Mortalidade materna e neonatal em Angola reduz de 52 por mil nados vivos para 50, entre 2020 e 2021

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O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, informou, quarta-feira (16), em Luanda, que a mortalidade materna e neonatal em Angola reduziu de 52 por mil nados vivos para 50, entre 2020 e 2021.

 

Acrescentou que, dados disponíveis indicam que anualmente 303 mil mulheres morrem em todo o mundo durante o parto, 27 milhões de recém-nascidos morrem nos primeiros 28 dias de vida e 2,6 milhões são nados mortos.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a mortalidade materna é a morte de uma mulher durante a gestação, parto ou até 42 dias após término da gestação, independentemente da duração da gravidez.

 

Franco Mufinda, que falava no encontro do Comité Nacional de Prevenção e Auditoria de Mortes Maternas e Neonatais, organizado pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, salientou que a mortalidade materna continua preocupante, pelo que pediu o empenho de todos os sectores envolventes no comité, assim como da comunidade.

 

A secretária de Estado para a Família e Promoção da Mulher, Elsa Barber, salientou que a saúde da mulher e da criança é influenciada por determinantes sociais que ultrapassam o sector da Saúde, daí a intervenção multissectorial, onde a Educação, Habitação, Energia e Água são chamados a intervir.

Fonte: Jornal de Angola

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