Directora da saúde do Bengo suspensa

0
236

A directora do Gabinete Provincial da Saúde, Victória Cambuanda, foi constituída arguida e está indiciada por vários crimes.
Fonte da PGR confirmou à Angop que a directora da Saúde, Victória Cambuanda, está implicada no crime de peculato, violação das normas de execução e orçamento, bem como falsificação de documentos, encontrando-se nessa altura em prisão domiciliária (por motivos de saúde).
No mesmo processo está arrolado o funcionário do Gabinete Provincial da Saúde, Armando António Fernandes, que se encontra detido no estabelecimento prisional do Caboxa.

De acordo com uma nota do Gabinete de Comunicação Social do Governo do Bengo, a governadora Mara Quiosa suspendeu a directora da Saúde para responder ao processo. Para garantir o funcionamento da instituição, a governadora indicou, interinamente, Guilhermina Ermelinda Ketori Guilherme.Servidores públicos entregues à justiça

Em Junho deste ano, o Procurador-Geral adjunto da República para a Região Norte, João Luis Freitas Coelho, disse, em Caxito, existirem processos em que estavam a ser investigados crimes de natureza patrimonial e financeira no Governo Provincial do Bengo.

Nesta senda, está detida no estabelecimento prisional do Caboxa, desde 13 de Outubro, a exadministradora do Ambriz, Joana Pinto, acusada de desvio de fundos durante o seu mandato (2015 a 2018).

Em julgamento está João Paulo, que exerceu o cargo de director do Gabinete do exgovernador do Bengo, João Bernardo de Miranda, acusado de corrupção activa e passiva, bem como recebimento indevido de vantagens.

Arrolados no mesmo processo estão a ex-directora do Gabinete Jurídico do Governo do Bengo, Maria Francisco, e o ex-director do Gabinete de Urbanismo e Habitação, Félix Simão, pelo recebimento de 150 milhões de Kwanzas da empresa AS para a facilitação do título de direito de superfície de 150 hectares na localidade do Musseque Trindade, município do Dande.

Na semana finda, o Tribunal de Comarca do Dande condenou o antigo administrador municipal do Ambriz, José Muginga, pelo crime de peculato, a quatro anos de prisão, mas com pena

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui