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Mantorras precisou de apoio médico para lidar com o fim de carreira

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Pedro Mantorras revela, em entrevista ao jornal «A Bola», que precisou de acompanhamento médico para lidar com o final da carreira.

«Foi preciso, sim. Havia uma sensação de que nada valia a pena», diz o antigo jogador, que recorda um sentimento de «tristeza profunda» e admite mesmo que entrou «um bocadinho em depressão».

O antigo internacional angolano tem agora 35 anos, mas fez o último jogo em 2009, devido aos problemas crónicos no joelho.

«Dói-me todos os dias. Acho que vai doer-me para sempre. Sobretudo quando muda o tempo», diz Mantorras, que a dada altura deixou de treinar com a equipa e passou a fazer trabalho individualizado, tendo em conta que só podia ser utilizado quinze minutos, sensivelmente.

«Todo o meu plano de treino foi modificado. Houve uma preparação física e mental para essa utilização. E foi assim que resultou. Deixei até de treinar com o grupo. Era tudo um uso exclusivo para não massacrar o joelho. A partir de determinada altura o meu treino era quase só finalização», recorda.

Agora embaixador do Benfica, Mantorras continua a fazer tratamento médico no centro de estágio do Seixal, e vai mantendo a forma, até porque um aumento do peso seria um problema face à lesão em causa.

Nesta entrevista ao jornal «A Bola», o antigo avançado recorda também que esteve muito perto de assinar pelo Sporting, e que até guarda uma das camisolas que o emblema leonino tinha preparado para colocar à venda na ocasião, com o número 9 nas costas.

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