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    Estreia Hoje – Avenida Brasil Na Globo

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    Aos 11 anos de idade, relatam os especialistas, a criança tem um senso de justiça bastante aflorado. É também nesta fase em que o olhar crítico se acentua. Rita (Mel Maia), a protagonista desta história, tem exactamente 11 anos quando sofre um duro golpe e vê o seu mundo virado do avesso. Esta rasteira deixa lhe marcas profundas que Rita carregará pela vida inteira.

     

    A menina, órfã de mãe, é criada pelo pai. Amoroso, Genésio (Tony Ramos) jamais imaginou que a sua segunda esposa pudesse representar o pior dos seus pesadelos. Carminha (Adriana Esteves), a madrasta, rouba tudo da enteada: os sonhos, a casa, a família e a esperança. Rita conhece um modelo de vida sem esperança, de muitas perdas e solidão. Ela sente, na pele, a amargura da decepção.

     

    Mas enganam-se aqueles que subestimam a capacidade de sobrevivência de Rita. A menina não desiste ao longo dos anos. De tudo o que lhe foi tirado, restou apenas um único e vital sentimento: a sede por um acerto de contas.

    Na saga pela sua própria justiça, Rita deixa para trás o passado frágil e se transforma em Nina (Débora Falabella), uma mulher obstinada, firme e blindada para as surpresas que o destino lhe reserva. A vida se encarregou desta metamorfose. Está feito, não há como voltar.

     

    Há 13 anos…

     

    Avenida Brasil, escrita por João Emanuel Carneiro e com direção de núcleo de Ricardo Waddington, narra a trajetória de Rita (Mel Maia), uma menina órfã que vê o seu mundo desmoronar com a morte do pai. O triste acontecimento que lhe rouba a infância, pois Rita é apenas uma criança quando Genésio (Tony Ramos) sofre o grande golpe que culminou no fim de sua vida.

     

    Se a história fosse colocada em pausa neste exato momento, o destino de Rita já seria, no mínimo, comovente. Mas a vida prega lhe continua  e coloca no seu caminho Carminha (Adriana Esteves), a segunda esposa de Genésio. E ela não chega sozinha… Carmen Lúcia Moreira de Souza entra em cena na companhia de Max (Marcelo Novaes), seu amante e parceiro em golpes e armações ao longo de anos.

     

    Tudo começa na década de 90. Carminha, uma mulher sedutora e esperta, nunca dá ponto sem nó. Casou-se com o honesto Genésio de olho em vantagens que poderia conseguir no relacionamento com este homem simples e bom. No primeiro boraquinho que encontra, ela planeia uma armadilha que tem por objetivo roubar o marido.

     

    Tudo vai bem até que Rita descobre quem é, de verdade, a sua madrasta. Ela revela a Genésio tudo o que descobriu, especialmente o roubo do dinheiro da venda da casa onde moram, ou seja, a sua única herança. Pai e filha, juntos, resolvem deter Carminha. É quando a sorte sorri para esta fria e ardilosa personagem, uma loba em pele de linda e dissimulada mulher.

     

    Uma sorte chamada Tufão

     

    Carminha (Adriana Esteves), sem fazer esforço, consegue tirar Genésio de seu caminho. Ele sofre um acidente fatal. Com isso ela evita que a sua verdadeira faceta venha à tona. Além de não estar mais na mira do ex-marido, a vilã desta história tem a seu favor uma manobra incrível do destino.

     

    Quando ela menos espera, surge no seu caminho um jogador de futebol em ascensão, nascido e criado no bairro do Divino, bairro fictício do subúrbio carioca. Bom de bola e carismático, logo sai dos campos da região para conquistar uma vaga no Clube de Regatas do Flamengo. E numa final de campeonato, destaca-se como o herói da partida. Em pouco tempo, Tufão sai de vez do anonimato para o universo dos flashes, do dinheiro farto e do assédio.

