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    Filho de guitarrista do Pink Floyd é condenado por desordem em protesto

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    Charlie Gilmour fala com policiais durante protesto, em dezembro de 2010.

     

    Charlie Gilmour, filho do guitarrista David Gilmour, do Pink Floyd, foi condenado a 16 meses de prisão por ter cometido atos de desordem durante um protesto estudantil em Londres, em dezembro de 2010.

    Gilmour, de 21 anos, foi acusado de atirar uma lata de lixo em um dos carros da comitiva do príncipe Charles, por sentar-se no carro de um oficial de segurança e por quebrar uma janela.


    O rapaz, que estuda na Universidade de Cambridge, havia sido detido e liberado sob fiança em maio para que pudesse fazer suas provas finais.

    Durante o julgamento no tribunal de Kingston Crown, a corte foi informada que Gilmour havia tomado LSD e Valium antes da manifestação.

    Ele estava entre as centenas de pessoas que protestaram em Trafalgar Square e na Parliament Square, na região central de Londres, depois que o Parlamento britânico aprovou o aumento dos custos da educação universitária na Inglaterra.

    Intoxicado

    Charlie Gilmour foi fotografado pendurando-se em uma bandeira do Reino Unido no Cenotáfio de Londres – um memorial da Primeira Guerra Mundial – durante a manifestação. Posteriormente, ele se desculpou pelo incidente.

    Na época, o rapaz também foi filmado dizendo: “Eles romperam a lei moral, nós vamos romper todas as leis.”

     

    Durante a manifestação, ele também foi visto saltando sobre a capota de um Jaguar que fazia parte do comboio que levava o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker-Bowles, até o tradicional teatro London Palladium.

    O carro levava oficiais designados para a proteção do casal real.

    O advogado de Gilmour, David Spens, disse que o jovem estava “completamente intoxicado” e que não se lembrava de ter atirado uma lata de lixo contra o Jaguar.

    Desrespeito

    Durante o anúncio da sentença, o juiz Nicholas Price disse que o comportamento de Gilmour não fazia parte da manifestação violenta, mas o acusou de desrespeito aos mortos de guerra.

    “Tal comportamento ultrajante e profundamente ofensivo dá uma indicação clara do quão fora de controle você estava naquele dia”, disse o juiz ao rapaz.

    Gilmour alegou que não havia se dado conta do significado do memorial – uma justificativa rejeitada pelo juiz.

    “É difícil acreditar que um jovem de sua inteligência, educação e experiência diga que não sabe o que o Cenotáfio representa”, afirmou.

    Durante uma audiência em maio, Charlie Gilmour havia se declarado culpado da acusação de desordem violenta.

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    A Bombar

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