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    Mallaryah diz que o mercado Angolano é muito pequeno para se proibir que artistas façam playback

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    Mallaryah desconsidera playback em shows de grande investimento

    Por: Stella Cortêz

    Para a edição desta quarta-feira, o Ponto de vista, programa que traz os assuntos mais discutidos na nossa sociedade, Stella Cortêz conduziu, para a reflexão dos ouvintes e produtores, uma conversa que em causa esteve o “despacho” do governo chinês que proíbe os artistas de cantar em playback nos shows.

    Depois de várias intervenções dos ouvintes, Mallaryah, cantor e produtor musical, começou por dizer que, para a implementação de tais medidas, dependem muito da tipologia e estilo de actuar de cada artista, pois, normalmente não é que o concerto seja todo realizado em playback, muitas vezes são adicionados vozes e coros, bem como outros investimentos.

    “O mercado Angolano é muito pequeno para se fazer tal tipo de legislação, estamos a falar da China com uma população acima da média. Logo, não se pode fazer um concerto em que as pessoas pagam para ver o artista a cantar em playback, que é o mais grave, embora aconteça em alguns shows. Mesmo em Angola, o normal é os shows serem realizados no Cine Atlântico, eles nem cantam em cima dos instrumentais, levam a própria música com um dj, cantam por cima da música e fica uma confusão é isso que não se quer pelo menos num show de grande investimento”, disse Mallaryah.

    O produtor musical acrescenta ainda que, o cantor que consegue fazer as coisas em estúdio precisa de capacidade ou treinamento para conseguir fazer igual ao vivo.

    “Por acaso estou num concurso de produção de instrumentais e sempre digo que não podemos somente ouvir os instrumentais feitos em casa. Foi apresentado um exemplo, agora estou a dizer algo que também já deu um input do outro lado da organização do concurso, referenciando que um produtor que sabe produzir em estúdio deve fazer ao vivo, tipo os cantores”, salientou.

    Sobre a opinião do ouvinte, que na sua abordagem expressou a imposição de alguns agentes musicais aos artistas para não actuarem em playback, Mallaryah respondeu:

    “É mentira, ninguém impede que os artistas façam playback. Os artistas infelizmente, mais uma vez, comparando com a China, está se a falar de um país com escolas de música, tem preparação vocal, porque a voz é um instrumento e precisa de ser bem cuidada e quando o cantor também é dançarino pior ainda, pois precisa-se de treinamento de respiração para controlar o instrumento sem magoar. E, às vezes, as pessoas estão a cantar ao vivo mal, porque não treinam, têm medo de cantar ao vivo para que o público não perceba qualquer falha que na música parece perfeita. Também já passei por isso, mas actualmente treino muito mais e faço mais trabalhos vocais, antigamente não fazia, mas hoje, vejo a necessidade de cantar igual aos temas gravados nos shows. Playback é para quem está a começar agora”, finalizou.

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