Por: Stella Cortêz

Com o intuito de ajudar o Estado Angolano e a juventude a encontrarem um termo de entendimento e coesão, Martinho Kambundo, pseudónimo de Joaquim Carlos da silva, Mestre em Direito e Segurança, aborda questões de “Serviços de inteligência de Angola”, na obra literária a ser lançada no próximo dia 16 de Abril, na Sede da União dos Escritores Angolanos.

Segundo explicou o autor, o livro traz capítulos com pontos autênticos e instrutivos referentes à moral e à ética na relação sociedade – Estado, no que diz respeito ao cumprimento do direito de reunião e manifestação.

“Os constantes incumprimentos das regras no exercício dos direitos por parte da sociedade civil e a incapacidade de alguns activistas sociais ao ensinar os seus seguidores a diferenciarem os protestos, reivindicações, vandalismo e manifestação, serviu de impulso para escrever esta obra, crente de que vai dissipar dúvidas e fazer com que a sociedade tenha uma percepção esclarecida das responsabilidades dos serviços de inteligência”, disse Martinho ao PLATINALINE.

Questionado sobre os pontos principais espelhados no referido livro, Martinho respondeu: “Desde o seu prefácio à conclusão, a obra leva-nos à renovação psicológica, mudança de atitude, correcção dos nossos actos e à criação de um espírito de convivência pacífica entre cidadãos que desejam construir uma pátria sem ódio entre os seus membros. Por isso, todos os capítulos têm pontos de referência bastante interessantes”, frisou.

“Serviços de Inteligência de Angola” tem a chancela da editora Sindjekumbi, que há um ano tem trabalhado na promoção e produção literária e académica nacional com publicação contínua de livros de diversos autores em parceria com a Associação Luz à Literatura.