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    Urgente: Pai reclama violação do seus direitos

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    Assunto: Pedido de conselho e ajuda

    Chamo-me Adão Figueira. Preciso dos leitores da Revista Platina Line, pelo facto de não ter possibilidades de contratar um advogado ligado as questões de família, para ajudar-me a resolver o seguinte problema que passo a expor:

    -Sou pai de uma filha de 5 anos, de nome Linelcia Figueira, da qual presto sustento. Nunca cheguei a viver com a mãe, porque ela desde o namoro não desejava viver comigo. Ela chama-se Bernarda Manuel, de 30 anos, e o seu contacto é …Vive desde os 9 anos com um senhor de nome Nelson, funcionário da empresa Eni Angola. O seu contacto é … Este senhor a acolheu para a ajudar-lhe nos trabalhos doméstico. Até que hoje ela tem 30 anos e continua a viver com o tal, que igualmente até hoje ainda não a formou nem sequer a enquadrou num bom emprego, mesmo tendo boas condições de vida. Alias, ela só começou a trabalhar este ano como cabeleireira, senão nunca havia trabalhado, dedicando-se apenas a serviços domésticos do senhor, que “agora” assume-se tio dela.

    -Eu gostava muito dela, mas ela dizia que tinha seu namorado e que só ficava comigo. Dai engravidou. Fui casa do tio e me apresentei-me.  Levamos as grades para bater as portas como manda a tradição. Neste dia o tio havia lhe feito inclusive um teste se na verdade ela gostasse de mim, pedindo-a que me beijasse, mas esta rejeitou por duas vezes dizendo que não sentia nada por mim e que eu podia simplesmente assumir a minha família e nada mais! Os parentes dela ainda a insistiram e exigiram-me para fazer o pedido. E  para tal eu tinha de ir a casa do irmão do pai da Bernarda no bairro Popular. Fui prá lá com a mãe dela, porque ela não quis ir ate lá comigo. Mas antes a mãe me contou que a Bernarda já havia antecipado ao irmão do pai que no dia “x” levaria  o noivo para apresentar ao pai. Infelizmente quando chego a casa deste senhor, a Bernarda não compareceu. O mais-velho confessou-me que não sabia de nada de noivos sei lá de quem. Embora ter admitido que dias antes a Bernarda ter ido à sua casa, mas que não contou nada ao pai. E daí as coisas começaram a correr mal. Participei ao senhor com quem ela vive, o suposto tio, que disseram para não se preocupar e assim que ela com concebesse e caso  a filha fosse minha ligaria prá mim. E assim aconteceu. Fui prá lá e assumi e passei a dar sustento, mas ela não me deixava. Tratava-me sempre mal.” Se queres ver a tua filha fica aí fora no corredor.” As vezes diziam.” Se queres ver a tua filha tens de ficar comigo”. Eu passava meses que não podia chegar até ao corredor. E passava informações que eu a enganei. Mesmo assim eu continuava a dar o meu apoio que chegava as mãos dela através das minhas irmãs que também conheciam a casa.

    -Na altura do registou da minha filha, ela exigiu que tinha de se fazer com o nome completo da tia dela, em plena Terceira Conservatórias, mas depois de contactar essa pessoa, pudemos mais tarde fazer o registo.

    -Sou descriminado por ser pobre. Os tios acham-se os pais da minha filha por terem boas condições de vida. Dizem que sou desgraçado, como mal, e que não podia ter dias para sair ou poder conviver com a minha filha.

    -Houve dias que quando eu frequentava esta casa, a Bernarda, a mãe,  batia a nossa filha perante mim, pelo facto da criança manifestar aquela alegria de me ver. E dizia a ela que eu não era o pai dela. Conversei por diversas vezes com o tio e a sua esposa e eram da mesma opinião.”Nós vamos cuidar dela, nos vamos fazer tudo”, disse o tio. Eu furioso lhe disse que você pode ter tudo,  mas nunca serás o pai da minha filha. Eu quero dar a educação e fazer acompanhamento de vida da minha filha, caso eles concordassem comigo, tendo também uns dias para conviver com ela.

    – Fui ao tribunal, na sala da Terceira Sessão de família, e apresentei uma queixa. A juíza decidiu que sempre que a Bernarda se deslocasse para uma outra residência tinha de me comunicar, assim como mostrar a referida casa. E caso a criança comessasse a estudar repartíamos os fins de semanas. Assim como nos dias de família, finais de ano e férias. E eu tinha de passar a depositar os valores na conta bancária da senhora Bernarda porque dizia que não recebia os apoios que  lhe dava.

    -Infelizmente ela nunca cumpriu. Logo, logo o tio mudou de casa, que até hoje eu não conheço. Contactei o tio várias vezes e dizia que se eu ficasse com a sobrinha,  não podia conhecer a casa, bem como obedecer os meus direitos de pai. Opinião igualmente semelhante da mãe da minha filha.” Se não ficares comigo não vais poder ver a tua filha”. Depois de 3 semanas, o tio receoso ligou à minha  irmã e disse-lhe que se eu quisesse ver a minha filha,  tinha de chegar junto ao Prédio do Livro da Maianga e ligar para ele e assim puder levar a minha filha nos fins de semanas alternativos.  Recebi apenas por duas vezes a minha filha, porque davam quando lhes apetecia. Insisti ao tio e a Bernarda para que me mostrassem o portão da nova  casa, porque até nem sequer eles vivem no Prédio do Livro. E aliás, foi assim que  decidiu a juíza-mostrar a casa. O que eles rejeitam sempre.Até hoje eu não sei onde vive a minha filha.A última vez que a vi foi no passado dia 3 de Setembro deste ano. Num estado debilitado.  Sem saldo no telefone eu não podia ir buscar a minha filha. E se houvesse problemas na rede também não podia a receber, como a deixar ficar.

    -Ate hoje não consigo conviver a com a minha filha. A mãe diz-lhe que eu não sou o pai dela, o pai é um tal de João. Ela completou 5 anos e não estuda. Liguei ao tio perguntando ao tio se a matriculou no sistema de ensino e disse-me que“ainda é muito cedo e que sou muito apressado”.

    -Eu pretendo fazer  uma outra queixa contra este senhor, o Nelson da Eni Angola e exigir que me indemnize por não por a estudar a minha filha e por outros danos psicológicos que tem me causado esta situação, visto que é a minha primeira filha. Ainda não tenho uma outra filha ou um outro filho. Estou a estudar e caminhar aos poucos. E igualmente quero retirar a tutela da filha a Bernarda por ser muito egoísta e não me deixar cumprir com o meu papel de pai. E por prejudicar o futuro da criança. Pretendo exigir uma indemnização de 10 mil USD ao senhor por violar os meus direitos e abuso, por ter possibilidades e ser realizado.

    Por favor, preciso da vossa ajuda. O meu contacto é 912 41 28 88.

    Atentamente,

    Adão Figueira.

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