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    SEVILHA CONQUISTA LIGA EUROPA

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    Benfica perde a oitava final europeia consecutiva. Beto foi decisivo no desempate por penáltis e deu a Liga Europa ao Sevilha. Ineficácia ditou o “cruel” desfecho para a equipa de Jorge Jesus
    Ainda não foi desta. O Benfica vai prolongar o “jejum” de 52 anos sem qualquer título “europeu”, após ter sido derrotado pelo Sevilha, na final da Liga Europa, no desempate por grandes penalidades (4-2). Seja qual for a “maldição” que se abateu sobre o clube da Luz desde a saída de Belá Guttmann, nada poderia resistir à tremenda ineficácia demonstrada pelo Benfica, ao longo de 120 minutos, na hora de finalizar. É a oitava final consecutiva perdida pelas águias, o recorde absoluto nas competições europeias.
    O Sevilha, que entrou em prova na terceira pré-eliminatória de qualificação (o Benfica, recorde-se, “caiu” da Liga dos Campeões), passou pelos “oitavos” no desempate por penáltis, nos “quartos” com uma goleada ao FC Porto (4-1) e nas “meias” com um golo aos 90+4′, voltou a celebrar de forma hercúlea, novamente pelas mãos de Beto, que no desempate por penáltis defendeu os remates de Cardozo e Rodrigo, enquanto Oblak não conseguiu travar nenhuma tentativa do Sevilha, que também festeja com os portugueses Daniel Carriço e Diogo Figueiras.
    O Benfica, no entanto, ao olhar para o que aconteceu ao longo de 120 minutos, só se pode queixar de si próprio (e, eventualmente, do alemão Felix Brych, que deu “nega” a três lances passíveis de penálti). Rodrigo, Lima, Gaitán e Maxi Pereira tiveram nos pés várias ocasiões para bater Beto, mas ora faltava pontaria, ora aparecia um defesa a tirar a bola sobre a linha de baliza. Os 52 ataques e 21 remates (15 à baliza) do Benfica acabaram por se traduzir num nulo.
    Privado de Fejsa, Salvio, Markovic e Enzo Pérez (e que falta fez o “motor” argentino), Jorge Jesus ainda ficou sem Sulejmani, por lesão (25′), e lançou André Almeida, tendo organizado e reorganizado várias vezes o esquema do Benfica em Turim. O Sevilha, dependente da criatividade de Rakitic e dos desequilíbrios de Vitolo, foi sempre um adversário pragmático e cauteloso, mas que não deixou de ter boas ocasiões para faturar – a ineficácia tocou às duas equipas.
    Os campeões nacionais caem, pelo segundo ano consecutivo, na final da Liga Europa, sendo que ainda vão disputar a final da Taça de Portugal, que tentarão juntar à Taça da Liga e à I Liga. A campanha europeia encerra com 16,6 milhões de euros nos cofres da Luz em prémios da UEFA, com o Sevilha, que já tinha vencido a então denominada Taça UEFA em 2006 e 2007, a ganhar o direito de disputar a Supertaça Europeia, frente a Atlético ou Real Madrid. O Benfica regressa à estaca zero, num ano em que não conseguiu chegar à final da Champions, na Luz, um objetivo declarado, e em que também acabou por não encontrar consolo na Liga Europa.

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