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    Obras de Armando Scoott foram ao Museu do Louvre

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    O artista angolano Armando Scoott, residente há quatro anos em Portugal, participou de 21 a 23 deste mês, numa exposição colectiva, denominada “Art Shopping”, realizada no Museu do Louvre, em Paris, França.

     

    Armando Scoott disse ao Jornal de Angola que a participação na mostra “Art Shopping” no Museu do Louvre traduz-se num marco importante para a sua carreira artística. “Sempre sonhei expor no Museu do Louvre, em Paris, assim como fizeram os grandes mestres das artes no mundo, mais nunca pensei expor no mesmo espaço com mais de 600 artistas de todo o universo”, revela.
     

    Para o artista, esta exposição é o maior presente da sua carreira, pois como disse “ainda está difícil acreditar que tive uma obra exposta no Carrousel du Louvre, durante três dias, assim como fui agraciado com um certificado todo ele em prata pelo reconhecimento do meu trabalho”.

     

    Visivelmente emocionado, o pintor disse que o certificado que lhe fora entregue dedica aos seus pais, Armando Matias Pombal e Maria Luísa Pombal, que são as grandes fontes de inspiração para o seu trabalho artístico. Armando Scoott participou na exposição em Paris com a obra de pintura “A Evolução da Mulher Angolana”, uma tela de 60 por 80 centímetros.

     

    A Art Shopping é uma exposição colectiva que é realizada anualmente, em Paris, no Carrousel du Louvre, no Salão Internacional de Arte Contemporânea do mesmo edifício. Esse ano comemora-se a décima nona edição, na qual participaram 600 artistas de todo o mundo com mais de 1.500 obras de arte.
     

    Nesta edição, Armando Scoott foi o único artista angolano a participar na exposição colectiva, a convite da sua galeria em Portugal, na qualidade de membro da Associação Amigo Artes Galego Portuguesa (AAAGP). Para o pintor foi uma grande responsabilidade representar Angola no melhor museu do mundo, tendo recebido muitos elogios dos colegas de arte pela sua participação na “Art Shopping”, considerado a maior exposição de arte Contemporânea do mundo. O pintor lamentou o facto de não ter recebido qualquer apoio de instituição de direito em Angola para a sua participação na exposição colectiva no Museu de Louvre. “Recorri a várias instituições no mês passado, mais não foi bem sucedido”, desabafa o artista plástico.

     

    Apesar de ter representado o país, “não sei o que seria da minha participação nessa exposição se não tivesse o apoio familiar e de algumas instituições privadas em Portugal.”

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    A Bombar

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