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    Problemas técnicos afastam angolano dos bons resultados

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    Luís Sá Silva não teve um fim-de-semana fácil em Sochi. Se por um lado o piloto angolano já contava com as dificuldades de adaptação ao traçado russo, não estava certamente à espera de ter a prova marcada por problemas técnicos com o seu monolugar.

    Saído de dois fins-de-semana de grandes vitórias e realizações, onde o piloto tornou-se o primeiro angolano a ganhar uma prova de GT na Europa e arrebatou o pleno no Campeonato Nacional de Velocidade (Portugal), com duas pole positions, duas vitórias e a volta mais rápida, Sá Silva chegou ao Cicuito de Sochi confiante e com o ritmo que lhe permitia chegar novamente aos pontos. Contudo, ficou claro desde a Qualificação que o fórmula da Carlin estava com problemas e o piloto ficou-se pelo 20º lugar.

    As coisas não pareciam melhorar muito para o angolano, antes da Corrida 1 o motor de arranque partiu e o fórmula teve de pegar empurrado pelos mecânicos. Felizmente conseguirem reparar na grelha, não sendo necessário o piloto partir do Pitlane. Sá Silva lutou para ganhar posições mas a cobertura do motor soltou-se a meio da corrida e isso prejudicou a sua velocidade em recta, o que tornou impossível seguir ou tentar ultrapassar outros concorrentes, acabando no 17º lugar.

    A tentar manter a motivação e pronto para atacar, Luís Sá Silva entrou confiante para a segunda corrida da prova, mas o fórmula nunca permitiu ao piloto ter ritmo para lutar pelo Top10.

    «Foi uma corrida complicada, que começou logo com um grande acidente, que felizmente consegui evitar. Lutei toda a corrida para ganhar posições mas não consegui mais do que o 15º lugar. Claro qu

    Problemas técnicos afastam angolano dos bons resultados

    Luís Sá Silva não teve um fim-de-semana fácil em Sochi. Se por um lado o piloto angolano já contava com as dificuldades de adaptação ao traçado russo, não estava certamente à espera de ter a prova marcada por problemas técnicos com o seu monolugar.

    Saído de dois fins-de-semana de grandes vitórias e realizações, onde o piloto tornou-se o primeiro angolano a ganhar uma prova de GT na Europa e arrebatou o pleno no Campeonato Nacional de Velocidade (Portugal), com duas pole positions, duas vitórias e a volta mais rápida, Sá Silva chegou ao Cicuito de Sochi confiante e com o ritmo que lhe permitia chegar novamente aos pontos. Contudo, ficou claro desde a Qualificação que o fórmula da Carlin estava com problemas e o piloto ficou-se pelo 20º lugar.

    As coisas não pareciam melhorar muito para o angolano, antes da Corrida 1 o motor de arranque partiu e o fórmula teve de pegar empurrado pelos mecânicos. Felizmente conseguirem reparar na grelha, não sendo necessário o piloto partir do Pitlane. Sá Silva lutou para ganhar posições mas a cobertura do motor soltou-se a meio da corrida e isso prejudicou a sua velocidade em recta, o que tornou impossível seguir ou tentar ultrapassar outros concorrentes, acabando no 17º lugar.

    A tentar manter a motivação e pronto para atacar, Luís Sá Silva entrou confiante para a segunda corrida da prova, mas o fórmula nunca permitiu ao piloto ter ritmo para lutar pelo Top10.

    «Foi uma corrida complicada, que começou logo com um grande acidente, que felizmente consegui evitar. Lutei toda a corrida para ganhar posições mas não consegui mais do que o 15º lugar. Claro que é decepcionante, principalmente depois de ter feito a melhor corrida da época na última prova, em Monza, onde pontuei. Foi um fim-de-semana de adaptação ao circuito e infelizmente o meu fórmula esteve com alguns problemas técnicos, sempre muito difícil de guiar. Preciso manter a concentração e motivação, porque tenho tido grandes resultados nos últimos desafios e tenho tempo para preparar a última corrida da época, em Abu Dhabi», declarou o piloto.

    Luís Sá Silva regressa ao Circuito Yas Marina, entre o 21 e o 23 de Novembro, para última prova da GP3. Aproveitando a pausa de mais de um mês no calendário, Sá Silva alinhará com a Zele Racing já no próximo fim-de-semana para disputar a última corrida da AutoGP 2014.

    e é decepcionante, principalmente depois de ter feito a melhor corrida da época na última prova, em Monza, onde pontuei. Foi um fim-de-semana de adaptação ao circuito e infelizmente o meu fórmula esteve com alguns problemas técnicos, sempre muito difícil de guiar. Preciso manter a concentração e motivação, porque tenho tido grandes resultados nos últimos desafios e tenho tempo para preparar a última corrida da época, em Abu Dhabi», declarou o piloto.

    Luís Sá Silva regressa ao Circuito Yas Marina, entre o 21 e o 23 de Novembro, para última prova da GP3. Aproveitando a pausa de mais de um mês no calendário, Sá Silva alinhará com a Zele Racing já no próximo fim-de-semana para disputar a última corrida da AutoGP 2014.

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