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    Familiares da cidadã angolana morta em Portugal clamam por ajuda do consulado para esclarecer o incidente

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    Por: Ariete Silva

    A angolana Engrácia Cassule morreu num acidente de trabalho, esmagada por uma máquina industrial denominada “prensa”, em Portugal.

    Tristes e abatidos, e sem o pronunciamento da seguradora da entidade empregadora, os familiares da falecida entraram em contacto com a redacção do PLATINALINE para tornar público o incidente e solicitar ao consulado angolano para que esclareça o incidente juntamente com a empresa, e ajudar na transladação do corpo a Luanda.

    De acordo com a sobrinha da malograda, ja se passou uma semana após ao incidente e até ao momento os familiares ainda não tiveram contacto com os restos mortais de Engrácia.

    “A empresa diz que o corpo está na morgue e já ligamos para o hospital e eles alegam que deve-se contactar a empresa funerária, mas até hoje estamos num jogo de empurra, tendo em conta que os trâmites fúnebres europeus são diferentes dos trâmites angolanos”, explicou.

    O cidadão angolano Julho Ramalho, esposo da malograda, vem dar a conhecer o triste acontecimento em Angola, de forma geral, e solicitar a ajuda do consulado angolano para a resolução e transladação do corpo.

    “Não temos respostas da seguradora e a empresa diz que temos que esperar o Tribunal do Trabalho. Por meio desta, gostaríamos de pedir ajuda ao Consulado para que junto da empresa possamos entender o que aconteceu e ajudar na transladação do corpo para Luanda”, apelou o viúvo.

    Frisar que os familiares tomaram o conhecimento de toda a situação no dia 15 do corrente mês, pelas 10:50min, informando que Engrácia Cassule, que trabalhava na Sulmaré – Empresa de Pesca, Lda. havia sofrido um acidente de trabalho, e teriam que comparecer a empresa.

    “Chegando ao local, nos foi informado que logo ao início do horário laboral (8:15) aconteceu um acidente com a prensa (máquina industrial manipulada pela malograda) na qual, foi esmagada pela mesma e chegando a sucumbir no local”, explicou o viúvo Júlio Ramalho.

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