Nandinho Dya Paxi O Escritor Angolano de Sucesso

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Nandinho Dya Paxi é o nome artístico de Domingos Carlos André Fernandes, escreve desde os seus 12 anos, lançou a sua primeira obra literária no ano de 2010.   Nandinho dy paxi  terá o seu segundo livro   nas bancas a partir do 17 de Julho do ano em curso.  


 

 Quando concretamente escreveu a sua primeira Poesia?

 

Em 1997, na altura minha namorada, actual minha esposa, recebeu um presente meu, aquando do seu aniversário. O  presente foi acompanhado com uma poesia criada com muito carinho, com o título MULHER DOS MEUS SONHOS, poesia complementar da 1ª obra. E daí…..

  

 Por que optou pela poesia, e não um outro estilo literário?

 

Simplesmente como fiz referência, tive sempre inclinação à poesias “ românticas” e só mais tarde comecei a mudar um pouco a linha.

 

 Já pensou mudar o seu estilo literário? Qual?

 

Já,  a perspectiva é que seja no próximo ano, publicarei o meu 1º livro em prosa com o título  Massa com Peixe Seco.

 

Por que nomeou a sua primeira obra “A FALSA PROFETISA”?

Eu acho que tudo na vida devo à Deus, e desta  forma mostrei “ a meu jeito” , às pessoas o bem sobre o mal, sebem que nem todos encararam a coisa de forma positiva.

Teve participações na sua primeira Obra literária? De quem foram as participações?

Tive sim, por exemplo para a capa do livro tive a participação dos meus filhos, que foram os responsáveis pelo design

Como foi a venda da sua primeira obra?

Editei 1000 cópias, paralém de Luanda, também fui às províncias de Benguela e Huíla. Correu tudo bem e espero que este ano corra ainda melhor, visto que este ano recebi apoios de algumas empresas

 A sua primeira obra, alcançou as suas expectativas?

A 80 %

Para quando esta marcado o lançamento da sua segunda obra literária?

O lançamento está marcado para 17 de julho do corrente ano

Qual é o local escolhido para o lançamento da sua segunda obra?

A perspectiva é que seja:  1º) Pré lançamento na FILDA, 2º) Apresentação do livro ainda em estudo (Princípios de Agosto) e 3º)  lançamento oficial na Praça da Independência.

Por que escolheu a FILDA  para divulgar a sua segunda obra ,  e não a praça da Independência que tem sido o local mais escolhido para divulgação de  vários trabalhos artísticos?

É que  neste dia, será inaugurada 29ª Feira Internacional de Angola, aproveitarei   o número de visitantes ,e  porque até sou funcionário da FIL, nestes dias de feira estarei de trabalho.

O que podemos esperar no seu segundo trabalho?

Muita coisa boa, desde que haja a interpretação positiva do leitor, já que nele falo do amor e ódio. Falo do amor em várias vertentes e do ódio que se pode corrigir com amor.

 Qual ou quem é a sua maior fonte de Inspiração?

A presença de qualquer facto e não só…

 Como anda a literatura em Angola no seu ponto de vista? Acha que a juventude e não só tem lido o suficiente?

Comparando com alguns anos atrás, melhorou muito, graças o esforços e métodos que o governo tem implementado, faltando apenas um pouco mais e a colaboração de cada cidadão

À um futuro leitor.

 

O que faz alem da literatura?

Trabalho, Sou gestor na FILDA, e também estudo

 

 Como consegue conciliar os estudos, o trabalho e a literatura?

Muito difícil, mas nada impossível quando todos os dias  deparo a luz verde ao fundo,  a chamar-me ao objectivo. “sinto-me envaidecido, miúdo e com muita garra do mesmo alcançar”

Quando é que sobra o tempo para Família?

Ao final de semana, feriados, e nas ultimas horas que me restam nos dias normais de trabalho.

Se sente uma pessoa realizada?

Ainda não. Depois de constituir a minha família, que é a coisa mais preciosa que tenho,  e o meu mundo literário, me falta ainda plantar uma árvore na cidade de Caxito, província do Bengo e realizar ou colocar pilares ao meu mundo Empresariado

 Que mensagem deixa para os adultos, jovens e até mesmo  as criança que ainda a não têm cultura de ler:

Mesmo não recebendo uma resposta oral, procurem sere amigos,  falar sempre com a leitura e até certo modo procurar o porquê da sua existência e utilidade, o que na verdade nunca vemos mas que as pessoas vêm em nós o “ grande” que ela nos transforma.

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