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    Márcio Stélvio estreia-se como actor na minissérie “A casa da quarentena”

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    Por: Hélio Cristóvão

    Márcio Stélvio, que desde Junho de 2019, estreou-se como apresentador do canal Zap Viva, está neste momento a trabalhar num projecto dramatúrgico. O jovem está prestes a estrear-se como actor na nova minissérie voltada ao público online, intitulada “A casa da quarentena”, uma obra escrita pelo conhecido dj de Hip Hop O´mix.

    “Por acaso recebi o convite do Dj O’mix (um dos criadores do projecto), numa manhã, ele ligou-me a perguntar se estaria disponível a participar d’uma minissérie (casa da quarentena) que por si só, apesar de ter o lado entretenimento, tem sobretudo uma variante de consciencialização para aquelas pessoas que nestes tempos difíceis por que passamos tendem a desobedecer as regras de confinamento. Então, porque não navegar num novo desafio? Aceitei logo, pelo facto de querer ser um agente – actor (kkkk), para despertar as pessoas de que estamos mesmo em guerra com a COVID-19 e que devemos cumprir as regras, sobretudo por querer levar também boas energias, esperança e diversão aos internautas que virem a assistir a mesma!!!” Explicou.

    O recém-actor, que dará vida ao personagem Yambani Bombani, de nacionalidade moçambicana, falou, de igual modo, sobre a grande satisfação em navegar na arte de representar. “A experiência está a ser épica, até  porque é sempre bom quando nos predispomos a aprender coisas novas que no futuro nos servirão de alguma valência. Uma experiência satisfatória, única e maravilhosa esta de interpretar. O meu personagem é um tipo apaixonado, engraçado, confuso, empresário e submisso aos encantos de uma rapariga. Nesta série, acabo por interpretar o Yambani Bombani, de nacionalidade moçambicana, e super super divertido”, revelou.


    Questionado se pretende levar avante as artes cênicas, Stélvio diz: “Com certeza!!! olhe que nos primórdios do Márcio Stélvio, enquanto apresentador, procurei no pacote das artes cênicas, aquela que me ajudasse a lidar com a pressão das câmaras, e nada melhor seria do que a arte de representar, mais propriamente o teatro. Uma coisa vos confesso, teres seis câmaras à frente de ti e quando não tens preparação para encarar as mesmas, deixas-te intimidar, ou melhor, como dizem, ficas bebé (kkkk). Porém, sempre achei importante e hoje ainda penso da mesma forma, que um bom apresentador de entretenimento tem de ter, nem que for um pingo, mas tem de incluir a arte de representar no seu DNA.”

    Levando em consideração que o actor tem um programa diário e em directo por apresentar, segue a questão da conciliação entre ambos os ofícios. “Consigo conciliar da melhor forma. Quando terminam as gravações do REVIVA, de seguida é logo no “speed” para a CASA DA QUARENTENA (a série). Aquilo é, acabou um, começou outro. Parece cansativo, não é? Mas é assim mesmo, vale o esforço, vale a entrega, vale o aprendizado com todos da casa e vai valer ainda mais quando tivermos o projecto concluído e vir aquilo que fui e fomos todos capazes de fazer:”

    Como referenciamos no outro artigo, o elenco da minissérie é composto por actores amadores e profissionais tais como João Chaves e Délcio Rodrigues, entretanto, Márcio sublinha que tem aproveitado a experiência desses actores profissionais da melhor maneira possível. “Confesso que não tinha noção da dimensão destes dois monstros, que são o João e o Délcio, até porque já vêm duma longa estrada de projectos gigantescos que até hoje estão marcados na memória de muitos dos angolanos e não só. Eu bebo das suas experiências quando estou com dúvidas, e outros dos colegas lá da casa que nunca representaram também, quando temos as nossas dúvidas de como representar num determinado momento, são sempre eles os “pais”, os “líderes”, os nossos directores artísticos que acabam por nos guiar para que possamos fazer bem os nossos papéis. Portanto, graças ao olhar atento do João Chaves, ao do Délcio Rodrigues e ao do Emanuelson Manuel (outro grande monstro), graças a estes “dirigentes”, o projecto casa da quarentena foi lapidado e fizeram-me querer estar mais envolvido e ter uma nova visão sobre esta forma de manifestação de cultura, que é a arte de representar. Já agora, regozijo-me em parabenizar estes três nomes que citei acima e a todos os actores do nosso país, têm todos o meu respeito.”

    Mas afinal, o que podemos esperar deste projecto? “Da nossa minissérie podem esperar tudo de bommmmm mesmo! Vão ter a oportunidade de ver “talentos ocultos” de muitos de nós que lá participaram, vão ainda poder ver 10 episódios, que a cada um deles cinge-se contar a história de cada um dos protagonistas desta casa maluca (kkk). Em suma, é muito disto que podem esperar, reinvenção dos artistas, histórias engraçadas de se tirar o chapéu, consciencialização (gosto muito dessa palavra kkk), sobretudo entretenimento puro para todos os nossos internautas do mundo”, concluiu. 

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