     

    Como Carminha não tem nada de inocente, ela vê em Tufão a chance de agarrar a vida que sempre sonhou. Nada pode atrapalhar o seu momento de triunfo. É quando ela resolve mandar para longe, sem dó nem piedade, aquela que representa o único empecilho para um futuro rico e promissor: Rita (Mel Maia). Sempre ao lado de Max (Marcelo Novaes), Carminha dá aquela que seria mais uma grande cartada e envia a enteada a um depósito de lixo para viver sob o controle intimidador de Nilo (José Abreu).

     

    O paradeiro de Rita

     

    E a vida não pára. No depósito de lixo onde Rita (Mel Maia) é deixada, os seus primeiros dias são piores do que qualquer pesadelo que ela jamais imaginou ter. No meio de um ambiente sujo e hostil, Nilo (José de Abreu) dita as regras para o funcionamento da casa que abriga outras tantas pobres crianças. E não é nada fácil sobreviver por lá.

     

    Bem ali ao lado, vive Lucinda (Vera Holtz), conhecida como a Mãe do Lixão. Ela tem o dom de transformar o lixo em lúdico e de oferecer, em escalas mínimas, claro, esperanças para a criançada que abriga. Ao contrário da casa de Nilo, Lucinda construiu um lar com criatividade e amor, também na medida do possível. A casa foi erguida com objectos e materiais encontrados no meio da sucata e do lixo. O resultado agrada aos moradores, que vivem à margem de escolhas mais dignas e humanas.

     

    É na casa de Lucinda onde mora Batata (Eduardo Simões), menino de 11 anos que, apesar das condições que o rodeiam, é carismático e tem bom carácter. É ele quem ampara Rita ao vê-la enfrentar a dura rotina na casa de Nilo. Mesmo desagradando Nilo e desobedecendo Lucinda, ele convence a Mãe do Lixão a abrigar a menina. Vale lembrar que existe uma regra de “boa vizinhança” entre Lucinda e Nilo. Os grupos de crianças são intocáveis. Um não mexe com o outro, aconteça o que acontecer…

     

    Um amor chamado Batata

     

    A amizade entre Rita (Mel Maia) e Batata (Eduardo Simões) começa com ares de cumplicidade em busca de sobrevivência. Com o tempo, nasce um inocente primeiro amor. Esse sentimento se apresenta em forma de brincadeiras e, aos poucos, toma forma como algo mais forte, intenso, uma ligação que o tempo terá dificuldades em apagar.

     

    Quando Rita começa a sentir-se em “casa”, cercada por pessoas que aprendeu a gostar, Lucinda (Vera Holtz) muda o rumo dos acontecimentos. Uma família adoptiva chega ao depósito de lixo para levar Rita para fora do país. A Mãe do Lixão quer protegê-la, mas a menina custa a entender a motivação para tal atitude.

     

    Batata não se conforma em perder Rita. Ele tenta evitar que a sua grande parceira deixe o depósito, mas Lucinda  impede-o de continuar a tentar lutar para ter Rita ao seu lado. Para Lucinda, ambos não sabem do risco que correm caso continuem a viver por lá. E, assim, tempos depois, Batata também ganha uma nova família e deixa o depósito.

     

    Rita e Batata seguem por caminhos distintos, sem notícias um do outro. Eles passam a viver apenas nas lembranças daqueles que os conheceram. Os dois deixam para trás suas identidades e o passado na casa da Mãe do Lixão.

     

    Rita torna-se Nina (Débora Falabella) e Batata passa a ser conhecido como Jorginho (Cauã Reymond).

     

    Nina começa a escrever uma nova história

     

    Rita (Mel Maia) é levada para a Argentina por uma família disposta a adoptá-la com amor e recursos financeiros. Martín (Jean Pierre Noher) é um pai carinhoso e sabe bem dividir o seu carinho entre Rita e suas duas filhas biológicas.

     

    Rita passa a ser chamada de Nina (Débora Falabella) e é uma mulher bem-sucedida no trabalho e, aparentemente, no amor. Chef de cozinha, Nina tem o seu próprio restaurante, onde parece estar realizada. Hector (Daniel Kuzniecka) é seu namorado e parceiro, um amigo conquistado na Argentina.

