quando estamos na chuva é para molharmo-nos”. Mas, saio sempre dela limpa e seca… pois a vida segue…

Enquanto figura pública, já sentiu na pele alguma situação indesejada vinda de amizades e como lidou?

Não me considero uma figura pública, mas sim uma figura publicada. Claro que já sofri. Normalmente, as pessoas têm a ideia ou ilusão de que quando estão com alguém conhecido, necessariamente precisam de atenção. Em suma, são momentos muito delicados. Contudo, procuro lidar com elegância e educação. E nas piores das hipóteses, afasto-me.

Tem-se dito “toda a mulher um dia já sofreu algum tipo de assédio”, faz parte desta estatística?

Se dissesse que não, seria uma grande mentira. Lidei de duas formas, pois a paciência e a firmeza foram o meu pronto-socorro. Infelizmente, vivemos numa sociedade machista, onde a mulher é olhada de forma tendenciosa. Ou seja, com intenções bem conhecidas por todos nós. Por isso, eu acho que é necessária paciência, porque muita gente faz isso sem ter a mínima noção do mal que causam às mulheres. O meu conselho às mulheres é: firmeza no seu posicionamento, para impor maior respeito. Sejam fiéis aos vossos valores, em qualquer situação de desconforto, retirem-se.

Como é apresentar o Tá Bater do Canal ZAP Viva, sabendo que não é emitido em Angola?

Fazer o “Tá Bater” actualmente tem sido um grande desafio, sabendo que é produzido cá, mas não é emitido em Angola. Também é um desafio bom gravar com o Da Whany. Ele tem uma personalidade forte e carismática. Sou de opinião que são pessoas assim como ele que desafiam as outras. É muito bom para o programa.

Quais são os estilos de dança que tem mais prática e que outros quais gostaria de aprender?

Eu pratico todos os estilos, principalmente quando estou com tempo livre e em casa. Claro que gostaria de aprender alguns movimentos ou toques novos de Afro-House como “Palanganza Que Não Acaba” e outros novos passos que vão surgindo.

Como descreveria os seus anos de carreira como apresentadora do canal ZAP Viva?

Superação diária; cada dia é dia de aprender algo novo. O mesmo erro não pode ser cometido duas/três vezes. O mood é: progresso, progresso, progresso.

Como se revê daqui há 5 anos a nível profissional?

 Eu prefiro fazer e depois falar. Para essa pergunta, é a minha resposta.

Perfil

Nome completo: Sandra Indira da Piedade Gomes

Anos de ZAP Viva: Quatro

Dia de Aniversário e signo: 22 de Novembro, sagitário

Naturalidade: Luanda

Hobbies: Dançar, ler livros, pintar, criar conteúdos, decorar, conduzir, etc.

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