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    Programa Ginga Desperta cria mais de 100 postos de trabalho

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    Pensado para proporcionar o café de Angola a quem começa o dia cedo e não tem tempo de o preparar em casa, o Programa Ginga Desperta chegou às ruas, na passada segunda-feira, dia 22 de Janeiro, pelas mãos de mais de 100 jovens empreendedores que viram neste projecto a possibilidade de criar o seu negócio e de melhor as suas vidas e a das suas famílias.

    De Luanda a Viana, passando pelo Cazenga, Kilamba Kiaxi e Cacuaco, são cinco os municípios que passam, desde já, a poder contar com as brigadas de vendedores Ginga Desperta, e com um café feito na hora.

    O Programa Ginga Desperta tem um modelo de negócio que assenta numa relação entre a marca Ginga Cafés e uma rede de operadores e vendedores de rua que logo pela manhã e por apenas 200 kwanzas, preparam na hora um cremoso café Ginga 3 em 1, que junta leite e açúcar ao saboroso café de Angola.

    José Carlos Beato, director geral da Angonabeiro comenta que “esta bebida oferece uma alternativa especialmente nutritiva para o pequeno almoço, a preço competitivo e para quem precisa da energia natural e do toque aveludado que Ginga 3 em 1 oferece”.

    Neste modelo de negócio, os operadores Ginga Desperta são responsáveis pelos locais de armazenamento e preparação dos materiais, sob os mais rigorosos padrões de qualidade e segurança alimentar, e cabe-lhes ainda o recrutamento dos vendedores e a gestão da operação GINGA Desperta que leva Ginga 3 em 1 às ruas por onde passam os amantes de café.

    Após um processo de selecção as equipas Ginga Desperta são enquadradas num rigoroso plano de formação de acordo com um modelo que integra regras de higiene e segurança, qualidade, comportamento e etiqueta, valorização pessoal, e a forma perfeita de servir café.

    A Angonabeiro reforça a sua aposta no canal de vendas directas, desta vez, com uma estratégia que estimula o empreendedorismo social, através da criação imediata de postos de trabalho próprios, proporcionando a entrada de novos empreendedores para a economia formal, e que, com este projecto, “dão um forte sinal de resiliência, apesar das grandes adversidades que conhecemos, mostrando que temos de continuar a investir no futuro de Angola e no desenvolvimento da economia”, sublinhou José Carlos Beato.

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