Mister Angola 2012 – Candidatos doam sangue

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O acto de doar sangue é voluntário. Este acto extremamente nobre pode ajudar várias pessoas com uma única doação.

Foi nesse intuito que 15 jovens em excelente forma física, todos eles concorrentes ao título de Mister Angola 2012, foram voluntários para doarem sangue ao Centro Nacional de Sangue, em Luanda.
A doação não foi demorada e deixou extremamente satisfeitos os funcionários daquela instituição que revelaram que atitudes do género ajudam a salvar milhares de vida pelo mundo inteiro e que mais pessoas deviam seguir o exemplo dos candidatos a pedido da organização do concurso.

O sangue funciona como um transportador de substâncias de extrema importância para o funcionamento do corpo. Além disso, quase toda a defesa do organismo está concentrada nele. É um tecido de extrema importância para o funcionamento da máquina humana e não pode ser substituído por nenhum outro líquido. Por este motivo a doação é tão importante.

Ninguém está livre de precisar de uma transfusão de sangue. Ninguém está livre de sofrer um acidente, de passar por uma cirurgia ou por um procedimento médico em que a transfusão seja absolutamente indispensável.

 Como não existe sangue sintético produzido em laboratórios, quem precisa de transfusão tem de contar com a boa vontade de doadores, uma vez que nada substitui o sangue verdadeiro retirado das veias de outro ser humano.

 Todos sabemos que é importante doar sangue. Mas, quando chega a nossa vez, sempre encontramos uma desculpa – Hoje está frio ou não estou disposto; nesses últimos dias tenho trabalhado muito e ando cansado; será que esse sangue não me vai fazer falta… – e vamos adiando a doação que poderia salvar a vida de uma pessoa.

 Sempre é bom repetir que o sangue doado não faz a menor falta para o doador. Consequentemente, nada justifica que as pessoas deixem de doá-lo. O processo é simples, rápido e seguro.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o percentual ideal de doadores para um país esteja entre 3,5% e 5% de sua população. Em Angola esse número é preocupante, pois é muito inferior a isso. Essa quantidade, ainda sofre uma queda alarmante durante o cacimbo e as férias, períodos em quem os hemocentros são praticamente obrigados a operar com menos que o mínimo necessário.

 

 

 

 

 

 

 

Fotos: Helio Manuel

 

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