Angola poderá ter 4 Jogadores na Liga dos Campeões da Europa

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Pela primeira vez na história, a fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa poderá contar com quatro internacionais angolanos. Um deles é Djalma, do FC Porto, ou outros três jogam na mesma equipa: Gilberto, Marco Airosa e Dedé, do AEL Limassol, Chipre, que vai disputar o play-off com o Anderlecht (Bélgica), depois de ter deixado para trás Lindfield (Gales) e Partizan (Sérvia).

Gilberto, que no Al Ahly, do Egito, venceu três Ligas dos Campeões Africanos, garante que «seria um orgulho para os jogadores e para os angolanos ter quatro embaixadores na Liga dos Campeões, até porque uma das coisas que a seleção mais falta sente é de ter jogadores nas grandes competições internacionais». E junta: «Era bonito encontrar o Djalma na Champions. Seria bom sinal e valirizaria o futebol angolano», disse Gilberto a A BOLA.

No Chipre, tudo mudou A crítica tem dito maravilhas do trio angolano do AEL Limassol, por norma titular. E sobre Gilberto começam a falar adjetivos. O que mudou da Bélgica, onde estava apagado, para o Chipre, onde voltou a brilhar?

«Por um lado o tipo de futebol. Na Bélgica é mais pontapé para a frente, no Chipre é um futebol mais técnico, mais apoiado, mais ao meu estilo. Depois, no Chipre as pessoas são mais abertas, mais sociáveis e mais apaixonadas pelo futebol», frisou o angolano. Por último, um desabafo para bom entendedor: «Felizmente, no Chipre apanhei um treinador que gosta mais de olhar para os pés do que para a cara».

Lingua oficial é o protuguês Na equipa do AEL Limassol há três jogadores angolanos, seis portugueses, três brasileiros, um moçambicano e um cabo-verdiano. Falamos de 14 jogadores que falam português. Cipriotas, tirando o treinador, são apenas seis.

«No balneário, a língua oficial é o… português», comenta, rindo, Gilberto. «Ter o Dedé e o Marco Airosa a meu lado ajuda muito. Mais o facto de se falar português com vários jogadores. O ambiente entre nós é muito saudável, todos nos damos bem, não há divisões», comentou o internacional angolano. E no treino? «Dá as instruções em inglês», revela Gilberto.

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