Líder da Jmpla lança sério aviso ao maior partido da oposição

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“O MPLA ESTÁ A COMBATER A CORRUPÇÃO E A IMPUNIDADE E A UNITA ESTÁ INQUIETA, ESTÁ A TREMER”

O Primeiro Secretário Nacional da JMPLA, Crispiniano dos Santos, afirmou nesta segunda-feira na cidade do Sumbe, Província do Cuanza Sul, que os partidos da oposição, principalmente a UNITA, estão atordoados, inquietos e a tremer, perante o grande trabalho realizado pelo MPLA e o seu líder, João Lourenço, com o combate à corrupção, à impunidade e à moralidade.

“O MPLA está a combater à corrupção, à impunidade, à imoralidade, e a oposição está inquieta. A oposição treme no sul, treme no Centro Sul, treme no norte, treme no leste”, disse, Crispiniano dos Santos.

“Quem treme é folha e folha é a oposição. Treme como quem dança treme-treme”, acrescentou.

De acordo ainda com o líder da maior organização juvenil política, a UNITA cria falsos fantasmas, umas vezes sobre fraude eleitoral, outras evocando a CNE.

“Ora o MPLA disse, ora são os tribunais. Deixem o MPLA trabalhar. No MPLA ninguém pode estar na contra-mão, para não criar embaraços no nosso percurso de conquistas e de vitórias”, sublinhou.

Crispiniano dos Santos afirmou, ainda, que “o povo angolano jamais esquecerá os ganhos com este grandioso Partido, enraizado na sociedade e forjado na essência da Nação”, tendo enfatizado que,
apesar dos erros cometidos no passado, “o MPLA é o melhor e mais capaz, o mais dinâmico, organizado e o seu Presidente não está a dormir, trabalha incansavelmente para o bem comum”.

Argumentou o Primeiro Secretário Nacional da JMPLA, por outro lado, embora a crise pandemica viesse complicar as contas do Estado, “o MPLA continua a melhorar a vida das populações”.

“Os outros apenas falam, mentem, insultam e nada fazem para a comunidade”.

Crispiniano dos Santos considera o apoio ao Presidente João Lourenço “um dever patriótico”.

Apelou aos jovens da Província do Cuanza Sul a não descansarem, “continuar a exigir maior dedicação e rigor no trabalho para resolvermos os problemas do povo”.

E acrescentou: “Vamos fazer da nossa inteligência e da capacidade inovadora dos jovens, a alavanca para o crescimento e desenvolvimento da nossa heróica província que no momento precisa apenas de agentes de desenvolvimento”.

O jovem político admitiu que “os jovens do Cuanza Sul enfrentam no quotidiano desafios comuns a realidade social do País, desde a falta de emprego, a carência de infra-estruturas rodoviárias, a falta de sala de aulas no ensino geral e superior, o alto custo com alimentação e serviços diversos”, mas fez questão de sublinhar não ser “vergonhoso assumir isso”.

Diz ainda o líder da JMPLA que pra si “a UNITA nunca será alternativa, nem solução para Angola, mas sim um problema”.

“Se voltarmos à história recente do nosso País e termos em conta o humanismo do MPLA, temos razão de dizer que a UNITA é ingrata, é uma oposição sem posição”, referiu.

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