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    Senhora de 75 anos é despojada de casa pela enteada após fim da relação de 10 anos com o pai da mesma

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    “Como é que alguém que viveu comigo durante anos diz que o nosso relacionamento foi apenas algo passageiro”

    Dona Maria Augusta, de 75 anos, que há mais de dez anos partilhou uma união estável, porém sem estar registada oficialmente nos termos da lei angolana, com o antigo parceiro de nacionalidade portuguesa foi posta fora de casa em que residia pela enteada, localizada no bairro Cruzeiro, em Luanda.

    De acordo com as explicações de Maria Augusta, passadas à equipa de reportagem do Platinaline, a relação era um mar de rosas, havia muito amor, cumplicidade, respeito e carinho, até que a esposa casada do senhor resolveu fixar residência na cidade capital Luanda, situação que levou o funcionário da Embaixada Portuguesa a arranjar uma casa para a esposa proveniente de Lisboa, segundo alega dona Maria.

    “Ele foi viver com a mulher e eu continuei nesta casa, ele vivia como um homem que tinha duas relações. Vivi nesta residência durante muito tempo até que a filha (deles) se tornou adulta e resolveu reclamar da casa, frisando que precisava do espaço, lembro-me que veio para aqui umas três vezes, a insistir que eu tinha que desocupar a casa, diante a esta situação, fui aconselhada a colocar o caso no tribunal, isto em 2004, que o processo está em andamento, já fomos chamados algumas vezes para ser ouvidos pelo juiz, mas, até hoje, nunca houve uma resolução definitiva do caso”, disse Maria, acrescentando que aos 75 anos de idade depende da aposentadoria, valores que, segundo informou, não servem para suprimir as necessidades de casa.

    Maria, como qualquer pessoa normal, tem igualmente os seus compromissos familiares, conta que na passada sexta-feira, 14 do mês em curso, recebeu o telefonema de uma vizinha a comunicar-lhe que as suas coisas estavam a ser colocadas para fora de casa, sublinhando que não recebeu qualquer aviso prévio do tribunal

    “Todas as vezes que fui chamada de urgência, comparecia, nunca faltei nas audiências, mas, fiquei sem perceber quando na passada sexta-feira eu de viagem a Benguela, recebo o telefone da vizinha a comunicar que a minha casa tinha sido arrombada e as minhas coisas estavam a ser colocadas na rua. Simplesmente no acto de desespero apanhei o primeiro voo de regresso a Luanda, encontrei as coisas todas partidas na calçada da rua, não sei onde vou colocar as coisas, nem onde me vou alojar, o dinheiro que recebo não dá nem para comer, neste momento estou a dormir na rua”, frisou.

    Contactado pelo Platinaline, o Advogado de família ressalta que não foi notificado sobre a acção afecta à sua cliente, ou seja, simplesmente foram surpreendidos, pois tanto ele quanto a sua cliente encontravam-se fora da cidade capital.

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    A Bombar

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