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    É de louvar a iniciativa de pessoas que nos homenageiam ainda em vida” ressalta Elias Diá Kimuezo

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    Por: Stella Cortêz

    O grande homenageado para o concerto de abertura da segunda temporada do projecto musical Live no Kubico, realizado na tarde deste domingo, 5 de Dezembro, no Centro de Produção da Televisão Pública de Angola (TPA), no Camama, foi Elias Diá Kimuezo, que em entrevista ao PLATINALINE falou sobre o quão honrado se sentiu ao presenciar um concerto de homenagem em prol de todo um trabalho desenvolvido por si no mosaico musical angolano.

    “Sou o Rei e sou a mesma pessoa, continua a ser aquilo que sou. É louvável a iniciativa das pessoas. Depois de muitas promessas realizou-se o concerto, espero depois desta puder presenciar outras promessas, se ainda estiver em vida, porque neste mundo estamos de passagem”, disse o Rei.

    O autor da canção “Ressurreição”, também falou a respeito da importância de trabalhar e passar o testemunho aos mais novos.

    “Gosto imenso, porque é o momento que eles vão praticando e ganhando experiência e, se ganhei no passado, posso transmitir agora também. Com certeza sinto que, desta forma, estarei a passar o meu legado aos mais jovens”.

    Sobre o artista

    Elias José Francisco, de nome artístico Elias Diá Kimuezo, nasceu a 2 de Janeiro de 1936, numa pequena casa no Bairro Marçal, em Luanda. Começou a sua carreira artística em 1950, no grupo “Ginásio”, como compositor.

    Em 1956 apareceu como intérprete e tocador de bate-bate, integrado no conjunto Kizomba, do Sambizanga. Nesta época fundou o conjunto Dikunduz, constituído por operários fabris, destacando-se como vocalista principal.

    No início da carreira, Elias Diá Kimuezo ganhou popularidade por usar a língua kimbundu como forma de expressão dos seus sentimentos. Em 1969 foi a Portugal com o grupo Rebita, onde participou num concurso em Santarém, no qual Angola obteve o segundo lugar.

    Na sequência dos êxitos conquistados, Elias liga-se à editora Valentim de Carvalho, com a qual gravou três LP, com destaque para “Etiqueta Angola”, em que participaram Rui Mingas, Teta Lando e Barceló de Carvalho “Bonga”, e cinco singles. Nos anos 70 gravou um LP com a editora Rebita, e um outro no Brasil. Em 1974 criou um dos maiores grupos musicais da época: o Kissanguela.

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