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    Moradores do bairro Grafanil Km9 – A agastados com a falta de água corrente desde 2012

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    Por: Ernesto Jaime

    Os moradores do bairro Grafanil, Km9 – A, em Viana, enfrentam um sério problema de falta de água corrente, apesar das tubagens instaladas há mais de 10 anos. Todos os meses, os moradores enfrentam os custos elevados com a compra de água nos camiões cisternas, sem conhecerem a proveniência do produto.

    A Zona estava enquadrada no projecto do governo “Água para Todos”, que começou na época eleitoral de 2012, mas resultou em expectativas falhadas para os moradores daquela circunscrição que nunca viram suas torneiras jorrar água.

    É o caso do Sr. Pedro Bunga Malungo, morador do bairro há 21 anos, que lamentou a situação aos microfones do PLATINALINE.

    “Houve uma correria em 2012. Foi facultativa, segundo a propaganda água para todos. De facto, estenderam a tubagem aqui no bairro e outros pontos. A partir daquele momento, fomos obrigados a abrir contrato para que tivéssemos acesso à água. Daquele momento até hoje que estou a falar, a água não jorra”, contou.

    A moradora Rosita Augustinho Pascoal reclama do facto de se verem obrigados a pagar caro pelo abastecimento do líquido precioso nos camiões cisternas, que variam de 20 a 18 mil Kz mensais.

    “Nós aqui estamos a gastar muito dinheiro na água. Compramos cisterna de água, às vezes 18 mil. Neste mês de Dezembro compramos a 20 mil kz. Para aquelas pessoas que não têm capacidade de comprar esta água como é que ficam? Nós estamos mesmo a passar mal”, lamentou a moradora.

    Outra moradora que também tem o contrato com a EPAL em posse é a Maria dos Santos, que reside no bairro há 25 anos, que garante que nem a EPAL consegue resolver as inúmeras reclamações que tem vindo a receber.

    “Já fomos à EPAL e nada resolvem. Nunca saiu água, nenhum dia”, disse.

    Por último, Ana Pacavira recordou que, de lá para cá, já se passaram três períodos eleitorais, mas as torneiras das suas casas continuam secas.

    “Não sabemos mais o que fazer com esse problema da água. As águas dos camionistas cisternas, às vezes trazem água bruta para nos abastecer. Então é complicado para os nossos filhos. Não temos condições de comprar água mineral, que está a 700 ou 800 kz. É complicada esta situação”, referiu dona Ana Pacavira.

    Os moradores apelaram à Administração Municipal para a resolução deste problema de forma célere.

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