Músicos falam sobre experiências artísticas

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Os músicos Paulo Flores, Afrikanitha e Carlos do Carmo participam Hojé , às 18h30, no Instituto Camões, em Luanda numa conversa entre amigos sobre “O fado, jazz e semba”.


O promotor da conferência, Dominick Maia-Tanner explicou ontem ao Jornal de Angola que esta actividade é uma antevisão dos três espectáculos que o fadista Carlos do Carmo vai apresentar na Casa 70, nas noites dos dias 1, 3 e 4 de Abril, para assinalar o dia da paz em Angola.


De acordo com o promotor, a conversa entre os músicos vai ser um momento durante o qual os artistas vão poder falar das suas experiências artísticas e dos estilos musicais que cada um canta. Referiu que a intenção da organização, numa fase em que Carlos do Carmo está a completar 50 anos de carreira, é juntar alguns amigos dos músicos angolanos para uma conversa amena e descontraída. “Este convide é extensivo a vários amigos cantores angolanos, que têm uma convivência de trabalho excelente com Carlos do Carmo. No entanto, nem todos os convidados vão participar, devido aos seus compromissos profissionais”, disse Dominick Maia-Tanner.

 


Acrescentou que esta conversa é uma forma de se reforçar os laços de amizade e culturais entre Angola e Portugal. “Queremos criar uma maior aproximação entre os povos, numa fase em que os angolanos vão comemorar nove anos de paz e estabilidade política”, sublinhou. 

 


Os dois últimos espectáculos do fadista português, nos dias 3 e 4, vão servir para a gravação de um DVD ao vivo de Carlos do Carmo. “No concerto, para além dos músicos Paulo Flores e Afrikanitha, vão participar outros artistas amigos de Carlos do Carmo”, adiantou o promotor Dominick Maia-Tanner.

 


Carlos do Carmo, nome artístico de Carlos Alberto Ascensão do Carmo Almeida nasceu em Lisboa a 21 de Dezembro de 1939 e é um cantor e intérprete de fado português. Iniciou a sua carreira artística em 1964, embora tenha gravado o primeiro disco com nove anos.

 


Representou igualmente Portugal no XXI Festival Eurovisão da Canção em 1976, com o tema “Flor de Verde Pinho”, adaptado do poema de Manuel Alegre. Figura também como pioneiro na nova discografia portuguesa devido ao seu disco “Um Homem no País”, que foi o primeiro álbum editado por um artista em Portugal.

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