Carlos Rosado diz que só aceitaria ficar com o BCI se o pagassem

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Em entrevista ao programa “ECONOMIA 100 MAKAS”, na edição de 24 de Janeiro do corrente ano, o economista Carlos Rosado falou sobre a situação do Banco de Comércio e Indústria (BCI) antes e pós-privatização, afirmando que só ficaria com o Banco se o pagassem.

“A privatização do Banco de Comercio e Indústria (BCI) beneficiou o governo, por ser encontrado com problemas de várias ordens, e actualmente os problemas são minimizados pelo aumento de capital feito pelo Grupo Carrinho, segundo o especialista”, avançou o enconomista.

É importante referir que antes da privatização, o banco foi submetido a uma auditoria, imposta pelo fundo monetário, denominada avaliação de qualidade de activos, onde se chegou a conclusão que o mesmo precisava de 57 mil milhões de Kwanzas de capital.

Com o aumento de capital feito pelo Grupo Carrinho, estes problemas ficam ultrapassados e conclui-se que o referido Grupo terá dado uma ajuda ao governo ao comprar o BCI, sem que o estado tivesse feito o aumento de capital necessário antes da privatização, obrigando o Grupo a injectar até ao momento 15 mil milhões de Kwanzas.

Por: Gabriel Jaccob

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