     

    Mas a morte de Martín traz à tona a verdadeira Nina, uma jovem mulher que nunca se livrou do passado. Ao longo dos anos, ela não consegue perder de vista, mesmo à distância, seu algoz, Carminha (Adriana Esteves). Ela sabe de cada passo dado pela ex-madrasta, especialmente do casamento com Tufão (Murilo Benício) e de sua ascensão económica. Nina conhece, até mesmo, a nova casa de Carminha, informação conseguida  nas revistas de celebridades para as quais a vilã deu entrevistas.

     

    Logo após o enterro de seu pai adoptivo, Nina resolve voltar para o Brasil. Begônia (Carol Abras) e Betânia (Bianca Comparato) tentam impedir que a irmã dê início a seu acerto de contas. Mas Nina é irredutível. Ela abre mão de tudo o que conquistou em solo argentino, o que inclui o restaurante, a família adotiva e até mesmo o namorado.

     

    Nina está firme em seu propósito de impedir os abusos de Carminha. Ela não quer que a ex-mulher de seu falecido pai continue a fazer vítimas em prol de vantagens próprias. No fundo, Nina quer tentar resgatar um pouco da vida que lhe foi roubada. E a sua primeira decisão é entrar na casa de sua inimiga e conquistá-la como uma empregada perfeita de forno e fogão, amável e prestativa. Um sonho para qualquer dona de casa e a oportunidade perfeita para quem quer fazer a sua própria justiça.

     

    Cores, brilhos, charme e futebol – a vida no subúrbio nos dias de hoje

     

    Divino Futebol Clube

     

    Uma grande mistura colorida. Assim é o bairro do Divino, onde vivem quase todos os personagens de ‘Avenida Brasil’. Nas redondezas, há um clube, o Divino Futebol Clube, onde a bola rola em defesa desta equipa  da terceira divisão e acontecem os bailes de charme. É lá onde Jorginho (Cauã Reymond), Iran (Bruno Gissoni), Roniquito (Daniel Rocha) e Leandro (Thiago Martins) treinam dia após dia à procura  da experiência necessária para se chegar a jogar num grande clube. O Divino Futebol Clube também abriga Darkson (José Loreto), Tessália (Débora Nascimento), Olenka (Fabiula Nascimento),  Suéllen (Isis Valverde), entre outros personagens, em noites quentes de charme, estilo de dança e música que une os moradores deste subúrbio carioca.

     

    Campeão consagrado pela nação rubro-negra

     

    Tufão (Murilo Benício) fez bonito dentro de campo e o título que conquistou para o Flamengo ajudou-o a saltar na pirâmide sócio-económica. Mas nada deste novo mundo ofertado pelas conquistas enche os seus olhos. O que ele quer mesmo é continuar  a morar com a sua família, no lugar onde nasceu, perto dos amigos. Obviamente, ele mora numa mansão. Mas uma mansão erguida no subúrbio.

     

    Antes que Carminha (Adriana Esteves) cruzasse a sua vida, Tufão declarou em público o seu amor por Monalisa (Heloisa Perissé), uma cabeleireira paraibana que conquistou tudo o que tem com muito trabalho. Tufão e Monalisa foram noivos. Quem não gostou muito desta história foi Muricy (Eliane Giardini), mãe de Tufão. Apesar do enorme coração e de bom caráter, a matriarca sempre torceu o nariz para a cabeleireira. Poderia ser simplesmente uma pitada de ciúme maternal, mas este é um daqueles casos de avaliação equivocada das intenções de uma mulher verdadeiramente apaixonada. Muricy sempre acreditou que Monalisa fosse uma oportunista no caminho de Tufão.

