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    Televisão cabo-verdiana em apuros para transmitir jogos

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    Praia, Cabo Verde – O elevado montante cobrado pela empresa detentora dos direitos televisivos da fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2013 (750 mil euros) pode inviabilizar a transmissão pela televisão pública cabo-verdiana (TCV) dos jogos da prova continental em que Cabo Verde participa pela primeira vez, soube a PANA na cidade da Praia.

    Responsáveis da TCV e das duas empresas cabo-verdianas de telecomunicações, que se disponibilizam a patrocinar a transmissão do jogos (CV Telecom e Unitel T-mais), solicitaram a mediação do Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, no sentido de convencer a LC-2 Medias, empresa que detém os direitos de transmissão dos jogos do CAN2013, a reduzir o montante. Segundo o director da TCV, Waldemar Pires, a estação, mesmo com o patrocínio das duas empresas, será incapaz de pagar o montante cobrado pela LC-2 Medias. “Estamos a negociar para que haja uma redução do preço e pedindo a outras empresas que nos ajudem a levar os jogos à casa do telespectador”, disse Waldemar Pires, sublinhando que para a TCV “é impensável” pagar 750 mil euros pelos direitos de transmissão do CAN, previsto para 19 de Janeiro a 10 de Fevereiro na África do Sul.

    Na sequência da reunião mediada pelo Chefe de Estado cabo-verdiano, o representante da LC-2, Aristides Foe, não prometeu a redução do valor, já que, segundo ele, o montante a ser pago para a transmissão dos jogos foi estabelecido pela Confederação Africana de Futebol (CAF).

    “No caso de Cabo Verde já há uma redução significativa. Por exemplo, no caso da Nigéria ou dos Camarões o valor é de 1,3 milhão de euros”, disse.

    No entanto, Aristides Foe comprometeu-se com o Presidente Jorge Carlos Fonseca a conversar com o responsável máximo da empresa, com sede em França, no sentido de atender ao pedido da TCV, que tinha pago 15 mil euros para a transmissão do CAN de 2012.

    O valor para os direitos de transmissão dos jogos é superior ao orçamento da Federação Cabo-Verdiana de Futebol (FCF) para toda a operação CAN, fixado em cerca de 70 milhões de escudos cabo-verdianos (cerca de 640 mil euros).

    Entretanto, Waldemar Pires disse estar esperançado na transmissão dos jogos, uma vez que as negociações vão continuar pelo menos até sexta-feira, vésperas da estreia dos “Tubarões Azuis” no jogo inaugural frente à anfitriã, África do Sul, às 15 horas de Cabo Verde.

    Caso as negociações em curso fracassarem, restará apenas aos cabo-verdianos recorrer às cadeias televisivas por satélite.

    No CAN de 2013, Cabo Verde integra o mesmo grupo com a África do Sul, Angola e Marrocos.

     

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    A Bombar

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