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    Débora Bloch fala do seu personagem no trama “Onde Nascem os Fortes”

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    Por: Iraneth da Cruz

    Débora Bloch nascida em Belo Horizonte (Brasil), é actriz e produtora brasileira de teatro, cinema e televisão. Conhecida através dos personagens marcantes de comédia e não só, Débora teve seu talento reconhecido em diversas premiações de teatro e TV em novelas como Cambalacho, Salsa e Merengue, a Lua me Disse, Avenida Brasil, Sete PecadCo, Caminho das Indias, Cordel Encantado e outras.

    Bloch dá vida ao personagem Rosinete, na série da Globo “Onde Nascem os Fortes”, uma mulher do Sertão da Paraíba, casada com um homem muito poderoso e muito rico de Sertão, a cidade onde vivem. É uma mulher de valores bem tradicionais, conservadores, muito dedicada aos dois filhos, sobretudo à filha, que tem uma doença incurável e de quem ela cuida a vida toda.

    Na Trama, Rosinete está a viver uma crise muito grande no seu casamento, que ela está a tentar salvar, e ao mesmo tempo tentando se libertar de algumas amarras da vida dela.

    PLATINALINE: Como é a Rosinete como mãe?

    Débora Bloch: Rosinete é aquela mãe leoa, que cuida dos filhos, bem tradicional, criada para casar, ser mãe, cuidar da casa, enfim, ter uma vida dedicada à família. Muito cuidadora, que trabalha para que a família fique sempre unida, mantendo o casamento e os valores.

    PLATINALINE: Quem são os filhos de Rosinete?

    Débora Bloch: O Hermano (Gabriel Leone) é o seu filho adoptivo e ela tem a Aurora (Laura Tremouroux), a sua filha que tem lúpus, uma doença autoimune que não tem cura, exige sempre tratamentos e que se manifesta na adolescência. Ela passa a vida muito dedicada à Aurora e apesar do imenso amor que sente pelo filho adoptivo, acaba por se dedicar mais à Aurora por conta da doença.

    PL: A traição do marido é um grande problema para a vida de Rosinete?

    DB: É sim um grande problema, pois Pedro (Alexandre Nero) tem uma relação bem antiga e machista com a mulher, ele tem uma amante, ela tem conhecimento disso e sofre. Isso abala a relação dela com o marido e por isso ela está sempre a tentar recuperar um lugar, mas, de certa maneira, aceitando essa relação machista que Pedro tem com ela.

    PL: Qual é a reacção de Rosinete diante de toda essa situação da família?

    DB: Eu acho que a Rosinete, apesar de ser uma mulher muito tradicional, com valores que eu considero arcaicos, tem um impulso de libertação disso tudo. Apesar de ela ter um jeito um pouco atrapalhado, acho que ela tem esse impulso de se libertar desses valores e viver a sua vida sem essas convenções. Acho que o público vai-se identificar com essa mãe Rosinete, com a relação amorosa que ela tem com os filhos, de cuidar, de ser essa leoa que toda a mãe tem de ser, se colocando na frente de qualquer sofrimento que possa atingir o seu filho.

    PL: Como foi gravar no Sertão?

    DB: Eu acho que gravar no Sertão, além de ser uma paisagem belíssima que não conhecemos, descobrimos um Brasil que não estamos acostumados a ver. O Brasil é tão grande e tão diverso que olhamos pouco para o Nordeste, para o Norte, para lugares menos explorados, e acaba por ser muito emocionante entrar em contacto com essa diversidade, essa paisagem tão pouco mostrada. É muito gratificante a gente mostrar esse Brasil profundo e ao mesmo tempo conhecer as pessoas de lá e poder mostrar locais, muito além do Rio de Janeiro e de São Paulo. É enriquecedor para a gente como artista e também para o público.

    PL: O que o público pode esperar de ‘Onde Nascem os Fortes’?

    DB: Acho que o público pode esperar uma história bem interessante, cheia de reviravoltas, cheia de personagens surpreendentes, porque mesmo a Rosinete, ao mesmo tempo que ela é uma mulher tradicional, ela é uma mulher inusitada, que corre pelo Sertão para tentar expurgar as suas angústias, ela corre e reza. Ela é muito conservadora, mas ao mesmo tempo quer ter prazer na vida, quer divertir-se, quer que a vida dela ande para frente. Essa série traz personagens que não estamos muito acostumados a ver na TV, acho que ela conta com uma geografia muito diferente, na Paraíba, no Sertão, que não estamos acostumados. É uma história de paixão, uma história de traição, uma história de luta de poder. É muito interessante!

    Rosinete ( Debora Bloch )
    Rosinete ( Debora Bloch )
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