     

    A “Rainha da Chapinha”

     

    Mulher de fibra, Monalisa (Heloísa Perissé) saiu da Paraíba para tentar a vida no Rio de Janeiro. Foi como cabeleireira que conquistou dignidade e independência financeira.  Com o tempo, passou de empregada a dona do negócio, fruto de uma parceria com o ex-noivo, Tufão (Murilo Benício). Mas o sucesso do Salão da Monalisa tem uma explicação cercada de bons resultados: um creme desenvolvido por ela e que tem o poder, quase mágico, de deixar as mulheres com as madeixas alisadas. Para dar conta de clientes ávidas por uma cabeleira lisa, Monalisa conta com a ajuda de Olenka (Fabiula Nascimento), Roniquito (Daniel Rocha) e Brigitte (Luana Martau).

     

    A vida no Divino

     

    Os moradores do Divino já se acostumaram com a presença do carro de mensagens de Silas (Ailton Graça) pelas ruas. O veículo falante é usado para felicitações de aniversário, pedidos de casamento e até cobranças de dívidas. Com ele não tem tempo ruim. Se contratar, o serviço será feito!

     

    Uma movimentada loja de moda e acessórios feminino do bairro tem em seu quadro de funcionários Suéllen (Isis Valverde), Lúcio (Emiliano D’ávila) e Darkson (José Loreto). A primeira não está nem aí para o trabalho. O que ela quer mesmo é fisgar um jogador de futebol e ficar rica e famosa. Darkson é o dono da voz que faz a propaganda da loja à frente do estabelecimento. Ele usa o microfone para o trabalho e exercitar o seu talento como rapper. Lúcio também é avesso ao trabalho e faz corpo mole. Diógenes (Otávio Augusto) é o dono da loja. Fechado e sisudo, ele tenta manter as rédeas de seu comércio.

     

    Um homem + três mulheres = confusão à vista

     

    Cadinho (Alexandre Borges) é um enigma para muitos especialistas em relacionamentos. Chamá-lo de mulherengo é reduzir demais as possibilidades deste charmoso e bonitão empresário do mercado financeiro. Rico, inteligente e perspicaz, Cadinho mantém três mulheres e…três famílias! É pai de quatro filhos, numa matemática difícil de entender. Não é o harém que o atrai. Ele quer mais. Ele quer formar famílias, sim, famílias no plural.

     

    A primeira mulher com que criou raízes foi Verônica (Débora Bloch). Descrevê-la é um desafio e entendê-la só é possível se o observador em questão for desprovido de preconceito. Uma mulher rica, que “a-d-o-r-a” consumir, mas que guarda um coração enorme e uma surpreendentemente personalidade romântica. Ela é mãe de Débora (Nathalia Dill), assim como a famosa protagonista de uma canção popular, Verônica é que é mulher de verdade!

     

     

    Débora (Nathalia Dill) é uma excelente acrobata. Mas abriu mão de viver de sua arte depois de ter conhecido Jorginho (Cauã Reymond). Apaixonada, a jovem deixou de morar no Canadá para ficar bem pertinho do jogador.

     

    A segunda mulher de Cadinho é Noêmia (Camila Morgado). A grosso modo, é quase o oposto de Verônica. Quando conheceu o empresário, fez questão de deixar claro que não se interessou por ele por causa do dinheiro. Afinal, Noêmia sempre levantou algumas bandeiras, especialmente a de não valorizar o consumismo. Mas, sustentada por Cadinho, leva uma vida de milionária, numa linda mansão localizada na região serrana do Rio de Janeiro. É a mãe de Tomás (Ronny Kriwat) um rapaz que adora ostentar bens materiais e leva a vida como um mulherengo playboy.

     

    Alexia (Carolina Ferraz) completa o time de mulheres do empresário. Nascida em berço de ouro, a socialite foi perdendo a fortuna ao longo dos anos. Mas a união com Cadinho não foi motivada por sua boa condição financeira. No fundo, o que Alexia sempre quis foi encontrar um pai para o filho que sonhava ter. E assim foi concebida Paloma (Bruna Orphão), menina de personalidade forte e que sabe o jeito certo de conseguir tudo o que quer de sua mãe.

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