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Dj Leo cris: “nem em sonho esperava ter que dançar ao vivo”

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O concurso televisivo BAI Dança Com ritmo desafiou a DJ angolana Leo Cris. Acostumada a ser ela a pôr as pessoas a mexer, desta vez os papéis inverteram-se. Ela foi a protagonista no quadro “Dança Com os Famosos”, pelo qual já passaram também outras celebridades nacionais como Neide Sofia, Kelly Silva, Yola Araújo e Paul G. Impressionou o corpo de jurado e o público que assistiu através da Zap Novelas. Por isso, recebeu a nota 34.

Que balanço fazes da tua participação na primeira ronda do BAI Dança Com Ritmo?

É um balanço positivo. Foi, sobretudo, uma performance super alegre e bem mexida.

Como encarou o convite?

Quando recebi o convite fiquei surpresa, porque não esperava nunca, nem em sonhos ter que dançar ao vivo, ou mesmo participar em algo fora da minha zona de conforto.

Em casa, quem esteve no sofá a torcer por ti durante a tua actuação?

Durante a minha actuação – não só em casa – assim como toda a minha família estiveram atentos a espera deste momento.

No teu dia-a-dia profissional, tocas vários estilos de música. Qual é o teu preferido para dançar?

Realmente, sou uma dj muito versátil. Mas o estilo com que mais me identifico para dançar é a kizomba.

Ser DJ é um sonho ou um acaso?

Ser dj foi um acaso que virou sonho.

Que DJ inspira a tua carreira?

Actualmente, tenho voltado os meus olhos mais para alguns dj’s internacionais de renome como: Alok, Pedro Sampaio, David Guetta. Porque tenciono internacionalizar a minha carreira. São dj’s que conquistaram o mundo pelo bom trabalho que fazem.

Com uma das poucas mulheres DJ, já sentiu preconceito no exercício da tua actividade?

Sim, já. Foi principalmente no princípio da minha carreira, quando tinha que impor posições para ter que mostrar o meu trabalho. Actualmente, ainda sinto um bocadinho, sobretudo por parte de pessoas que desconhecem o que faço.

Já alguma vez foste assobiada, por insatisfação do público com a tua performance?

Já fui assobiada por insatisfação do público pela minha performance, sim. Acredito que todos estamos sujeitos a isso. Uma vez que trabalhamos para um público vasto, não conseguimos agradar a todos.

“Já fui assobiada por insatisfação do público pela minha performance”

O que terá feito a tua carreira chegar tão longe, ao ponto do de seres uma das melhores DJs de África?

A minha carreira ainda está muito longe de chegar onde quero que chegue. Trabalhar é a fórmula mágica, principalmente se estiveres rodeada das pessoas certas. Já tive anjos na minha vida que me deram a oportunidades que a eternidade seria muito pouco tempo para agradecer.

Com a pandemia, há menos actividades. Como tem contornado isso, para manter uma renda equilibrada?

A pandemia veio colocar muitos projetos na gaveta. Não temos tido trabalhos porque não nos é permitido. Infelizmente, temos que recorrer a suportes e ou até familiares para nos conseguirmos manter. Assim como eu, muitos outros vivem somente da música, dos eventos e actividades. Não tenho uma renda equilibrada porque estou parada financeiramente.

Mulheres/homens, quem mais reconhece o teu talento como DJ?

Actualmente tenho sido reconhecida mais por mulheres.

 

“Não tenho uma renda equilibrada porque estou parada financeiramente.”

 

 

Qual foi a demostração de amor mais absurda que um fã já te fez?

A demonstração mais absurda que um fã fez, foi mandar-me nudes lol.

 

Ser mulher DJ não te traz complicações na vida afectiva?

Felizmente nunca tive problemas nas minhas relações, por causa do meu trabalho. Pelo contrário, sempre recebi muito amor e força.

 

O que te falta fazer na vida?

Na vida acredito que sempre nos vai faltar fazer alguma coisa. Estamos em constante evolução; a medida que vamos crescendo ou evoluindo em alguma área, ficamos com a sensação de que alguma coisa nos falta fazer. Neste momento, falta-me concretizar os meus projetos e conseguir viver do meu trabalho.

 

Já tiveste um amigo íntimo do sexo oposto?

Não, do sexo oposto não.

 

O que escolherias entre fumar ou beber?

Escolheria fumar, porque fumo. É algo que no momento luto para deixar

 

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